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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Operação Cambio Negro

1/12/2015 12h26 - Atualizado em 01/12/2015 12h41

Operação 'Câmbio Negro' da Polícia Civil prende 5 suspeitos em Passos

Quadrilha estaria envolvida em explosões de caixas e lavagem de dinheiro.
Grupo já vinha sendo investigado desde o começo de 2014.

Do G1 Sul de Minas
A Polícia Civil prendeu, na manhã desta terça-feira (1º), em Passos (MG), cinco pessoas suspeitas de integrar uma quadrilha envolvida em explosões de caixas eletrônicos e lavagem de dinheiro.  O grupo vinha sendo investigado desde o começo de 2014. Ao todo, 30 policiais de toda a região foram chamados para integrar a operação chamada de Câmbio Negro.
A ação começou às 6h, quando as equipes foram cumprir os mandados de prisão. Em uma casa da cidade, foi preso um dos chefes da quadrilha e foram apreendidas uma arma e dois veículos do suspeito.  Os outros quatro suspeitos foram presos também na parte da manhã.
Desde o ano passado, a polícia já investigando a quadrilha. A primeira parte da operação, chamada ‘Firebox’, apurava explosões de caixas eletrônicos na região. Quando a quadrilha se envolveu com outras pessoas da cidade para tentar roubar R$ 6 milhões de uma empresa transportadora de veículos, teve início a operação ‘Câmbio Negro’.
Segundo a Polícia Civil, mesmo com a falha do plano de roubo, o chefe da quadrilha teria conseguido furtar cerca de R$ 600 mil da empresa. Ainda segundo as investigações da policia, junto com o pai, o suspeito teria lavado o dinheiro roubado comprando bens.

"Todos dos presos e investigados permanecerão no presídio de Passos, com exceção de um, que será encaminhado para a cidade de Belo Horizonte. [Eles] têm envolvimento com os crimes de organização criminosa, furto qualificado, explosão de caixa eletrônico e lavagem de dinheiro", explica Thiago Gomes Ribeiro, delegado da Polícia Civil.




domingo, 11 de janeiro de 2015

Dinheiro Público

Políticos inventam despesas para embolsar dinheiro público

Repórter Secreto do Fantástico está de volta. Agora, ele vai mostrar a farra das diárias dentro de uma câmara de vereadores.

O Repórter Secreto do Fantástico está de volta. Agora, ele vai mostrar a farra das diárias dentro de uma câmara de vereadores. Políticos inventam despesas para embolsar dinheiro público. Cadê o dinheiro que tava aqui?


Órteses e Próteses




06/01/2015 às 19h59

Projeto de lei propõe 

que governo controle preços de próteses e órteses

Sem comentários
Agência Brasil
Alex Rodrigues
Um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados desde o ano passado propõe que o governo federal passe a controlar os preços de próteses e órteses. Se o Projeto 7.579/14 for aprovado conforme o texto original, caberá à Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos definir e controlar o valor cobrado também por outros equipamentos e materiais necessários à prestação de serviços médicos, como bolsas coletoras.
Secretariada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a câmara de regulação é um órgão interministerial responsável pelo estabelecimento dos critérios que norteiam a definição dos preços dos medicamentos disponíveis no mercado.
Autor do projeto, o deputado Rogério Carvalho (PT-SE) justifica a iniciativa alegando que a regulação de preços é necessária para superar os problemas decorrentes das falhas de mercado, assegurando o equilíbrio relativo dos preços de órteses, próteses e outros equipamentos.
“Isso minimizaria problemas. Seriam estabelecidos os preços mínimos e máximos, o que disciplinaria não só a cadeia [produtiva] - estabelecendo uma racionalidade nos preços - mas também o uso, já que hoje há indicações clínicas com o único intuito de auferir lucros”, disse Carvalho à Agência Brasil.
Médico, Carvalho propõe que a câmara de regulação fixe os valores pelos quais os produtos poderão ser vendidos e que esses preços só possam ser corrigidos anualmente. Além disso, fabricantes, importadores ou distribuidores terão que fornecer informações sobre os custos de importação de matéria-prima e de fabricação; preço de fábrica; faturamento anual do produto; prescrições médicas e contraindicações. As informações, defende Carvalho, reduziriam a “assimetria de informações” entre as autoridades públicas e os laboratórios.
O parlamentar lembra que países como os Estados Unidos, a Inglaterra, a França, a China e o Canadá, por exemplo, já exercem algum tipo de controle dos preços como forma de preservar o acesso da população a esses materiais e equipamentos “sociais e politicamente sensíveis”. Ele destacou que as denúncias que vieram a público nos últimos dias não o surpreendem. Tanto que, em março de 2014, conseguiu reunir cerca de 200 assinaturas de parlamentares favoráveis à instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar o que definiu como a “máfia das órteses e próteses no Brasil”.
Como o regimento da Câmara limita a cinco o máximo de comissões funcionando simultaneamente, a iniciativa aguarda na lista de espera. Carvalho ressaltou que outros parlamentares já se comprometeram a, se necessário, reapresentar tanto o projeto de lei quanto o pedido de CPI. Para o deputado, há claros indícios de “cartelização” na fixação de preços de órteses e próteses, inclusive com a “criação de direcionamento artificial da demanda e captura dos serviços médicos por interesses privados”.
Há menos de um mês, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) condenou 11 empresas fabricantes de próteses e órteses ortopédicas pela prática de cartel e por fraudes em licitações do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O sobrepreço encontrado nas propostas vencedoras variava entre 18% e 31% e só não chegou a causar prejuízos aos cofres públicos porque as fabricantes foram desclassificadas durante o processo de seleção.
A Agência Brasil entrou em contato com a Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes (Abraidi) para repercutir o assunto. No entanto, até às 15h40, foi informada de que a diretoria da entidade estava reunida e não poderia atender a reportagem