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domingo, 7 de janeiro de 2018

Assunto em Passos Minas Gerais,

Assunto em Passos Minas Gerais,se tornou algo constragedor dentro do municipio.Os constragimentos e a falta por alguns que ocupam o tais cargos de confiança chegou ao limite.
  Em qualquer lugar onde se vai há os comentários a respeito das listas públicada e encontra no site da prefeitura.
Nos corredores das repartições públicos e ás pessoas que usam o sistema e na falta de medicamentos e outros.
Come
o assunto tomou os noticiários da cidade. Então, devemos esclarecer alguns pontos. Primeiramente, vamos entender o que são os cargos comissionados e funções de confiança. Eles são definidos no inciso V, do art. 37 da carta Constitucional:
V – as funções de confiança, exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo, e os cargos em comissão, a serem preenchidos por servidores de carreira, nos casos, condições e percentuais mínimos previstos em lei, destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e assessoramento;
Como vemos no artigo citado acima, as funções de confiança, só podem ser exercidas por servidores com cargos efetivos, ou seja, que passaram por concursos municipais e já trabalham na prefeitura. Assim quando recebessem um cargo de confiança, teriam outras atribuições e salários diferentes dos estipulados nos seus respectivos contratos. Já os cargos comissionados podem ser ocupados por servidores de carreira, ou seja, são cargos ocupados por pessoas de confiança do gestor, geralmente escolhido por sua qualificação pessoal relacionada com o cargo a ser assumido. A Prefeitura não tem um número específico de quantas funções de confiança e comissionados podem ser dispostos em um mandado, porém há um máximo de quanto podem gastar com a folha de pagamento. Como vemos no art. 20, III, da Lei complementar 101 os gastos podem ser de no máximo:
III – na esfera municipal:
a) 6% (seis por cento) para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Município, quando houver;
b) 54% (cinqüenta e quatro por cento) para o Executivo.
Sendo assim a quantidade cabe a organização administrativa de cada poder. E para evitar que mais desonestidade ‘sobrevoe’ a administração pública, foi aprovada a Súmula Vinculante nº 13 pelo Supremo Tribunal Federal, que visa impedir que cônjuges e parentes até 3º grau sejam nomeados para ocupação de cargos em comissão. Ajudando a coibir tal atitude bastante usada em várias administrações.
No entanto, fica a dúvida, é certo existir os cargos comissionados? Qual a vantagem deles e benefícios para a população? Já que muitas vezes os indicados pra tal cargo não possuem a devida preparação e competência profissional exigida para o cargo, sendo nomeado para tal apenas por troca de favores ou porque é parente do atual administrador. Isso quando o funcionário realmente trabalha, porque muitas vezes esses postos são apenas de faixada para o sujeito ganhar dinheiro fácil. O que acaba prejudicando os funcionários concursados, que “ralaram” para conseguir passar nos concursos, para, em sua maioria, receber menos que os comissionados e trabalhar mais e prejudicando a própria população, por serviços mal prestados. Todavia, pior que isso foi a Prefeitura se orgulhando de ter nomeado menos cargos do que a antiga administração, como se o tanto de cargos que tem já não fosse motivos suficientes para desaprovação. Outra coisa que nos questionamos, é se todos os cargos comissionados da Prefeitura são de servidores que passaram por concurso, assim como manda a lei.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

vereadora maria divina marques

Vereadora Maria Divina Marques

Blog do Luis Pablo obteve, com exclusividade, dois vídeos que comprometem a Câmara Municipal de Santo Amaro, interior do Estado do Maranhão.
Nas imagens, a presidente da Casa, Maria Divina Silva Marques, mais conhecida como Divina do Rio Grande, aparece recebendo propina da atual secretária municipal de Educação, para aprovar projeto de lei de interesse da população.A secretária de Educação é quem faz a filmagem, onde a presidente da Câmara aparece recebendo uma quantia de mil reais para cada vereador votar pela aprovação do projeto de Plano Educacional.
Durante a conversa, a vereadora Divina do Rio Grande pergunta quem são os colegas de parlamento que devem receber o dinheiro. A secretária cita o nome dos vereadores, que seriam José Maria Silva Filho (conhecido como Zeca Dentista), Claudiomar Azevedo Carneiro (conhecido como Dodo Carneiro) e Geni Sousa Silva (conhecido como Geni Silva).
A vereadora também chega a dizer, em tom irônica, que para ela o dinheiro teria que ser dobrado, por ser presidente da Casa Legislativa de Santo Amaro.
“O meu é dobrado”, diz a presidente sorrindo. Em seguida, a secretária diz para a vereadora acertar depois, supostamente, com a prefeita da cidade, Luziane Lopes Rodrigues Lisboa.
Luziane Lopes vem sendo achincalhada por vários vereadores para ter a aprovação de projetos pela Câmara. Por conta disso, ela resolveu denunciar o caso no Ministério Público, através de uma representação feita pela secretária de Educação, que filmou tudo.
A prefeita também ingressou na Justiça pedindo o imediato afastamento dos parlamentares envolvidos no caso, por corrupção e extorsão. O caso é gravíssimo e precisa ser investigado pela polícia.
Clique e veja a propinagem:

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Rumores sobre fraude em sorteio da Mega-Sena ganham força na rede | Congresso em Foco

Rumores sobre fraude em sorteio da Mega-Sena ganham força na rede | Congresso em Foco

Rumores sobre fraude em sorteio da Mega-Sena ganham força na rede

O assunto tem dominado as redes sociais desde a última quarta-feira (25), quando saiu o mais recente resultado da Mega-Sena. E, para muitos internautas, trata-se de fraude a aposta, mais uma vez contemplando um bilhete comprado no Distrito Federal, que acertou as seis dezenas da mais disputada loteria do país. Em questão, a bolada de R$ 205 milhões destinada a um único jogo – recorde histórico – e a credibilidade de uma instituição como a Caixa Econômica Federal, responsável pela realização do certame.
Um vídeo que circula no aplicativo de mensagens Whatsapp coloca em suspeição inclusive os proprietários da lotérica (Wands Loterias Ltda.) que vendeu o bilhete premiado – pago a R$ 3,50, o preço da aposta simples. No filmete, um internauta não identificado faz uma busca no site da Receita Federal e, ao chegar à Consulta de Sócios e Administradores (QSA), descobre que entre os donos da loja, localizada em um dos bairros mais valorizados Brasília, há um com o sobrenome Youssef – o mesmo do doleiro Alberto Youssef, um dos principais artífices do esquema de corrupção descoberto pela Operação Lava Jato na Petrobras. Mas, apesar do nome, o vídeo não apresenta evidências sobre parentesco.
“Olha só o quadro societário, direto da Receita Federal, na consulta QSA…”, pausa o internauta, focalizando a página institucional e ironizando a descoberta. “Olha só o Youssef aqui! Que legal! Estão observando? É isso aí, pessoal. A casa caiu”, diz o autor do vídeo de cerca de um minuto.
No perfil do Congresso em Foco no Facebook, outro internauta vai direto ao assunto ao afirmar que os sorteios de loteria são alvos constantes de fraude. “Loterias são comprovadamente utilizadas para lavagem de dinheiro. Existem pessoas ‘de sorte’, como um apostador que ganhou 550 vezes na loteria, outro que ganhou 327 vezes, ou – o mais incrível de todos – um cidadão agraciado com 107 prêmios da loteria, em sete modalidades diferentes, em vários estados da Federação e no mesmo dia…”, diz o leitor do site.
Lenda urbana ou prática real de crime, o fato é que os sorteios de loterias no Brasil há muito têm sido alvo de especulações sobre a transparência dos seus  procedimentos. Há cerca de dois meses, a Polícia Federal desarticulou uma quadrilha que fraudava bilhetes, em parceria com gerentes da Caixa, para receber premiações. Nesse caso, suscitou-se a possibilidade de que o setor de tecnologia da instituição poderia facilmente desenvolver, depois do anúncio do resultado, uma espécie de bilhete premiado.
Mas já chegou a haver também a desconfiança, por parte da Polícia Federal, de que o próprio instrumento de sorteio, as bolinhas numeradas, eram “batizadas” com pesos diferentes que permitiam a detecção e, consequentemente, a separação das demais pelos operadores do certame. Tal indício de manipulação levou a PF a iniciar uma investigação sigilosa – tanto esta quanto aquela suspeita não chegaram a comprovar qualquer fraude. A mera divulgação dos fatos, no entanto, alimenta o imaginário popular.
Ofício
Os materiais divulgados nas redes são emblemáticos das reações, em nível nacional, sobre os rumores de que os sorteios são manipulados. A grita geral ganhou força diante do fato de que apostadores de Brasília têm sido recorrentemente contemplados com prêmios acumulados, quando valores aumentam significativamente em relação ao número originalmente anunciado. Diante dos protestos virtuais e das mensagens que diz ter sido enviadas ao seu gabinete em Brasília, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) encaminhou ofício, nesta segunda-feira (30), à presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, em busca de esclarecimentos.
“Não é um assunto novo. Em 2004 e em 2005 denunciei desta tribuna, com base em informações sigilosas fornecidas pelo Coaf [Controle de Atividades Financeiras], que cidadãos brasileiros com muita sorte ganhavam muitas vezes na loteria. Denunciamos que um deles chegou a ganhar 525 vezes; outro, mais de 300 vezes; outro, mais de 200; um deles, mais de 100, com vários prêmios no mesmo dia, em sete loterias diferentes de vários estados brasileiros – prêmios sacados no mesmo dia. É claro que isso consubstanciava claramente a existência da lavagem de dinheiro sujo com sorteios das várias loterias administradas pela Caixa Econômica Federal”, reclamou o senador tucano, em discurso feito na tribuna do plenário.
Em e-mail encaminhado ao Congresso em Foco, a Caixa Econômica negou qualquer irregularidade nos procedimentos de sorteio e na divulgação de resultados. Entre outros pontos, a Caixa rebate a acusação de que existe algo errado no fato de que, em um primeiro momento, o site da Mega-Sena veiculou a informação de que o prêmio havia acumulado, para em seguida anunciar o vencedor.
“Exclusivamente na tela inicial das Loterias no site, houve atraso na atualização dos dados, o que manteve a palavra ‘acumulou’ referente ao sorteio anterior. No entanto, desde o primeiro momento, as informações sobre o referido concurso foram atualizadas normalmente na página específica da modalidade Mega-Sena e no aplicativo da Caixa para celular”, registra a instituição financeira.
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