segunda-feira, 30 de abril de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
ofende os bons
O Serviço público está recheado de cacique e poucos índios.
Assim que vejo a cada eleição inserir membros aos seus apadrinhados. Fardas de gentes nas repartições, cada um com seus horários ora de manhã ora à tarde.
Tem sentindo!Uma vez que ninguém consegue saber se o fulano está ou não trabalhando. Outra coisa ninguém sabe quem mandam ou tão as ordens.
Quando surgi algo de errado, ninguém consegue saber de quem partiu a ordem! Por serem todos sentem CHEFES e não gerenciadores.
Percebo: Dos caciques temporários que fizeram à besteira de tal ordem do serviço e pode sangrar que ninguém é macho para assumir os erros ou erro. Além, dos puxa saco esse é infalível dentro da instituição é de pouco valia, mais tem seu valor a cada eleição ele mudam de sigla ou de posição, está bem aparato do seu lado democrático de puxa saco a isso recolho aquele frase<. Ofende os bons, quem poupa os maus.
sábado, 7 de abril de 2012
respeito
RESPEITAR O PRÓXIMO, UMA ATITUDE INTELIGENTE !!!
Não podemos respeitar ao próximo se não temos respeito próprio, se não cuidamos da nossa imagem, dos nossos atos para com nós mesmos e para com os outros, se não nos preocupamos com nossos sonhos e objetivos na vida. Sempre estamos sendo observados às vezes nem percebemos e fazemos coisas que deixa nossa dignidade em risco e essa falta de amor próprio é uma bola de neve que acarreta prejuízo não só para nós mesmo, mas para pessoas que estão próximas da gente e que não merecem.
Não somos mais homens das cavernas, vivemos em sociedade e a sociedade tem suas regras de convivência que devem ser respeitadas pelas pessoas para que possamos conviver em harmonia, em sociedade.
Não devemos esquecer que a escola é uma instituição democrática, um espaço onde podemos discutir os problemas da comunidade, da sociedade, e procurar encontrar sugestões de melhoria, um espaço destinado ao saber e a aprendizagem, um espaço de respeito mutuo entre os agentes que a compõem.
Se respeitar é respeitar ao próximo, e quem é o próximo?
É quem estiver mais próximo de você, não é apenas os pais, esposas, irmãos, os professores e autoridades, é todo ser humano seja o mais simples possível, pois não se mede o valor de um homem pelas roupas ou pelos bens que possui. O verdadeiro valor do homem está em seu caráter, suas idéias e na nobreza de seus atos.
Devemos entender que meu direito termina quando o do outro começa e que precisamos respeitas as regras de convivência entre as pessoas e nas instituições para que possamos viver em harmonia e liberdade, e isso só é possível quando respeitamos ao próximo e nós mesmos.
Vamu-Ki-Vamu-Ki-Vamu !!!
sexta-feira, 23 de março de 2012
Saúde da área de enfermagem
Saúde da área de enfermagem.
Enfermagem, no seu dia a dia dentro das unidades lidam com sentimentos fortes, como a dor, os problemas sociais.
Somos cuidador, mais temos que nos cuidar também. Sempre digo que a enfermagem não é agente que escolhe é Deus que escolhe as pessoas. Percebo que são deixados de lado os anseios dos profissionais, uma cadeira de uma recepcionista mal adequada uma ala com varias enfermarias poucos profissionais. Ainda, coloca cartazes para divulgarmos que devemos cuidar da saúde do trabalhador!Que saúde! Como que podemos divulgar isso?Qual é a nossa credibilidade para isso?Há cerca de 4 dias uma senhora, me procurou na unidade, para cadastrar e fazer uma visita a esse senhor,preocupada ,expôs o problema a pessoa que se titules responsável pela pasta.
Devido,a minha preocupação,uma vez que os ambulatórios não faz e nem tem condições de realizar o serviço,quando foi 16horas e 45 minutos, chega uma médica dentro da unidade para visitar o senhor e além que tinha uma jovem mãe,que ao fazer o ultra-som seu filho estava morto,antes que o médico obstétrico iniciava as consultas,me pediu para deixa-la por último que iria conversar com ela junto comigo.
Mais, ao chegar a médica, desloquei com ela na casa do senhor sendo uma experiência pessoal, e percebe a falta que esse profissional faz dentro das famílias,além de aferir a pressão do usuário,demais membros da familia, havia essa necessidades, e todos muitos educados nos deixando e querendo que ficássemos mais tempo.Sendo que minha saída a unidade era as 17 horas.Ao chegar a unidade fui informado pelo vigio que a ex.futura mãe saiu correndo chorando quando o médico deu a noticia procurando a enfermeira que estava acompanhando a sua gestação!!!!!!
Isso, devido que segundo o ex.secretario na sua saída <O principal diagnóstico para melhoria da saúde de Passos passa, obrigatoriamente, para que o município invista incansavelmente na busca de cobertura em 100% de PSFs ( hoje estamos com apenas 55% de cobertura>.Preciso dizer mais alguma coisa?Sem levar em conta que havia,pessoas esperando,para orientar algo que se tivesse na unidade não teria saído da unidade ás 17hora e 50 minutos,com uma sensação que tudo que fiz naquele dia não foi cumprido.......fui
sábado, 10 de março de 2012
cacique Jandira
cacique guarani 'mãe de todos'
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ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
"Minha geração só se considera guarani por causa dela", diz a professora Poty Poran, 34, sobre a avó, a cacique Jandira Augusta Venício. DE SÃO PAULO
Kerexu, em seu nome indígena (significa "mãe de todos", em guarani), comandava a aldeia fundada por ela e o marido na década de 60: a Tekoá Ytu, no Jaraguá, zona norte da capital paulista, distante a 22 km da praça da Sé.
Natural de Itanhaém, Jandira viveu em sua aldeia, Rio Branco, até os 12 anos. No litoral, conheceu Joaquim Augusto Martim, índio que fora criado por uma família de alemães protestantes. Casaram-se e vieram para São Paulo.
Por um tempo, moraram em Cidade Dutra, na zona sul, até que foram convidados a ocupar uma área no Jaraguá.
Joaquim, cacique da aldeia, trabalhava como jardineiro. Por causa de sua criação, tornou-se evangélico.
Quando morreu, nos anos 90, Jandira construiu uma casa de rezas (opy) e proibiu a entrada dos evangélicos na Tekoá Ytu. Para preservar as tradições, falava guarani (além do português) e sempre levou os filhos para conhecer os rituais em outras aldeias.
Descrita como um mulher de personalidade forte, lutou para que a aldeia ganhasse uma escola (onde a neta leciona) e um posto de saúde.
Segundo os familiares, o lugar, pobre (e onde vivem 150 pessoas), ainda sofre com falta de saneamento básico.
Jandira dava muitas entrevistas, mas reclamava dos que pegavam suas informações e nunca mais voltavam.
Morreu no sábado, aos 78, após uma infecção pulmonar. Teve 13 filhos (oito estão vivos). O enterro foi no cemitério da aldeia Krukutu, em SP.
sábado, 3 de março de 2012
Fernando Henrique Cardoso
FHC diz não endossar mais PSDB que não defenda a sua história
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MARIA CRISTINA FRIAS
COLUNISTA DA FOLHA
VINICIUS MOTA
SECRETÁRIO DE REDAÇÃO
COLUNISTA DA FOLHA
VINICIUS MOTA
SECRETÁRIO DE REDAÇÃO
Atualizado às 06h58.
"Não estou mais disposto a dar endosso a um PSDB que não defenda a sua história", disse o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), ontem, em entrevista no instituto que leva seu nome, no centro de SP. Presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique defende que o partido anuncie dois anos antes das eleições presidenciais seu candidato. "O PSDB não pode ficar enrolando até o final para saber se é A, B, C ou D."
O ex-presidente diz que Lula "desrespeitou a lei abundantemente" na campanha e que promove "um complexo sindical-burocrático-industrial, que escolhe vencedores, o que leva ao protecionismo".
Para FHC, a tradição brasileira de "corporativismo estatizante está voltando". Lula é uma "metamorfose ambulante que faz a mediação de tudo com tudo".
Folha - José Serra aproveitou a oportunidade do segundo turno como deveria?
Fernando Henrique Cardoso - Cada um tem um estilo e Serra foi fiel ao estilo dele. Tomou as decisões dele na campanha, com o [marqueteiro Luiz] Gonzalez. Não fez diferente do que se esperaria de Serra como um candidato persistente, que define uma linha e, aconteça o que acontecer, vai em frente.
O PSDB, e não o Serra, tem outros problemas mais complicados. Não é falta de bons candidatos. O problema é ter uma noção do coletivo, uma linguagem que expresse o coletivo, que não pode ser fechado no partido. Numa sociedade de 130 milhões de eleitores, a mensagem conta muito --no conteúdo e no modo que se transmite.
Como o Lula ficou muito fixado numa comparação para trás, os candidatos esqueceram a campanha e não definiram o futuro. Esse é o desafio --para o PSDB também.
O nosso futuro vai ser, outra vez, fornecer produtos primários? Ou vamos desenvolver inovação, modificar a educação, continuar a industrialização. Isso não foi posto [na campanha]. Qual será nossa matriz energética. Preocupa-me muito a discussão do petróleo.
Nesse campo, o seu governo quebrou o monopólio da Petrobras e implantou o modelo de concessão. A fórmula proposta por Lula, de partilha, para o pré-sal, que traz novos privilégios à Petrobras, é melhor?
Não posso responder, porque não vi a discussão. Preocupa-me esse modelo porque força uma supercapitalização [da Petrobras] sem que se saiba bem qual será o modelo de venda desse petróleo. Essa forma de partilha proposta é uma estatização do risco. O risco quem corre é o Estado, ao contrário do modelo de concessão.
O que estamos fazendo é uma dívida. Isso obriga a sobrecapitalizar a Petrobras. Parece que não temos mais problemas de poupança no Brasil. Entramos numa ilusão tremenda nessa matéria. O Tesouro faz a dívida com o mercado e empresta para o BNDES ou para a Petrobras. É como se não precisássemos mais poupar. Mas a dívida está aí. Essa questão o PSDB não politizou.
O governo Lula mobiliza fundos públicos e paraestatais e patrocina a formação de grandes empresas no país, uma espécie de complexo "industrial-burocrático", parodiando o "industrial-militar" do Eisenhower [em 1961, ao deixar o governo, o então presidente dos EUA Dwight Eisenhower alertou para os riscos de uma influência excessiva do complexo industrial-militar para o processo democrático]. Há mais ruptura ou continuidade em relação ao processo que se iniciou no seu governo, quando o BNDES e os fundos de pensão das estatais viabilizaram as privatizações?
Tudo é uma questão de medida. Os fundos [de pensão] entraram na privatização porque já tinham ações nas teles e participar do grupo de controle lhes dava vantagem. Fizeram um bom negócios Mas tive sempre o cuidado da diversificação. No mundo integrado de hoje, convém que a economia tenha um setor público eficiente e que tenha um setor privado, nacional e estrangeiro. Tentamos equilibrar isso.
O problema agora é de tendência, de gigantismo de uns poucos grupos, nesse complexo, que na verdade é sindical-burocrático-industrial, com forte orientação de escolher os vencedores. Isso é arriscado do ponto de vista político e leva ao protecionismo.
A máxima "política tem fila" foi usada para defender a precedência de Serra sobre Aécio na eleição de 2010. A fila andou ontem? Chegou a vez de Aécio Neves no PSDB?
Eu não posso dizer que passou a primeiro lugar, mas que o Aécio se saiu bem nessa campanha, se saiu. Não posso dizer que passou a primeiro lugar porque o Serra mostrou persistência e teve um desempenho razoável.
Não diria que existe um candidato que diga: "Eu naturalmente serei". Mas o PSDB também não pode ficar enrolando até o final para saber se é A, B, C ou D. Dentro de dois anos temos de decidir quem é e esse é tem de ser de todo mundo, tem de ser coletivo.
Não estou disposto mais a dar endosso a um PSDB que não defenda a sua história. Tem limites para isso, porque não dá certo. Tem de defender o que nós fizemos. A privatização das teles foi bom para o povo, para o Tesouro e para o país. A privatização da Vale foi um gol importante, porque, além do mais, a Vale é uma empresa nacional. A privatização da Embraer foi ótima.
Então por que não dizer isso? Por que não defender? Privatizar não é entregar o país ao adversário, pegar o dinheiro do povo e jogar fora. Não. É valorizar o dinheiro do país. Tudo isso criou mais emprego, deu mais renda para o Estado.
Do ponto de vista econômico, as questões estão bem encaminhados. Os motores da economia são fortes. Os problemas maiores são em outras áreas: educação, segurança, democracia, igualdade perante a lei, droga. Não é para saber se a economia vai crescer, é se a sociedade vai ser melhor.
Sobre a democracia no Brasil, o sr. escreveu, recentemente, que é uma maquinaria institucional em andamento, mas que lhe falta o "espírito": "a convicção na igualdade perante a lei, a busca do interesse público e de um caminho para maior igualdade social". Sinais desse espírito no processo eleitoral que se encerrou?
Francamente não vejo. O presidente Lula desrespeitou a lei abundantemente. Do ponto de vista da cultura política, nós regredimos. Não digo do lado da mecânica institucional --a eleição foi limpa, livre. Mas na cultura política, demos um passo para trás, no caso do comportamento [de Lula] e da aceitação da transgressão, como se fosse banal.
Houve abuso do poder político, que tem sempre um componente de poder econômico. Quantos prefeitos foram cassados aqui em São Paulo, por exemplo em Mauá, por abuso do poder econômico? Por nada, comparado com esse abuso a que assistimos agora. Não posso dizer que houve progresso da cultura democrática brasileira.
Aqui está havendo outra confusão. Pensar que a democracia é simplesmente fazer com que as condições de vida melhorem. Ela é também, mas não se esqueça que as ditaduras fazem isso mais depressa.
Como o sr. vê a volta de temas como religião na campanha?
Com preocupação. O Estado é laico, e trazer a questão religiosa para primeiro plano de uma discussão política não ajuda. Todas as religiões têm o direito de pensar o que queiram e de pregar até o comportamento eleitoral de seus fieis. Mas trazer a questão como se fosse um debate importante, não acho que ajude.
A dose dos chamados marqueteiros nas campanhas tucanas está exagerada?
Sim, em todas as campanhas. Nós entramos num marquetismo perigoso, que despolitiza. Hoje a campanha faz pesquisas e vê o que a população quer naquele momento. A população sempre quer educação, saúde e segurança, e então você organiza tudo em termos de educação, saúde e segurança.
Sem perceber que a verdadeira questão é como você transforma em problema uma coisa que a população não percebeu ainda como problema. Liderar é isso. Aí você abre um caminho. A pesquisa é útil não para você repetir o que ela disse, mas para você tentar influenciar no comportamento, a partir de seus valores.
Suponha uma pesquisa sobre privatização em que a maioria é contra. A posição do líder político é tentar convencer a população [do contrário]. O que nós temos na campanha é a reafirmação dos clichês colhidos nas pesquisas. Onde é que está a liderança política, que é justamente você propor valor novo. O líder muda, não segue.
Como mostrar as diferenças entre PT e PSDB? As ideias tucanas não são difíceis de assimilar?
Você se lembra de quando fui presidente? A ambição de todo mundo era cortar a burocracia. Por quê? Porque foi politizado.
É preciso politizar, e não é na hora da campanha.O PSDB, quando digo que tem que ter por referência o coletivo e ter um projeto, é agora. Não é para daqui a quatro anos. Daqui a quatro anos é tarde. Ou durante quatro anos você martela os seus valores e transforma os seus valores em algo que é compartilhado por mais gente, ou chega lá e não consegue. É tarde.
Mas o PSDB deixou o Lula falando sozinho um bom tempo.
Não foi só o PSDB. Foi todo mundo. Quando o nosso sistema presidencialista é exercido a partir de uma pessoa carismática como o Lula e que tem por trás um partido organizado, ele quase se torna um pensamento único.
Aqui, fora da campanha, só o governo fala. Quando fala sem parar, o caso atual, e sob forma de propaganda, fica difícil de controlar. No meu tempo, também era o governo que falava. Como não tenho o mesmo estilo e não usava uma visão eleitoreira o tempo todo, não aparecia tanto. Mas isso é da cultura brasileira.
Jornal dá o "outro lado", mas a TV não dá --só dá na campanha. O que a mídia em geral transmitiu ao longo desses oito anos? Lula, violência e futebol.
A oposição, liderada pelo PSDB, ficou mais forte nos Estados e mais fraca no Congresso. Como fará para resistir à força gravitacional do Planalto?
Não é fácil, porque os Estados têm interesses administrativos. Mas um pouco mais de consistência oposicionista pode. No regime militar, Montoro e Tancredo eram governadores e se opunham. É preciso recuperar um pouco essa dimensão política.
Mas o carro chefe para puxar [a oposição] não pode ser o governador. Tem de ser o partido. E não é o PSDB só. Esses 44 milhões [votação de Serra no domingo] não são do PSDB. É uma parte da sociedade brasileira que pensa de outra maneira. E não se pode aceitar a ideia de que são os mais pobres contra os mais ricos. Nunca vi uma elite tão grande: 44 milhões de pessoas.
A polarização nacional entre PT e PSDB completou 16 anos. Tem feito mais bem ou mais mal ao Brasil?
O que o Chile fez na forma da Concertação [a aliança entre o Partido Socialista e a Democracia Cristã que governou o Chile de 1990 a 2010], fizemos aqui sob a forma de oposição. Há muito mais uma linha de continuidade que de quebra. Queira ou não queira, o pessoal do PT aderiu, grosso modo, ao caminho aberto por nós. Isso é que deu crescimento ao Brasil. A briga, na verdade, é pelo poder, não é tanto pelo conteúdo que se faz. No tempo que cheguei lá, eu escrevi o que ia fazer e fiz. Nunca mudei o rumo. O Lula mudou o rumo. Agora acho que tem aí o começo de um rumo que não é o mesmo meu, que é esse mais burocrático-sindical-industrial. E tem uma diferença na concepção da democracia, e o PSDB tem de acentuar essa diferença.
Mas o que seria essa social-democracia?
Social-democracia, vamos devagar com o ardor. O sujeito da social-democracia europeia eram a classe trabalhadora e os sindicatos. Aqui são os pobres. O Lula deixou de falar em trabalhador para falar em pobre. Mudou. Nós descobrimos uma tecnologia de lidar com a pobreza, mas estamos por enquanto mitigando a pobreza.Tem de transformar o pré-sal em neurônio. Esse é o saldo para uma sociedade desenvolvida. Social-democracia hoje é isso. É inclusão social, respeitando o mercado, sabendo que o Estado terá um papel importante, mas não é tudo, e que o mercado tem de ser regulado de olho numa inclusão que não seja só de mitigação. Não pode ter predomínio do olhar do Estado. Está se perfilando, no PT e adjacências, uma predominância do olhar do Estado, como se o Estado fosse a solução das coisas. Continuo achando que o Estado é indispensável, mas a sociedade deve ter uma participação mais ativa. Os movimentos sociais estão todos cooptados.Então a diferença entre PT e PSDB, para o sr., se dá em relação ao papel do Estado. Mas não no sentido de não ter papel para o Estado. No sentido de que esse papel tenha de ser de um Estado que se abra para a sociedade. Não de um Estado burocrático, que se imponha à sociedade.A nossa tradição é de corporativismo estatizante, e isso está voltando. É uma mistura fina, uma mistura de Getúlio, Geisel e Lula. O Lula é mais complicado que isso, porque é isso e o contrário disso. Como é a metamorfose ambulante, faz a mediação de tudo com tudo.Lula sempre faz a mediação para que o setor privado não seja sufocado completamente. Não sei como Dilma vai proceder.O sr. sente que isso tende a se aprofundar nesse novo governo? Sim, a segunda parte do segundo mandato de Lula foi assim. A crise global deu a desculpa para o Estado gastar mais. E o pobre do Keynes pagou o preço. Tudo é Keynes [O economista britânico John Maynard Keynes (1883-1946) defendeu, em sua obra "Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda", a intervenção do Estado na economia para controlar as crises econômicas]. Investimento não cresceu, gasto público se expandiu, foi Keynes.
Não acho que o Brasil vá no sentido da Venezuela porque a sociedade nossa é mais forte. Aqui há empresas, imprensa, universidades, igrejas, uma sociedade civil maior, mais forte. Isso leva o governo a também ter cautela. Veja o discurso da Dilma de ontem [domingo]. Ela beijou a cruz.Como todo mundo percebia uma tendência nesse sentido, ela disse: "Olha aqui, vou respeitar a democracia, vou dar a mão a todos". Ela tem que dizer isso, porque senão ela não governa.O que esperar de Dilma Rousseff, que estreia num cargo eletivo logo na Presidência, no dia 1º de janeiro? Nós não sabemos não só o que ela pensa, mas como é que ela faz. O Brasil deu um cheque em branco para a Dilma. Vamos ver o que vai acontecer com a conjuntura econômica, mundial e aqui. Há um problema complicado na balança de pagamentos, um deficit crescente, uma taxa de juros elevada e uma taxa de câmbio cruel.+ Notícias sobre eleições
sábado, 25 de fevereiro de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
academia
Aberta inscrições para o curso de Ginastica Ritmica, locais :
Colegio Jardim França - 2204 23 22 ( AULAS AS 2ª FEIRAS )
Academia Orion - 2909 52 01 ( AULAS AS 4ª FEIRAS )
I.E. Santa joana D'arc - 2203 67 21 / 2203 62 52 ( AULAS AS 6º FEIRAS )
Aulas ministradas pela a professora Nivia Paim
OBS: aulas para meninas com idade acima de 06 anos
Colegio Jardim França - 2204 23 22 ( AULAS AS 2ª FEIRAS )
Academia Orion - 2909 52 01 ( AULAS AS 4ª FEIRAS )
I.E. Santa joana D'arc - 2203 67 21 / 2203 62 52 ( AULAS AS 6º FEIRAS )
Aulas ministradas pela a professora Nivia Paim
OBS: aulas para meninas com idade acima de 06 anos
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
esmola
Semana agora foi enviada para o legislativo uma esmola de 4% de aumento aos servidores públicos da linda cidade de Passos.Como dos 11 edis quatros retirarão por não concordarem essa esmola e com razão. Uma vez que vem vinculando, campanhas educativas pedindo para que não dê esmola faça uma boa ação. Aos servidores públicos podem dar esmola?.Explicam um pouco fico sem saber em quais casos que podemos dar esmolas ou não......fui
sábado, 4 de fevereiro de 2012
ABUSO
O uso abusivo de remédios prescritos cresce rapidamente no mundo todo, e o número de viciados em medicamentos já supera o de usuários de cocaína, heroína e ecstasy combinados. O alerta foi feito pela Junta Internacional de Fiscalização a Entorpecentes (Jife), da ONU, que divulgou hoje um relatório sobre drogas em Viena (Áustria).Veja aqui o relatório completo da Jife."As pessoas tendem a achar que o abuso de medicamentos prescritos é apenas um uso inadequado de substâncias para tratar problemas de saúde. Mas esses incidentes são frequentemente resultado de um vício que pode ser tão letal como a dependência de drogas como a heroína ou a cocaína", diz o documento.A Jife afirmou que a morte de diversas celebridades no ano passado, como o cantor Michael Jackson, chamaram a atenção para o uso exagerado de remédios prescritos. Nos Estados Unidos, país do cantor, 6,2 milhões de pessoas abusaram destes medicamentos em 2008, perdendo em número apenas para o consumo de maconha.
A tendência, contudo, está se espalhando por todo o mundo nos últimos anos, segundo Hamid Ghodse, diretor do Centro Internacional de Política de Drogas da Universidade St George, em Londres, e um dos autores do relatório."[O abuso] precisa ser combatido urgentemente", alerta Ghodse, que ressaltou a dificuldade em se conseguir dados sobre o uso abusivo de farmacêuticos, que é um "problema escondido".
O relatório afirma que, na Alemanha, entre 1,4 milhão e 1,9 milhão de pessoas são viciadas neste tipo de droga. Já no Canadá, entre 1% e 3% da população abusam dos chamados opioides.
Em vários países europeus --como França, Itália, Lituânia e Polônia-- a porcentagem de estudantes que revela usar sedativos ou tranquilizantes fica entre 10% e 18%.
O consumo é alimentado, segundo a Jife, é por farmácias ilegais na internet que vendem remédios roubados por todo o mundo. A Jife pediu aos países que monitorem mais de perto as farmácias on-line ou que as fechem.(Fonte: Folha Online, 24/02/2010 porBruno Aragão
A tendência, contudo, está se espalhando por todo o mundo nos últimos anos, segundo Hamid Ghodse, diretor do Centro Internacional de Política de Drogas da Universidade St George, em Londres, e um dos autores do relatório."[O abuso] precisa ser combatido urgentemente", alerta Ghodse, que ressaltou a dificuldade em se conseguir dados sobre o uso abusivo de farmacêuticos, que é um "problema escondido".
O relatório afirma que, na Alemanha, entre 1,4 milhão e 1,9 milhão de pessoas são viciadas neste tipo de droga. Já no Canadá, entre 1% e 3% da população abusam dos chamados opioides.
Em vários países europeus --como França, Itália, Lituânia e Polônia-- a porcentagem de estudantes que revela usar sedativos ou tranquilizantes fica entre 10% e 18%.
O consumo é alimentado, segundo a Jife, é por farmácias ilegais na internet que vendem remédios roubados por todo o mundo. A Jife pediu aos países que monitorem mais de perto as farmácias on-line ou que as fechem.(Fonte: Folha Online, 24/02/2010 porBruno Aragão
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
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