domingo, 2 de outubro de 2011

Projeto Médico,Pedagógico e Social Sol Violeta &A Liga dos Usúarios e Amigos da Arte Médica ampliada(LUAAMA)

CONVITE
 
O PROJETO MÉDICO, PEDAGÓGICO E SOCIAL SOL VIOLETA & A LIGA DOS USUÁRIOS E AMIGOS DA ARTE MÉDICA AMPLIADA (LUAAMA)
TÊM A HONRA DE CONVIDAR VOSSA SENHORIA PARA ASSISTIR AOS EVENTOS:
· PEÇA TEATRAL – GANDHI – UM LÍDER SERVIDOR –
ATOR JOÃO SIGNORELLI
· PALESTRA: OS SETE NÍVEIS DA PAZ COM O PROF. DR. ALBERTO PERIBANEZ GONZALEZ (AUTOR DO LIVRO “LUGAR DE MÉDICO É NA COZINHA”)
· DATA: 20/10/2011
· HORÁRIO: 20H00
· LOCAL: CLUBE GUAPIRA
FONE: 2243 45 17
· CONTRIBUIÇÃO (OPCIONAL) – UM ITEM DE ALIMENTO ORGÂNICO (LIVRE DE AGROTÓXICOS)
(sugestão de fornecedores de orgânicos abaixo)
ESTACIONAMENTO PAGO NO LOCAL
ONDE ADQUIRIR OS CONVITES?
(assinados pela comissão organizadora)
· CENTRO COMUNITÁRIO DE SAÚDE DO JARDIM DAS PEDRAS E IMEDIAÇÕES – SRA. TEREZINHA –
FONE 011 2995 26 11
E-MAIL: terezinha@ccsaudejpi.org.br
· PROJETO CIDADANIA AO ALCANCE DE TODOS –
SRA. CARMINHA – FONE: 11 2995 28 76
· PROJETO MÉDICO PEDAGÓGICO E SOCIAL SOL VIOLETA – DRA. ANA MARIA – FONE: 11 9854 09 60 –
APOIADORES:
· SOBEL IND. E COM. DE PROD. DE LIMPEZA LTDA.
RUA FREIRE BASTOS 284 – JAÇANÃ – SP/SP
FONE: 3382 29 44 CEP 02261 020
· CLUBE DE CAMPO ASSOCIAÇÃO ATLÉTICO GUAPIRA
RUA DR. JOSÉ CAMARGO ARANHA – Nª 376 – JARDIM GUAPIRA
FONE: 2243 45 17 CEP: 02317 – 180
· CENTRO COMUNITÁRIO DE SAÚDE DO JARDIM DAS PEDRAS E IMEDIAÇÕES – CCS/JPI
· PROJETO CIDADANIA AO ALCANCE DE TODOS
· UBS JARDIM DAS PEDRAS
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PRODUTOS Orgânicos
Lista de Produtores, distribuidores e feiras Orgânicas:

São Paulo:

Box da Luciana no Ceagesp - Pavilhão HFM - Box 144
Terra Comércio de Frutas Ltda. Frutas Orgânicas
Av. Dr. Gastão Vidigal, 1946
Vila Leopoldina - SP
CEP 05314-000
Telefone: (11) 8480-8582
terrafrutasorganicas@terra.com.br
Atende todos os dias atacado e varejo de Terça a Sábado.
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Verduras no Ceasa com o Sr. Honda
Telefone: 9944-1682 ou 7192-9695
quarta-feira das 14:00 as 22:00 hs. no portão 7 e sábado no portão 13 das 07:00 as 12:00 hs.
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Feira Orgânica da AAO no Parque da Água Branca acontece toda terça-feira, sábado e domingo, das 7h às 12h. Av. Francisco Matarazzo, 455 site:
http://aao.org.br/
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Feira de Orgânicos no Continental Shopping – Piso Boulevard
Todos os sábados, das 9h às 15h
Av. Leão Machado, 100 (altura do 6.300 da Av. Corifeu de Azevedo Marques) - Jaguaré - São Paulo – SP
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SABOR NATURAL
FONE 2978 – 73 69 – AV. LEÔNCIO DE MAGALHÃES 1297 – JARDIM SÃO PAULO – SP/SP
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REDE DE COMPARTILHAMENTO DE ORGÂNICOS
A/C ENFERMEIRA LUCIOLA - 71105121
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REDE PÃO DE AÇÚCAR
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OURO VERDE – AMAZÔNIA – DISTRIBUIDOR DE PRODUTOS ORGÂNICOS – CASTANHAS, E DERIVADOS – FONES: 11 4303 64 65 // 7045 9400 – E-MAIL: virgo.organico@hotmail.com
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FM – FAMÍLIA MENDONÇA – RUA DA CANTAREIRA 306 – MERCADO MUNICIPAL – CENTRO – SP/SP – RUA H BOX 37 – PORTÃO 16 – NEXTEL – 11 7838 13 92 -
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ATENÇÃO: NÃO CONFUNDIR PRODUTOS ORGÂNICOS COM PRODUTOS HIDROPÔNICOS!
ESPERAMOS POR VOCÊS!
A COMISSÃO ORGANIZADORA!
 

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

cancer de mama 2

Passe longe do câncer de mama com 11 hábitos saudáveis

Exame de toque e mamografia não são as únicas maneiras de se proteger

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por Fernando Menezes
O Dia Rosa, comemorado dia 29 de setembro em todo mundo, chama a atenção para a prevenção do câncer de mama, que é a doença que mais mata mulheres no Brasil - mais 10 mil óbitos por ano, segundo o Ministério da Saúde. A maneira mais popular para a detecção precoce desse câncer é o autoexame de toque. "Ele ajuda a fazer um diagnóstico precoce da doença, aumentando as chances de cura", diz o oncologista Domingos Auricchio Petti, coordenador do CIAMA - Instituto da Mama do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Já a mamografia e o ultrassom de mama são os exames mais precisos, que podem diagnosticar o tumor na mama. "O rastreamento mais viável para reverter esse quadro é a mamografia. Ela consegue encontrar tumores menores do que um centímetro. Nesse estágio, 95% dos casos são tratáveis", explica o oncologista Ricardo Caponero, do Hospital Albert Einstein.

Além do diagnóstico precoce, existem hábitos que ajudam a evitar o desenvolvimento dessa doença. Saiba quais são eles e aumente a sua proteção. imagem de internet.cancer de mama

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

projeto

Repassando...
Projeto de Lei 267/11

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 267/11, da deputada Cida Borghetti (PP-PR), que estabelece punições para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento de instituições de ensino.

Em caso de descumprimento, o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à autoridade judiciária competente.

A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de estudante.

Indisciplina
De acordo com a autora, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo rotineiro nas escolas brasileiras e o número de casos de violência contra professores aumenta assustadoramente. Ela diz que, além dos episódios de violência física contra os educadores, há casos de agressões verbais, que, em muitos casos, acabam sem punição.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte:
http://primasfalando.blogspot.com/2011/04/camara-analisa-projeto-de-lei-que-pune.html
PASSEM PARA TODOS OS PROFESSORES.... VAMOS APOIAR!!!!!!!


imagem da internet:http://mail.uol.com.br/main#selectedfolder=INBOX&uid=NDY5MDkprojeto

terça-feira, 20 de setembro de 2011

wspa

Setembro 2011                                                                            Ano 4 - Edição nº 16
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Caro(a) Angela,
Leia mais sobre o Workshop sobre Gerenciamento de Desastres no Rio de Janeiro Workshop debate inclusão dos animais em planos de emergência no Brasil
O Curso Introdutório de Redução de Risco para Animais em Situações de Desastres, promovido pela WSPA no Rio de Janeiro nos últimos dias 4 e 5 de agosto, reuniu autoridades da Defesa Civil, bombeiros e policiais militares locais e de outros municípios, representantes da Cruz Vermelha, de ONGs de proteção animal e de Instituições de Ensino e Pesquisa.
Marcando o encerramento da atuação da WSPA na Região Serrana do Estado do Rio após as fortes enchentes no início deste ano, o encontro contou com a presença de profissionais como o Diretor de Operações de Desastres nas Américas da WSPA Gerardo Huertas, e o Coronel da Defesa Civil Colombiana, Carlos Eduardo Matiz, que compartilharam experiências bem-sucedidas em Gerenciamento de Desastres ocorridos em outros países. Os participantes concluíram que o Brasil necessita implantar políticas públicas, treinamento e trabalho conjunto entre as entidades e autoridades para a inclusão dos animais durante o enfrentamento de desastres naturais.
Leia mais sobre o Workshop sobre Gerenciamento de Desastres no Rio de Janeiro. >>
Saiba mais sobre a participação de pessoas e órgãos que atuaram na Região Serrana do Rio no Workshop. >>

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Bem-estar animal e agricultura sustentável na agenda preliminar da Rio+20 Bem-estar animal e agricultura sustentável na agenda preliminar da Rio+20
A WSPA mostrou a relevância do bem-estar animal para o desenvolvimento sustentável e incluiu o tema na pauta de discussões da 64ª Conferência Anual do Departamento de Informação Pública das Nações Unidas para Organizações Não-Governamentais – conhecida como Declaração de Bonn, entre 03 e 05 de setembro, em Bonn, na Alemanha.
A WSPA ainda promoverá um encontro em outubro, em Nova Iorque, para intensificar o diálogo sobre o assunto junto a delegações de diversos países.
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Campanha da WSPA amplia conscientização popular sobre comércio de passarinhos Campanha da WSPA amplia conscientização popular sobre comércio de passarinhos

Após tomar conhecimento de uma reunião com o Ibama nos dias 18 e 19 de agosto, convocada por criadores de passarinhos para alterar o conteúdo da Instrução Normativa 15/2010 (IN 15), a WSPA mobilizou seus apoiadores para uma ação online, buscando impedir que houvesse a revogação da IN 15/2010.
A regulamentação restringe, entre outros aspectos, o número de espécies de passeriformes com permissão para serem comercializadas legalmente. Manifestando repúdio a um possível retrocesso na legislação que favorece os animais, mais de 10.500 pessoas escreveram ao Ibama solicitando que o órgão mantivesse os avanços trazidos com a IN 15. Graças à sua ajuda, o resultado da reunião foi favorável: tanto o limite do número de espécies passíveis de comercialização quanto a exigência de que os animais possam alçar pequenos voos permanecem no texto da IN 15.
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Professores de Petrópolis/RJ recebem treinamento em Educação para o Bem-Estar Animal Professores de Petrópolis/RJ recebem treinamento em Educação para o Bem-Estar Animal
No último dia 8 de agosto, a Rede Municipal de Ensino Fundamental de Petrópolis, no Rio de Janeiro, recebeu uma capacitação em Educação para o Bem-Estar Animal da WSPA.
Fruto de uma parceria entre a WSPA, sua ONG parceira local AnimaVida, e a Coordenadoria de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Educação, o workshop é parte do Programa Primeiros Conceitos em Bem-Estar Animal da WSPA , que visa a preparar professores do Ensino Fundamental para, através de suas aulas, estimular nos alunos a compaixão, o senso de justiça e o respeito pelos animais e pelas pessoas.

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Brasileiros se unem à Corrente Humanitária pelo fim da exportação de gado vivo na Austrália Brasileiros se unem à Corrente Humanitária Global pelo fim da exportação de gado vivo na Austrália
Desde que a WSPA expôs, em maio, a crueldade praticada contra animais destinados à exportação na Austrália, quase 100 mil apoiadores de todo o mundo escreveram ao Governo Australiano pedindo pelo fim da exportação de gado vivo.
Das 100 mil, 12 mil pessoas aderiram à Corrente Humanitária Global. Para participar, era preciso enviar para o site da campanha uma foto com os braços bem abertos, formando uma grande corrente humana pelo fim da crueldade contra os animais. Só do Brasil, foram registradas 700 lindas fotografias enviadas de diversos Estados do país.
Assista ao vídeo da entrega da petição aos membros do parlamento Australiano (em inglês) >>

Conheça o blog da campanha pelo fim da exportação de gado vivo da Austrália  (em inglês) >>

Acesse as últimas notícias da WSPA Brasil. >>
  Animais: Como agir em situações de emergência?

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  Saiba como denunciar maus-tratos junto aos orgãos competentes

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   Conheça o OLA - Observador da Legislação Animal

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angelavaz7@uol.com.brwspa

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

enfermagem2

 Ontem dia 18/09/2011 a reportagem do Fantástico,poderia ter assustada,mesmo diante de tanta dores no meio dos corredores.Se alguém tiver a curiosidade já venho postando o socorro para os funcionários da área da saúde.Além de ter indicado que os anjos também erram.E como diz o senhor Neri que não podem haver erros e não podem mesmo,são vidas  e mais vidas.

 Fui supervisora  mais ou menos uns 8 anos,e de um tempo para cá fui percebendo que o aluno começou a  mudar de posturas,ética etc.Numa escola particular não pode haver o tal sumiço dos alunos eles podem migrar por outras escolas ou faculdade $$por isso tem que ser trtados a pão de ló.Mais,deixei continuo na enfermagem.As condições desses profissionais que não são todos,por isso na hora de fazer a avaliação socorrerão a uma profisional experiênte. Que deu sua avaliação vendo os erros a olho nu.A fiscalização existem!Sim recebo algumas vezes sabem das existencias das falhas e faltas.Eu dentro dos meus 23 anos não posso me queixar temos que ter segurança tanto para o profissional ou para o cliente está no Código do Coren a isso a instituição tem que fazer valer.Mais,aqueles dentro de um hospital privado vai se colocar?.Nem nos hospitais onde os funcionários,são concursados não podem mandar embora eles os transferirem para outro lugar?.O que vem fazendo o órgão?Sabem de tudo que até instituição tem profissionais concursados por um cargo somente e ocupam mais de dois.Tem pessoas que foram concursados por técnicas de enfermagem,mais hoje ocupam um lugar de enfermeiro sem o concurso nem no processo seletivo fzeram, com o tal processo seletivo numa instituição pública aos olhos da fiscalização.Ai fico pensando se houver falhas quem será o culpado o técnico ou enfermeiro?Agora o Fantástico mostrou vamos vê daqui uns 10 meses se tudo mudou um pouco e sem falar nas professores com as salas de aulas com tantos alunos e sala com varias serie....fuienfermagem2

Os anjos erram,e não deviam mais erram!Um dia falei com um médico que a imprensa iria atacar não somente eles mais passaria para o pessoal técnico,auxiliar,enfermeiro.E podem arrumarem ou começar a pagar seguro como acontecem nos Estados Unidos a falta de condições de médicos e para demais profissionais cada dia aumenta mais na saúde.Todos os dias tem um medicamentos diferentes substituindo outros,todos os dias uma ala com 80 pacientes um ou dois funcionários atendendo,fora os médicos que muito das vezes está somente sozinho para atender cirúrgica,clínica e até pediatria.Falo de uma situação geral,falo que todos sabem,porém finge deixe que aconteça primeiro depois manda a infeliz embora a população se sentem bem e os demais que poderão surgir.Materiais nem se fala,se for público pelo lei da licitação e precisa já tendo já vêem material de todos os estados,já quebrei quatro equipos para conseguir introduzir um no soro.

No pronto-socorro, a fiscal se espanta com as condições do braço de um paciente, onde um acesso para medicação foi implantado seis dias antes......Ela espantou?.Como?Tem fiscalização ou a mesma não tem o Código do COREN de nos oferecer segurança para trabalhar e aos usuários nenhum fiscal havia passado ali.

Cursos de enfermagem de má qualidade ameaçam vida de pacientes

De 2009 para 2010, o número de denúncias contra profissionais de enfermagem praticamente dobrou.

Em uma situação alarmante, pacientes recebem medicações trocadas, crianças sofrem lesões graves, e mortes causadas por erros banais estão cada vez mais comuns.

No Rio de Janeiro, fiscais do Conselho Regional de Enfermagem (Coren) entram no Hospital Geral de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A superlotação é evidente. Regras básicas da enfermagem são quebradas a todo instante. Uma profissional faz um procedimento em uma paciente sem usar luvas. “Eu não lembrei, na verdade. Mas não é sempre”, defende-se ela. Perguntada sobre a existência de material suficiente para trabalhar, a funcionária garante que tem.




No pronto-socorro, a fiscal se espanta com as condições do braço de um paciente, onde um acesso para medicação foi implantado seis dias antes.

“Você via ali um tecido roxo, que é sinal de infecção. Aquele procedimento, ao menor sinal de vermelhidão local, tem que ser trocado”, explica Ana Teresa Ferreira de Souza, chefe da fiscalização do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ).

Momentos depois, a auxiliar continua sem luvas. Ela garante que é só para botar o soro. “Observamos que ela não fez a higienização das mãos e atendeu vários pacientes ao mesmo tempo. Ela pode estar transmitindo bactérias de um paciente para o outro”, alerta a fiscal do Coren-RJ Wendy Koehler. E o pior de tudo: “Nada tem rótulo, eu não sei o que está sendo infundido”, acrescenta ela.

“A grande maioria dos pacientes estava com soro sem rótulo, sem identificação de nome e medicação”, denuncia Ana Teresa. É uma prática extremamente arriscada. “Você não tem identificação do nome do paciente, do horário daquele medicamento nem do próprio medicamento e dosagem. Com isso, você pode ter a troca”, diz a chefe da fiscalização do Coren-RJ.

As fiscais cobram explicações da enfermeira responsável pelo pronto-socorro. “Você pode fazer uma identificação menor, mas essa identificação tem que ter”, afirma a chefe de enfermagem. “Tenho que ver com a equipe por que isso não está sendo feito”, acrescenta ela.

Ana Teresa Ferreira de Souza especula sobre o motivo de alguns profissionais de enfermagem não seguirem os procedimentos corretos: “O hábito de estar fazendo aquilo, achar que o erro nunca vai acontecer com ele, que a fatalidade nunca vai chegar àquele profissional”. Só no Estado do Rio, o número de denúncias contra profissionais de enfermagem praticamente dobrou de 2009 para 2010.

Se dependesse apenas dos números, o brasileiro tinha tudo para estar em ótimas mãos. Existem hoje no país 1,5 milhão de enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem. A cada ano, surgem pelo menos cem mil novos profissionais. Felizmente, a maioria cuida bem dos pacientes. Mas nunca houve tantos erros cometidos pela categoria.

“Nós temos observado, principalmente nos últimos cinco anos, um aumento muito grande das denúncias, um incremento da ordem de 20% a 25% ao ano. Erros simples que poderiam ser perfeitamente evitados se esse atendimento tivesse sido realizado com maior atenção”, aponta Manoel Carlos Neri, presidente do Conselho Federal de Enfermagem.

A equipe do Fantástico foi até o interior do Ceará, na zona rural do município de Missão Velha, que fica a 600 quilômetros de Fortaleza, para conversar com a família de dona Maria Laurentino. Ela tinha 78 anos e passou mal em julho de 2011. Estava com cansaço e dificuldade para respirar. Foi levada para o hospital da cidade e acabou sendo vítima de um erro de uma auxiliar de enfermagem.

“Entrei com ela no hospital, vi a enfermeira aplicando soro no braço dela”, conta José de Souza, filho de dona Maria.

“Começou a aparecer umas espumas na lateral da boca”, continua Rosa Laurentino, nora de dona Maria.

De madrugada, dona Maria foi transferida às pressas para outro hospital, no município vizinho de Barbalha. “O médico que atendeu ela foi quem falou que ela tinha vindo de lá com uma medicação imprópria”, acrescenta Silvana de Souza, neta de dona Maria.

Às 7h, dona Maria Laurentino morreu. “Ela cansava de ir na roça, colher feijão. Catava feijão. Minha mãe morreu”, lamenta, emocionado, o filho.

No laudo do IML, a causa da morte: embolia pulmonar por infusão de glicerina. No lugar do soro, a auxiliar de enfermagem do hospital de Missão Velha injetou em dona Maria uma substância oleosa usada para lavagem intestinal. No sangue, a glicerina causa um entupimento de vasos e artérias e rapidamente atinge o pulmão e o coração. O caso foi parar na polícia.

O frasco de soro é bem diferente do frasco de glicerina. Ela pegou o liquido e reparou que não havia o gancho para pendurar no suporte. Ela estranhou isso. Então pegou o frasco e fez um suporte com esparadrapo. “Em nenhum momento ela leu a etiqueta que estava posta no frasco. Tinha lá: glicerina a 12%”, diz o delegado Marcos Antônio dos Santos.

A auxiliar de enfermagem foi afastada do hospital e indiciada por homicídio culposo. Ela não quis conversar com a reportagem. Procuramos o médico que prescreveu o soro para dona Maria. Ele é o diretor clínico do hospital de Missão Velha, um lugar onde medicamentos controlados dividem espaço com grilos.

Fantástico: Por que deram a medicação errada para ela?
Luciano Santana, diretor clínico do hospital de Missão Velha: Essa pergunta eu não posso responder porque não fiz a medicação. Aliás, eu não administro medicação.

Fantástico: O senhor não viu o frasco que ela pegou?
Luciano Santana: Não vi. Ela foi pegar lá dentro. O médico prescreve e entrega para o auxiliar e o enfermeiro que esteja por lá para ver.

De acordo com a lei, auxiliares e técnicos só podem trabalhar com a supervisão de um enfermeiro. Mas não foi isso que aconteceu naquela madrugada.

Fantástico: Por que não tinha uma enfermeira?
Luciano Santana: Não sei te dizer.

Fantástico: O senhor é diretor clinico do hospital.
Luciano Santana: Bem, mas o que aconteceu foi o seguinte: até 22h, tinha um enfermeiro.

Fantástico: De 22h às 5h não tinha.
Luciano Santana: Aí eu não sei. Eu não sei lhe falar onde estava no momento.

Histórias como essa não acontecem apenas em cidadezinhas do sertão. Só em 2010, o Conselho Regional de Enfermagem em São Paulo recebeu 250 denúncias de erros causados por profissionais da área. Vinte deles resultaram em morte ou lesão permanente para os pacientes.

Em dezembro de 2010, uma auxiliar de enfermagem injetou vaselina em vez de soro no corpo de Stephanie Teixeira, de 12 anos. A menina, que tinha apenas uma virose, em poucas horas morreu. Semanas depois, também em São Paulo, outra auxiliar de enfermagem decepou a ponta do dedo da pequena Tiffani Bahia, de 1 ano, ao tentar arrancar um curativo com uma tesoura.

Certos profissionais não estão cumprindo nem o básico da profissão. “Me parece que esse é um problema que tem diversos fatores. Um dos fatores mais importantes que eu coloco é a baixa qualidade do ensino”, opina Manoel Carlos Neri, presidente do Conselho Federal de Enfermagem.

Em um hospital particular de São Paulo, sobram vagas para profissionais de enfermagem.

“Hoje eu estou com mais ou menos 20 vagas, de auxiliar técnico a enfermeiro. Não consigo preencher”, diz a gerente de enfermagem Hamdi Hassan.

Com 30 anos de experiência, Floracy Gomes Ribeiro, diretora de enfermagem do Hospital das Clínicas de São Paulo, supervisiona mais de dois mil funcionários. “O que nós temos observado nos últimos concursos é que nós temos tido uma reprovação de 50%”, avisa a diretora de enfermagem.

“A impressão que a gente tem que é que não tem fiscalização dos órgãos de ensino, porque está muito deficiente. Eles estão chegando muito mal preparados”, critica Hamdi Hassan.

Nunca foi tão fácil estudar enfermagem no Brasil. O curso para técnico, que exige apenas o Ensino Médio, e dura cerca de dois anos, é, disparado, o mais procurado do país. São mais de 1,7 mil escolas cadastradas.

“Precisaria que os mantenedores desses cursos encarassem a coisa com maior seriedade e não apenas querendo se beneficiar de uma explosão no mercado e ganhar dinheiro, para falar o português claro”, diz João Cardoso Palma Filho, secretário adjunto da Educação de São Paulo.

A equipe do Fantástico mostrou imagens da Escola de Base Ferrazense, curso técnico da Grande São Paulo, para a enfermeira Maria Therezinha Nóbrega da Silva, professora de enfermagem da escola do estado do Rio de Janeiro. Ela já fez parte da Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn) e é uma especialista na análise de cursos da área.

No laboratório, há falta de carrinho de medicamentos, maca, boneco de bebê para simulações e até pia.

“Pelo menos uma pia para habituar as pessoas a lavarem as mãos antes de fazerem os procedimentos deveria existir”, opina Therezinha Nóbrega.

Em Missão Velha, onde dona Maria Laurentino recebeu glicerina no lugar de soro, um curso técnico particular funciona em uma escola pública só aos fins de semana. No local, não tem laboratório.

“Não se pode improvisar laboratório para ensinar enfermagem. Isso não existe”, critica Therezinha.

A matrícula do curso Vera Cristo é feita em uma farmácia. As aulas já começaram há três meses, mas a produtora do Fantástico é aceita sem o menor problema. “Vai estudando em casa. Ela te dá o capitulo que você vai estudar e vai te marcar uma avaliação”, diz a atendente da farmácia.

O Conselho Estadual de Educação do Ceará garante que o curso de Missão Velha não tem autorização para funcionar.

“Se está havendo essas aulas, elas estão irregulares. Ela só pode abrir aulas depois de aprovado pelo conselho”, explica Edgar Linhares Lima, presidente do Conselho Estadual de Educação do Ceará.

Procurada pelo Fantástico, a coordenadora não quis dar entrevista. A Escola de Base Ferrazense, de São Paulo, também não quis se manifestar. As secretarias estaduais de Educação reconhecem que a fiscalização é insuficiente.

Fantástico: Isso quer dizer que no estado de São Paulo pode haver cursos que estão precários ou até que não poderiam estar funcionando?
João Cardoso Palma Filho: Pode, pode haver.

Para melhorar a inspeção dos cursos técnicos, a secretaria paulista pediu ajuda para entidades especializadas. “Uma escola de enfermagem ruim é quase um ato criminoso. Porque isso vai resultar em consequências muito sérias na hora do exercício profissional”, aponta Therezinha.

Para a mãe de Ana Clara, cada refeição da filha é um suspense. Há dois anos a menina sofre com as sequelas de um erro cometido por uma funcionária do Hospital Santa Catarina, em São Paulo. No lugar de um sedativo, a auxiliar de enfermagem injetou na boca da menina um ácido usado para dissolver verrugas. O líquido queimou a boca, o estômago e ainda provocou o estreitamento do esôfago de Ana Clara.

“A comida era no liquidificador. Se tinha o arroz com feijão, tínhamos que bater no liquidificador”, conta Márcia Zuccari, mãe de Ana Clara.

Aos 4 anos, Ana Clara ainda não frequenta escola.

“A gente tem medo de ela engasgar na hora da alimentação”, diz Alexandre Zuccari, pai da menina.

Para evitar o fechamento total do esôfago, a cada seis meses Ana Clara tem que tomar anestesia geral e passar por um procedimento de dilatação.

Por nota, o Hospital Santa Catarina disse que ofereceu toda a assistência para a recuperação de Ana Clara, e que, depois do incidente, revisou processos internos e passou a reavaliar periodicamente o trabalho das equipes de enfermagem.

Os erros não existem só entre auxiliares e técnicos. Ocorrem entre os profissionais de nível superior. Os números mostram que as faculdades de enfermagem também estão em alta.

“A procura no passado era muito por dedicação, por gostar. Hoje a procura é muito mais por mercado de trabalho aberto”, comenta Pedro de Jesus Silva, presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro.

Em dez anos, o número de cursos oferecidos no Brasil ficou quase cinco vezes maior.

“Já chegamos a ter conhecimento aqui de faculdades que o aluno, durante toda a sua formação, fez os estágios apenas dentro de laboratórios e nunca foi a uma unidade de saúde para lidar diretamente com o paciente”, revela Manoel Carlos Neri, presidente do Conselho Federal de Enfermagem.

A cada três anos, o Ministério da Educação realiza um exame para avaliar a qualidade do ensino nas faculdades de enfermagem. Entre 2004 e 2007, a porcentagem de cursos com avaliação abaixo da média subiu de 6% para 47%.

“O ministério vai tomar ações incisivas e no limite, fechar cursos, fechar vagas e até mesmo fechar instituições”, garante o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Luís Fernando Massonetto.

No município de João Pinheiro, no noroeste do estado de Minas Gerais, fica uma faculdade particular que, segundo o Ministério da Educação, teve um dos cursos de enfermagem mais mal avaliados do país.

O último dado disponível é do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2007: o máximo que os alunos do curso conseguiram foi a nota mínima: um – em uma escala que vai de um a cinco.

Logo no início da visita da reportagem, marcada com antecedência, a responsável pelo ensino de enfermagem se apressou em mostrar um laboratório todo arrumado e equipado, mas, sobre o curso em si, a coordenadora Eliane Batista pouco sabe.

Fantástico: Quantos professores de enfermagem vocês têm?
Eliane: Nós temos, aproximadamente, oito enfermeiros, mais professores de outras disciplinas que não são específicas.
Fantástico: Mas de enfermagem, você falou uns oito.
Eliane: Um professor, ele às vezes trabalha com duas ou três disciplinas. Tem aquelas disciplinas do curso que são específicas do enfermeiro.
Fantástico: Então, mas quantos professores tem o curso de enfermagem?
Eliane: Podemos dizer seis.

O Fantástico pergunta se virão novas turmas. “Vai ter vestibular no final deste ano para todos os cursos”, avisa Eliane.

A verdade é que, por ordem judicial, a faculdade está impedida de receber novos alunos. Uma série de irregularidades constatadas pelos fiscais levou o MEC a descredenciar todos os cursos da instituição.

“A partir do momento que saiu a decisão suspendendo o ingresso dos alunos, a gente não pode colocar aluno”, afirma o diretor jurídico da instituição, Cláudio Giansante.

Mas não são apenas cursos ruins que podem provocar erros. Tem também a sobrecarga de trabalho.

No abrigo Cristo Redentor, em São Gonçalo, as fiscais do Conselho Regional do Rio de Janeiro encontram um cenário assustador. Ao todo, são 182 idosos e apenas um enfermeiro no comando de seis auxiliares e técnicos. O recomendado nessa situação seria ter, no mínimo, nove enfermeiros e 18 auxiliares e técnicos.

“Ali você tem pacientes totalmente dependentes da enfermagem”, aponta Ana Teresa Ferreira de Souza, chefe da fiscalização do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro.

O resultado são prontuários dos paciente em branco; geladeira de medicamentos com alimentos vencidos; remédios de uso controlado misturados, sem identificação ou data de validade e em péssimas condições de higiene; e lixo infectante em lugar perigoso.

O mais preocupante: pacientes com graves lesões infeccionadas. A sobrecarga ocorre também por causa dos baixos salários.

Lizete Lopes é auxiliar de enfermagem há 17 anos. Trabalha três dias da semana em um hospital, três em outro e ainda faz curso de especialização. “É cansativo. Às vezes, chega até ser exaustivo, dependendo do plantão”, diz.

Para evitar erros, Lizete se apega aos chamados "cinco certos" da profissão. O paciente certo, o medicamento certo, a prescrição certa, a hora certa, pela via certa. Assim faz também uma legião de profissionais de enfermagem Brasil afora.

A enfermeira Lilian Behring é a primeira pessoa que muitos pacientes veem quando renascem de uma cirurgia no coração, no CTI.

“Imagina você com um tubo na boca, fica muito agitado”, diz Lilian.

Seu José Carlos Inácio acaba de ser transferido para a enfermaria e não esquece a atenção que recebeu.

“O medo que eu estava era muito grande. Com a força que ela me deu, me senti a pessoa mais importante do mundo para ela”, conta Seu José.

A chefe da enfermagem de UTI neonatal Inês da Silva fica emocionada ao olhar para os bebezinhos que ajudou a salvar em quase 20 anos de trabalho. “Essa criança nasceu no dia do meu aniversário, deve estar com uns 16 anos”, conta ela.

“Ontem ela pegou uma cadeira de balanço para mim, para eu ficar ninando meu filho. Foi a segunda vez que botei ele no colo depois de 17 dias”, diz Claudia Lins de Albuquerque, mãe de Antônio.

Os pais do pequeno Antônio querem ser os próximos a voltar com uma bela foto de agradecimento. “Você se sente acolhido. É uma sensação em que a gente fica muito frágil”, afirma Claudia.

Procuramos o Hospital Geral de Nova Iguaçu, onde a equipe do Fantástico mostrou, no começo desta reportagem, profissionais de enfermagem trabalhando sem luvas e pacientes recebendo medicamentos sem identificação.

“Eu acredito que, nesse momento, eles estavam atendendo com urgência os casos. Posteriormente vem o rótulo, porque o atendimento é de emergência”, argumenta Maria Aparecida de Lima, chefe da enfermagem do Hospital Geral de Nova Iguaçu.

Já Hélio Abicalil, diretor-presidente do Abrigo Cristo Redentor, disse que quer resolver em 30 dias os problemas apontados pela fiscalização. Ele reconheceu que a equipe de enfermagem é pequena, mas que tem limitações financeiras por se tratar de uma entidade filantrópica.

“Eu não posso, como administrador, aumentar uma folha de pagamento se não terei condição de cumprir”, diz Hélio.

Nos próximos dias, o Conselho Regional de Enfermagem do Rio vai enviar à Vigilância Sanitária, ao Ministério Público Estadual e às secretarias municipais de Saúde um relatório com as irregularidades encontradas nas duas instituições.

“Errar na enfermagem não pode. Você pode causar danos irreparáveis à sociedade e não dá para aceitar”, afirma Pedro de Jesus Silva, presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro.

sábado, 17 de setembro de 2011

torneio de pesca

a prefeita Cida participou do evento.
as mulheres participaram
hora das premiações
Cida,premiador recebendo da tranrede p/Luiz
2º TORNEIO DE PESCA DO TUCUNARÉ 

 

13/09/2011
Carmo do Rio Claro sediou no último final de semana o 2º Torneio de Pesca Esportiva do Tucunaré.O evento teve como cenário as águas do Lago de Furnas no distrito do Itaci, onde centenas de pessoas, pescadores e turistas puderam apreciar uma boa pescaria em um dos locais de visual mais bonito do sul de Minas.
Com inicio no sábado pela manhã, mais de 50 barcos com quase 200 participantes se adentraram a imensidão do lago em busca do maior número de peixes como também do maior peixe em tamanho, já que para pontuação valiam apenas os peixes com pelo menos 25 cm.Além do maior número de peixes pescados e do maior peixe fisgado, esse ano foi premiado a equipe de “pé frio” que não conseguiu pegar nenhum exemplar do tucunaré durante o torneio.As categorias premiadas foram divididas em adulto masculino, adulto feminino e adulto mista.
 Confira os vencedores de cada categoria:
Adulto Masculino:
1º LUGAR
EQUIPE: Mergulhão
CIDADE: Boa Esperança – MG
INTEGRANTES: Mirinho
e Coalhada
 2º LUGAR
EQUIPE: Destruidor
CIDADE: Carmo do Rio Claro – MG
INTEGRANTES: Natan e Agostinho


3º LUGAR
EQUIPE: CCC
CIDADE: Boa Esperança – MG
INTEGRANTES: Celso, Cristiano, Gilberto


Categoria adulta feminino

1º LUGAR
EQUIPE: Bicho D’água
CIDADE: Carmo do Rio Claro – MG
INTEGRANTES: Claúdia, Enoe e Laís


Categoria adulta mista

1º LUGAR
EQUIPE: Ninjas Fominha
CIDADE: Carmo do Rio Claro - MG
INTEGRANTES: Leonan, João Carlos e Ana Maria


2º LUGAR
EQUIPE: Portuga I
CIDADE: Conceição da Aparecida - MG
INTEGRANTES: José Rogério, Rato e Sílvia


Além da premiação oficial, o Torneio de Pesca em 2011 teve como novidade, premiações especiais para “pé frio”, “sortudo” e “esportista”, para a equipe que não pescou nenhum peixe, a equipe que pescou o maior peixe e aquela que pescou a maior quantidade de peixes, respectivamente.

Organizado pelo COMTUR (Conselho Municipal de Turismo), com apoio da Prefeitura Municipal, o evento teve total aceitação de empresas locais e regionais, muitas delas participando pela segunda vez e já garantindo participação no próximo ano.


Além das empresas patrocinadoras, o Torneio de Pesca Esportiva do Tucunaré contou com importantes parcerias e apoiadores como a Policia Ambiental e Corpo de Bombeiros que trabalharam incansavelmente para garantir a segurança dos competidores, “foi um trabalho em conjunto que gerou um resultado muito satisfatório, pudemos presenciar um torneio com respeito entre as equipes e principalmente ao nosso lago”, disse Cabo Ivan pela Policia Ambiental.


O torneio atraiu pelo segundo ano consecutivo, participantes de toda a região, interior de São Paulo, e até mesmo de Brasília.


Na pesca esportiva Carmo do Rio Claro se destaca por ser o maior Município alagado pela represa de Furnas.


Conscientização

A Companhia Lux de teatro amador apresentou uma peça enfocando o Meio Ambiente onde as crianças acompanharam atentamente a história passada pelos atores.

Limpeza do lago

Além da pesca esportiva, o torneio teve esse ano uma importante ação em prol do meio ambiente, já que no domingo, foi realizada a limpeza do lago onde todas as equipes tiveram que trazer o lixo encontrado pelo seu percurso e com isso somava mais pontos na média final do torneio, “é muito importante ver essa preocupação não só com o lazer como também em cuidar do meio ambiente, nossa equipe ajudou com prazer”, disse um dos participantes de Poços de Caldas.

Ao final do evento, a Prefeita Cida Vilela pediu o apoio da Policia Ambiental para agendar uma data onde seria feita somente a limpeza do lago e já convidou os pescadores a ajudarem, “a Policia Ambiental é parceira da administração em todas as ações que visarem a preservação do meio ambiente”, disse Konrado, sargento da Policia Ambiental.

Soltura de Alevinos

No domingo, antes do encerramento, a Prefeita Cida Vilela fez a soltura simbólica dos primeiros alevinos para repovoamento do lago.

Na ocasião, o município recebeu a doação de 13 mil alevinos feita por Furnas Centrais Elétricas, “estamos pensando nos próximos torneios e para isso precisamos começar agora, essa ação tem esse objetivo”, disse a Prefeita.

Mais prêmios

Para encerrar a 2ª edição do Torneio de Pesca Esportiva do Tucunaré, foi realizado o tão esperado sorteio que premiou alguns dos participantes com prêmios como um motor elétrico, um tanque rede e um barco de alumínio.

Dois dos três prêmios oficiais saíram para participantes da cidade de Poços de Caldas e um deles para um carmelitano que atualmente reside em Brasília.

BARCO DE ALUMÍNIO

CIDADE: Poços de Caldas – MG
INTEGRANTES: Vilson


TANQUE REDE

CIDADE: Brasília - DF
INTEGRANTES: Marcelo Campista César


MOTOR ELÉTRICO

CIDADE: Poços de Caldas – MG
INTEGRANTES: Júlio

 Agenda
 Com o término do 2º Torneio de Pesca Esportiva do Tucunaré, a cidade prepara para o distrito do Itaci mais um evento que será organizado pelo segundo ano no local.No dia 12 de outubro, será realizada nas águas do lago de Furnas a 2ª Procissão Fluvial na qual os barcos irão rumo ao distrito do Itaci para o encontro das imagens de Nossa Senhora Aparecida e Bom Jesus dos Aflitos.O evento é pioneiro na região e atraiu em 2010 milhares de turistas.

prefeita Cida com uma participante.
Para mim foi e para o meio ambiente isso:
Limpeza do lago

Além da pesca esportiva, o torneio teve esse ano uma importante ação em prol do meio ambiente, já que no domingo, foi realizada a limpeza do lago onde todas as equipes tiveram que trazer o lixo encontrado pelo seu percurso e com isso somava mais pontos na média final do torneio, “é muito importante ver essa preocupação não só com o lazer como também em cuidar do meio ambiente, nossa equipe ajudou com prazer”, disse um dos participantes de Poços de Caldas.
torneio de pesca

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

feira de arte

Organizadoras: Nini Personal e OPEN - Organização Psicopedagógica Equilíbrio Natural

Apoio: CMCP - Conselho Mundial de Cidadania Planetária
NAN - Native Arizona Network

Parcerias: EE Judith Guimarães dos Santos, Juventude Ecológica, RECANTA - Rede de Cooperação da Cantareira, ORION - Fitness Personal, Baruki - Dança e Música, Portal ZNnaLinha, Viva Mais por Você, Pé de Mola Rope Skipping, Luxor - Escolas de Dança do Ventre - Unidade Parada Inglesa

Data: 24Set2011
Horário: Das 14:00 às 17:00 hs
Local: Escola da Família - EE Judith Guimarães dos Santos
Endereço: Rua Manoel Pereira Sampaio, 66 - Bortolândia - São Paulo - SP feira de arte

domingo, 11 de setembro de 2011

sociológia


A minha primeira faculdade foi sociologia em uma época que era muito difícil falar e principalmente estudar. Lembro que naquela época meu pai ficava apavorado pela faculdade que escolhir. Uma vez que não era bem visto aos olhos de algumas pessoas. Por ser ligado a ciência humana, acabei apaixonando pela disciplina. Estudar o individuo e seu comportamento me fascinava e fascina.
Que é diferente da psicologia, uma vez que estudar os fenômenos sociais, tentando explicar ou achar as causas à sociologia nos dar esses objetivos.Conhecendo o professor João Domingos Fassarela ai que veio que poderia ir mais a frente. Fiz alguns trabalhos de curto prazo, principalmente após fazer a pós-graduação em cientista política, o era ouvindo às opiniões orientando na área política.
Nos dias de hoje parece que não há necessidade do sociólogo como não há necessidade do diploma de jornalismo.Tem os grandes marketeiros que parecem saber lidar com tudo:Como comunicadores,como jornalistas,economistas,publicitários etc...etc.O pobre candidato fica a mercê desses marketeiros ou curiosus,pecumia mutta scire.Sem desmerecer, mais hoje é um saco trabalhar com os marketeiros e os donos dos partidos principalmente aquele que são donos mesmo que ditam as normas colocam todos os trabalhos do seu candidato nas mãos desse pessoal.
Sem contar que nos cometes(no dicionário aventurar-se expor).Nunca vir tanta gente sem fazer nada,todos em vez está na rua trabalhando  estão dentro dos cometes fazendo fofocas  ou espalhando boatos.Ai todas suas pesquisas ficam em vão,principalmente se a pesquisa é negativa.

Eu já trabalhei em duas campanhas fora da minha cidade e foi muito prazeroso, uma vez que o candidato contratou uma equipe não de curiosos, mais sim profissionais e até hoje está na política com seus 20 anos uma vitória atrás da outra.
Sei que o marketeiro  preparado de vitórias ou não tem seu valor,mais é menos preparado que uma equipe composta por todos aqueles que citei acima.Apesar que o seu ganho que conhece muito das vezes o mercado que  não vou tirar seu mérito.
Somente vejo que todos ou quase todos nos julgam o sociólogo como aquelas pessoas metidas a saber muito, politizados demais.  Não é assim, devemos vê o mundo em base de causas cientifica e objetivo e verdadeiros sem máscaras. Para isso há os juramentos nas formaturas.
Sem bajular o seu candidato mesmo que ele não goste, mais temos compromissos com a verdade se ele está mal nas pesquisas temos que saber ir lidando pelos percursos.
Depois prestei em curto prazo um trabalho para melhorar e saber da queda das vendas de uma grande rede de lojas chamada pesquisa oculta: Fazia visitas, chegava até comprar foi um trabalho gratificante uma vez que os donos queria era melhor qualificar os funcionários e não punir. Sendo fomos aos poucos qualificando sem perseguições que são bem diferente dos serviços públicos.Agora faltando poucos para próxima eleição esse é outro assuntos para .......fui
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sociológia