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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Passos e seu apostilamento e 84% de aumento para alguns - Fórum - e-Democracia

Passos e seu apostilamento e 84% de aumento para algunsPassos e seu apostilamento e 84% de aumento para 100 servidores


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á pensou o município de Passos Minas Gerais a pedido do chefe do executivo enviou um projeto de lei para aumentar uma categoria de servidor em número de 106 servidores com um aumento de 84%?Os demais 2.500 não sentou para negociar.
Sem contar que entre eles tem a esposa de um vereador?
Hoje mais uma vez o projeto de lei não entrou em votação,quando eu e mais duas servidores pedimos ao presidente da casa.
Sem contar que havia acabado com o apostilamento e agora retornou ferindo a ADIN.

Um Projeto de Lei da Prefeitura de Passos apostilamento de servidores tem causa polêmica. Fere demais servidores uma vez que tem que ser filiado em um determinado partido.
Espero que o MPMG acolhe uma vez determinado funcionário sem nenhuma técnica o coloca naquele cargo paga um outro para fazer seu serviço e depois o apostila com um salario de diretor e outros.Por isso falei com esse vereador que pau que bate em chico tem que bater em francisco.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

tercerização


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“Minha vida mudou completamente. Perdi minha família, minha casa e nunca mais consegui trabalhar. Eu perdi tudo”, relembra Clóvis Gonçalves, que não tem parte do braço direito por conta de um acidente de trabalho em 2010, na cidade de Dois Irmãos do Buriti, no Mato Grosso do Sul.
Clóvis Gonçalves é um dos milhões de brasileiros que se acidentam ou adoecem no exercício de sua profissão e que devem ser lembrados neste 28 de abril, quando se respeita o “Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trabalho”. De 2011 até o final de 2013, ocorreram, no Brasil, 2.152,524 acidentes, segundo o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Destes, 48.542 nunca mais conseguiram trabalhar.
Estes dados são apurados com base em números oficiais, de notificações feitas pelas empresas, quando os trabalhadores estão vinculados à Previdência. Fora dessa estatística estão os trabalhadores informais e autônomos, além de servidores públicos estatutários.
No caso de Clóvis, um agravante que modifica a relação do trabalhador com o pós-acidente, ele era terceirizado. À época, o sul-mato-grossense estava prestando serviço à Enersul através da empreiteira Coeso, na cidade de Dois Irmãos do Buriti. Ele estava no alto de um poste quando recebeu um choque de 7.800 volts.
“Nunca me ajudaram em nada, a Coeso virou as costas para mim. Eu não tinha um plano de saúde e os remédios para meu tratamento eram muito caros”, relembra Clóvis, que ficou cinco dias desacordado após o acidente e 35 dias internado na UTI sem que a empresa à qual era vinculado lhe desse assistência.
“Enquanto isso, minha família passava fome, porque a empresa não me pagou nada e demorei nove meses para conseguir receber um primeiro salário”, conta Clóvis. Somente em novembro de 2014, quatro anos e seis meses após o acidente, o sul-mato-grossense conseguiu se aposentar. “Eu nunca mais tive um emprego. Hoje, preciso de acompanhamento psicológico e tomo remédios controlados. Tenho muitos medos”, lamenta.
Terceirização e acidente de trabalho
Diante do avanço do PL 4330, que amplia a terceirização no País para atividade-fim, no Congresso [recentemente foi aprovado na Câmara dos Deputados], a secretária da Saúde do Trabalhador da CUT, Junéia Martins Batista, faz um alerta: “É um mecanismo selvagem, permite que as empresas aumentem a jornada e o ritmo de trabalho, reduzindo os salários e também expondo os trabalhadores a situações de risco.”
Para Juneia, se o PL 4330 se tornar uma realidade no País, “vai gerar mais acidentes, com certeza” e os números já apontam para “esta realidade”. “Para cada dez acidentes de trabalho, sete são de funcionários de empresas terceirizados. Os setores elétrico e petróleo são onde têm aparecido mais acidentes e mortos.”
No ano de 2011, das 79 mortes ocorridas no setor elétrico brasileiro, 61 foram de trabalhadores de empresas terceirizadas. Entre 2005 e 2012, 14 trabalhadores da Petrobras morreram em acidentes no exercício de suas profissões. No mesmo período, faleceram 85 terceirizados. Os dados são do estudo “Terceirização e Desenvolvimento, uma conta que não fecha”, da CUT em parceria com o Dieese, apresentado em novembro de 2014.
“Eu espero que esse projeto não seja aprovado, ser terceirizado é muito ruim pra gente, o trabalhador fica abandonado demais”, conclui Clóvis.
Dia 28

Neste ano, a CUT e outras entidades escolheram, para o “Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trabalho”, o tema “Trabalho Decente = Saúde do Trabalhador”

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

agendamentos

Hoje fiquei assustada com uma reportagem,vinculada pela radio local.A respeito que houve erro do agendamento por parte de um PSFdo Bela Vista.Nesse erro a culpada foi a pessoa que agendou?.Por favor senhores administradores,vocês sabem quem liberam horas,datas é a Regulação.Não estou defendendo a colega de profissão,mais o que aconteceu com ela poderia ser comigo também ou demais colegas,não tem como pelo sistema de informatização ela ter agendado o horário as 7:30 minutos,pois o sistema não libera,até pendência de medicamentos quando há, hoje até parabenizo o adiantamento do serviço,se não tem cartão do SUS mostra,se já fez exames e passam por outros médicos e pedem os mesmos exames menos de 30 dias mostram,estou sempre elogiando o que foi feito ou quem fez esse sistema até cartão do SUS com o número diferente já foi visto.
Conforme já havia postado e sinto mal em saber que pode sangrar,mais não assume os erros e recorro a frase ofende os bons quem poupa os maus.E vai mais o senhor é meu pastor nada temo....fui