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sábado, 17 de março de 2018

promotoria reabre processo eleitoral no CMS de Passos

http://www.correiodovaledoriogrande.com.br/noticia/10444/reuniao-com-promotoria-reabre-processo-eleitoral-no-cms-de-passos

Reunião com promotoria reabre processo eleitoral no CMS de Passos

Por Carlos Alberto Alves


Numa reunião chamada pelo promotor Eder da Silva Capute, que é o curador da saúde no município, ficou definida a retomada do processo eleitoral para a mesa diretora, que terminou em impasse no fim do ano de 2017. Na reunião, além do promotor, estiveram presentes Ângela Vaz, atual presidente do Conselho Municipal de Passos, o advogado e vereador Erick Silveira, que acompanhava a presidente, a secretária municipal de saúde, Elexandra Bernardes, a presidente da Comissão Eleitoral, Vanessa Queiroz e Inês Poupe, esta também da Comissão Eleitoral.
A ata registra que a reunião tinha o objetivo  “de solucionar problemas havidos durante o processo da eleição da mesa diretora do Conselho Municipal de Passos”. Em outro ponto  diz-se que  “decidiram os presentes que, segundo o regimento da eleição, seria reaberto um prazo de 48  horas” para reabertura do processo eleitoral, que vai ser contado a partir de 24 janeiro, quando haverá a possiblidade de novas chapas se inscreverem. A chapa encabeçada por Caio de Oliveira não precisa se inscrever de novo.
O prazo de 48 horas começará a contar a partir da “data de publicação no diário oficial do município (Folha da Manhã)” . A partir dai passaria valer os prazos do regimento elaborado pela Comissão Eleitoral, com esta sendo responsável pela marcação da data da nova eleição.
A presidente atual do Conselho Municipal ficou responsável pela convocação de uma reunião extraordinária para a nomeação de novo membro da comissão eleitoral, “representante do segmento dos trabalhadores em saúde”, tendo em vista o afastamento de Daniela Maria Silva. A reunião deve acontecer dia 22 “impreterivelmente” aponta o documento.
Opinião
E a Plenária do Conselho?
Carlos Alberto Alves
 É de se louvar a iniciativa do promoto, Dr.r Éder da Silva Capute,  em tentar resolver o imbróglio gerado pela tentativa de realizar eleição para mesa diretora do Conselho Municipal de Saúde de Passos, no final do anao passado. A reunião aconteceu dia  18 (quinta-feira) e não 19 como registra a ata.
Os presentes selaram um acordo, sem sequer ter a necessidade de um referendum da plenária do Conselho Municipal. Como é do conhecimento de todos, além daqueles que participaram da reunião, do promotor que se colocou como mediador, mas acabou tendo participação definitiva na elaboração da ata, se estiver errado podem me corrigir,  o Conselho Municipal de Saúde é deliberativo e não tem que acatar só o que foi dito como definitivo.
É importante senhora presidente do CMS, Ângela Vaz, senhora presidente da Comissão Eleitoral, Vanessa  Queiroz,  que não teve competência para levar o pleito até o fim, por isso, deveria ser extinta, que a Plenária terá que ser consultada.
E ela é soberana, até para discordar do que propôs a ata,  que conta com a assinatura do promotor. É  bom que se esclareça que isto de jeito nenhum pode ser visto como afronta a quem quer que seja, mas um direito, antes um dever, que compete a Plenária, que até pode concordar com o registrado na ata, mas que deve deliberar sobre o assunto como é de sua obrigação fazer.
Tenho certeza que a presidente atual não irá  esquecer-se de incluir na pauta de discussão da reunião já agendada para o dia 22, desde que tenha quem a provoque.
Carlos Alberto Alves é engenheiro por formação e jornalista por opção. Agora é membro do Conselho Municipal de Passos.
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domingo, 27 de abril de 2014

Fibromialgia

FIBROMIALGIA AFETA 3% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA, MAS TEM DIAGNÓSTICO DIFÍCIL

Última atualização: 10/02/2014:http://www.reumatoguia.com.br/interna.php?cat=92&id=1655&menu=92
Dor generalizada por todo o corpo por no mínimo três meses acompanhada por fadiga, ansiedade, depressão, dificuldade para dormir e até alterações intestinais. Durante vários anos, o desconhecimento sobre a fibromialgia levou os pacientes acometidos por esses sintomas a serem tachados de "dramáticos” ou "estressados”, evoluindo para um diagnóstico de transtornos emocionais como depressão. Mesmo com o reconhecimento da doença considerada crônica e pesquisas intensivas sobre o assunto, o fibromiálgico pode levar até três anos para descobrir a justificativa para as dores persistentes e difundidas pelo tecido muscular. O fato de o reumatologista – médico dedicado aos estudos e tratamento da enfermidade – ser procurado apenas depois que o paciente passa por três outros profissionais de áreas distintas está entre os motivos para a morosidade na identificação da patologia.

Sem qualquer exame que seja capaz de detectar a fibromialgia, o diagnóstico é essencialmente clínico, baseado em critérios classificatórios pontuados pelo Colégio Americano de Reumatologia. Entre eles, a presença de dor difusa e generalizada por mais de três meses. "Dentro do corpo existe um sistema de controle de dor. No caso dos fibromiálgicos, esse sistema sofre uma falha, por isso a doença é conhecida como síndrome de amplificação dolorosa”, explica o reumatologista Marcelo Cruz Rezende, coordenador da Comissão de Dor, Fibromialgia e Outras Síndromes Dolorosas de Partes Moles da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).

A dor passa então a ocorrer de forma mais intensa nessas pessoas. Uma das justificativas para esse descontrole estaria nas alterações dos níveis de neurotransmissores no cérebro – como serotonina e noradrenalina –, substâncias químicas produzidas pelos neurônios e responsáveis por transportar as informações entre as células. "Há distúrbios associados também ao funcionamento da bomba de cálcio”, acrescenta Marcelo. Outra indicação de que o paciente sofre de fibromialgia são os 18 pontos dolorosos espalhados pelo corpo. É preciso que pelo menos 11 deles sejam reconhecidos. A revisão dos critérios estabelecidos pelo Colégio Americano de Reumatologia em 2010 excluiu a necessidade de contagem dos pontos dolorosos, orientação que ainda está sob questionamento pela área médica. Com isso, eles ainda continuam sendo utilizados como referência para a detecção do problema.
Exames de imagem e diagnósticos não são usados para indicar a fibromialgia, mas sim para que seja eliminada a possibilidade de outras patologias. "Os sintomas são muito pouco específicos e não há nada exclusivo da fibromialgia. Por isso são realizados exames para excluir hipotireodismo, doenças do tecido conjuntivo, como artrite reumatoide, e no caso de mulheres no período fértil o lúpus”, explica Luiz Severiano Ribeiro, coordenador do Grupo de Educação do Paciente Fibromiálgico do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg). Há mais de 20 anos, o grupo está aberto ao público interessado em informações sobre as causas, tratamentos e o funcionamento da doença. "Aqui, eles têm contato com pessoas que sofrem do mesmo problema e já passam por tratamento há muitos anos. É uma forma de eles sentirem que há outras pessoas na mesma situação e que não são os únicos”, afirma Luiz.

CAUSAS E TRATAMENTO
O surgimento da doença está atrelado à genética e a situações de estresse crônico. "Há um padrão hereditário, mas não existe um gene identificado para a fibromialgia”, reconhece Marcelo Cruz. Doenças graves, traumas emocionais ou físicos e até mudanças hormonais podem desencadear os sintomas, que começam com uma dor crônica localizada que progride e é difundida para todo o corpo. A doença afeta mais as mulheres, já que de cada 10 pacientes, de sete a nove são do sexo feminino. A razão para essa incidência não é clara, já que não parece haver relação com hormônios.

A enfermidade não tem cura, mas diante de certas providências é possível conviver com a doença. Entre elas, a prática frequente de atividades aeróbicas. "Atividade física, principalmente aeróbica, tem efeito sobre o padrão de dor e melhora a fadiga. Existem trabalhos que mostram que até o tai chi chuan pode ajudar a amenizar os sintomas da fibromialgia”, reconhece Marcelo Cruz. Antidepressivos também podem ser indicados, já que agem sobre os neurotransmissores, tendo efeito sobre a dor. Diante de dores distintas e com intensidade variada, todo o tratamento é individualizado.

Depoimentos de pessoas com Fibromialgia 
» Jorge Luiz Dutra, aposentado, de 58 anos
 "Até descobrir o problema, em 2004, demorei quatro anos indo em vários médicos e fazendo todo tipo de exame. Hoje aprendi a conviver com a dor que é persistente, do pescoço para baixo. Só não dói o cabelo (risos). Tomo antidepressivos e analgésicos, mas o que funciona mesmo são as caminhadas diárias de uma hora. Faça chuva ou faça sol, não deixo de ir. Na família, tenho primos que estão fazendo exames e há suspeita de fibromialgia. A grande tristeza é que a gente passa por muita humilhação porque ninguém acredita na doença, nem mesmo o Instituto Nacional da Previdência Social (INSS). Se não tem exame que identifique, não dá para comprovar.”

» Evangelina Maria Lara, aposentada, de 75
"Problema nos ossos foi uma dos problemas que falaram que eu tinha antes de chegar até a fibromialgia. As dores, que estão sempre presentes, começaram há mais de 30 anos e há 25 trato a doença. Não foi identificado nenhum caso na família e meus filhos também não apresentaram os sintomas. Quando tenho algum problema emocional, por menor que seja a chateação do dia a dia, a dor intensifica e é preciso tomar analgésicos para aliviar.”

Saiba mais sobre a Fibromialgia

Números: 3% da população brasileira é afetada pela fibromialgia

80% dos pacientes são mulheres

34 a 57 anos é a faixa etária de realização do diagnóstico

Sintomas associados
>> Fadiga intensa
>> Irritação intestinal e da bexiga
>> Dor de cabeça
>> Movimento involuntário das pernas durante o sono
>> Dificuldade para dormir
>> Ansiedade
>> Depressão
>> Dificuldade de concentração

Tratamento
>> Exercícios para alongamento e fortalecimento muscular, assim como para condicionamento cardiorrespiratório. Devem ser praticados durante 40 minutos, três vezes por semana
>> Técnicas de relaxamento para prevenir espasmos musculares
>> Hábitos saudáveis para melhorar a qualidade de vida e reduzir o estresse
>> Medicações para o controle da dor e dos distúrbios do sono

Fonte: Estado de Minas

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sábado, 11 de janeiro de 2014

Gestantes de Minas

Gestantes de Minas podem realizar exame gratuito para detectar toxoplasmose

De alta prevalência na população brasileira, a toxoplasmose congênita pode provocar graves sequelas visuais e neurológicas


A partir deste ano, as gestantes de Minas Gerais poderão realizar, gratuitamente, o painel de testes para a detecção precoce da toxoplasmose congênita. O Programa de Controle da Toxoplasmose foi aprovado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), com o objetivo de reduzir a prevalência da doença e o prejuízo que ela acarreta à saúde da criança. De alta prevalência na população brasileira, a toxoplasmose congênita pode provocar graves sequelas visuais e neurológicas.
O procedimento é simples e seguro: a partir do primeiro comparecimento da mãe à Unidade Básica de Saúde (UBS) uma amostra de sangue capilar será colhida em papel-filtro e enviada, via Correios, para a análise no Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico da Faculdade de Medicina da UFMG (Nupad), em Belo Horizonte, como já acontece com as amostras da triagem neonatal, realizada nos primeiros dias de vida do bebê.
Ao mesmo tempo, estabelece-se uma padronização de valores de referência, visando uma interpretação adequada dos resultados, o que favorece a promoção de ações mais efetivas em termos de saúde pública.
De acordo com o diretor geral do Nupad, José Nélio Januário, o Programa pretende, além da detecção dos casos positivos durante o período pré-natal, identificar aquelas gestantes em risco de adquirirem a infecção durante a gravidez. " Uma vez identificadas, elas serão alvo de medidas educativas e orientações para evitar a exposição ao Toxoplasma gondii, agente causador da doença" , aponta. As ações de tratamento contarão com a supervisão da SES-MG, especialmente em situações com dificuldades de resolução local.
Cadastro de Municípios
Para que o município receba protocolos, material institucional e de divulgação, bem como os insumos necessários para a realização do procedimento de coleta, como lancetas, papel-filtro e envelope, é necessário realizar o cadastro das Unidades de Saúde do município. Este cadastramento e a indicação de referências técnicas deve ser realizado por meio do site do Nupad. publicado em 06/01/2013 às 10h30:00http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/33010/geral/gestantes-de-minas-podem-realizar-exame-gratuito-para-detectar-toxoplasmose


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Entre a espada e acruz

                                            Entre a espada e a cruz

Percebo ao acolher um usuário com transtorno mental, tudo  está em desafio. Até quem está encaminhando para uma unidade de emergência. Naquele momento quase todos desejam ficar livre do usuário. Não por não gostarem e sim das dificuldades em lidar.    Devido que entram todos nesse contexto, famílias sempre em números de cincos pessoas com o usuário, já cansados das lidas e noite sem dormirem, principalmente aqueles que andam a noite toda, ou tenta se matar etc. Em um determinado dia, estando de plantão na emergência acolhi um usuário, a família totalmente desorientada, num momento um dos familiares diz<agora que está na cama pode dar, para ele uma grande quantidade de medicamentos >. Ai fiquei pensando e preocupada!No desespero ás altas doses de medicamentos podem acontecer em casa. Não trabalho em hospital psiquiatrio, para defender as internações e sua pernença, sou contra internações prologandas,mais determinadas situações temos que rever casos e casos,sem contar a falta de estruturas familiares.Fora, os números de usuários,que hoje são moradores das próprias instituições.

   As famílias da maioria das vezes não têm condições de lidarem com o usuário; por mais que há encontros com familiares para passar a respeito da doença, dos medicamentos alguns nem vão às reuniões. Em casa ficam sem realizar nenhumas atividades, passa o tempo desocupado. Falo,quando estão em crise,fora do medo das pessoas e até os preconceitos, se fomos olhar o tempo verá o que houve com as pessoas que pensavam diferentes.Fecho a cada dia,ainda estamos a passos lendo da saúde mental,muita coisa mudou a nível profissional para melhor,mais a nós que nas emergências lidamos com o dia a dia,quando há mais de dois usuários nos leitos de retaguarda,e chega mais um e temos que colocar o usuário medicados tranquilo,para esperar segunda feira sua internação ou encaminhá-lo para CAPS,sinto ou questionamento se não é perigoso ficar entre um quarto comum,mesmo com vigilância assistida por parte das pessoas.E não tem culpas,se a saúde mental mesmo com com toda evolução ainda há seus anseios,medos e choque cultural e até religioso....fui  

domingo, 9 de dezembro de 2012

Capacitação e Humanização

Capacitação e Humanização

Desde de Dezembro de 2011 no Hospital de Base de Itabuna-Bahia, tem sido realizado ações que dizem respeito a levar uma conscientização acerca da prática da humanização desenvolvida na assistência e gestão em saúde no referido Hospital. Capacitação e Humanização Neste contexto os responsavéis pelo projeto tem proporcionado oficinas e cursos de capacitação no intuito de oferecer serviços de saúde pública pautados na qualidade,mesmo perante as limitações que a maioria dos Hospitais Públicos do país tem enfrentado ao longo dos anos. Diversos cursos foram realizados pra área de saúde e administrativa respectivamente e ministrados aos servidores do Hospital ,porém em um universo de mais de 600 servidores, existe a tarefa desafiadora de alcançar todo este universo,pois desde a recepção passando pela enfermagem até a mesa de cirurgia é fundamental ações de cárater humanizador,lembrando que humanização diz respeito a aspectos subjetivos tanto do usuário como do profissional de saúde ,exigindo desta forma ações que promovam na empresa qualidade de vida no trabalho sob todos os aspectos. Alguns Programas de qualidade de vida no trabalho serão aplicados em 2013 tais como:controle de nivel de stress dos profissionais alocados na urgência e emergência,programas de saúde ocupacional desenvolvidos pelo núcleo de humanização do hospital e a CIPA( Comissão interna de prevenção de acidentes) para proporcionar aos servidores uma percepção mais palpável sobre humanização no SUS,já que para humanizar a assistência é essencial humanizar primeiro o profissional de saúde.
texto de Davidson Viana do... 09/12/2012 04:11:25