domingo, 3 de julho de 2011

Megabit


02/07/2011 - 12h17 - Última atualização: 02/07/2011 - 12h19

Agência
Karla Mendes
A velocidade de conexão do serviço ofertado pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) terá de ser quintuplicada nos próximos três anos. A partir do início de outubro, as empresas terão de oferecer aos clientes um serviço com velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps). Gradativamente, esse valor terá de subir, até chegar a 5 Mbps em 2014, quando o governo espera que o serviço de banda larga popular esteja disponível em todos os municípios do País.
Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, cerca de 70% dos domicílios que não têm acesso à internet devem aderir ao plano lançado, oficialmente, anteontem. Atualmente, o serviço só está presente em 27% dos lares brasileiros.
O ministro disse que a oferta de banda larga para o PNBL não terá injeção de dinheiro público. Bernardo anunciou, no entanto, que a Eletrobras poderá se associar à Telebrás para ofertar banda larga em todo o País no atacado.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Democracia na Saúde JÁ

Enviado por Blog do Núcleo ..., seg, 27/06/2011 - 16:51
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Estamos lançando na web o documentário “ SUS feito por todos e para todos”.
O vídeo foi realizado durante as “Plenárias: Campinas Rumo à IX Conferência Municipal de Saúde” para abrir os trabalhos da IX Conferência Municipal de Saúde de Campinas, ocorrida nos dias 20, 21 e 22 de maio de 2011. Confira!
O Núcleo de Comunicação fez parte da Comissão Organizadora e este vídeo foi realizado como uma estratégia de comunicação pública de divulgação dos trabalhos da IX Conferência Municipal de Saúde.  No período de 15/05/2010 a 19/03/2011 a Comissão Organizadora realizou cinco plenárias denominadas “Campinas Rumo a IX Conferência Municipal de Saúde”. Os debates permitiram aos trabalhadores, usuários e gestores chegarem à Conferência com maior conhecimento dos temas que desafiam a consolidação do SUS e as posições que estão em disputa. Foram eles:
 I- O SUS Campinas
II- Os desafios Atuais da gestão do SUS
III- Os desafios da construção da rede Assistencial do SUS-CAMPINAS
IV- Os desafios do trabalho em saúde
V- Os desafios atuais do controle social do SUS.
O vídeo está postado no youtube e foi dividido em 7 blocos para facilitar a visualização. Contamos com você para opinar e divulgar o trabalho.
 Para visualizar outros vídeos e posts, acesse:

domingo, 26 de junho de 2011

Busca

      A procura de solução pela dor.
     Nem tudo é emoncional e nem tudo é fisico.
    Tenho visto muitas pessoas em busca de cura.
    Queixa insuportável!Faz exames de alta complexidade e não tem achados.
    Faz uso de medicamentos sem resposta.
    Será que é realmente  dor física?

domingo, 5 de junho de 2011

USP

edição 144 • ano 7 • 20 de maio de 2011
  Tom Coelho - Palestras e treinamento
  saber fazer, fazer saber, saber saber!
A USP não pode ser gratuita
*por Tom Coelho
 
"O importante da educação não é o conhecimento dos fatos,
mas dos valores." (Dean William Inge)



O assassinato de um estudante nas dependências da Universidade de São Paulo, além de causar comoção e preocupação, deve também resgatar um debate há muito negligenciado: as universidades públicas não podem continuar integralmente gratuitas.

USP, Unesp e Unicamp conquistaram em 1989 a chamada autonomia financeira recebendo repasses do Governo da ordem de 9,57% da receita líquida do ICMS. Portanto, é dinheiro público, de um Estado formado por mais de 41 milhões de habitantes (Censo 2010), para beneficiar cerca de 210 mil pessoas, entre estudantes, funcionários e docentes.

Diante desta informação, toda discussão acerca da abertura dos portões da USP ao público em geral e sobre a participação da polícia militar em rondas ostensivas é improcedente. A população tem direito de acesso a um espaço comum. A polícia deve prover segurança à Cidade Universitária como deve fazê-lo em qualquer outra localidade.

Os defensores da universidade pública integralmente gratuita alegam, com razão, que a educação é um direito do cidadão e um dever do Estado. Argumentam também que muitos ingressantes cursaram o ensino médio em escolas privadas com a finalidade de, melhor preparados, obterem sucesso no concurso vestibular. Ouvi estas e outras teses em minha passagem pela USP, nos anos 1990, arduamente defendidas pelos pseudoesquerdistas do Diretório Central de Estudantes (DCE) e de diversos Centros Acadêmicos.

O fato é que muitos estudantes lutam, sim, para ingressar em uma destas universidades não apenas por sua qualidade de ensino e reputação, mas também porque não poderiam pagar pelos estudos. Refiro-me a alunos que usam transporte público, frequentam assiduamente as bibliotecas para fugir da aquisição de livros, dividem espaço em repúblicas ou conjuntos habitacionais com vários outros colegas ao longo de quatro ou cinco anos.
 
  Contudo, há um número expressivo de estudantes oriundos das classes A e B, com renda familiar mais do que suficiente para custear seus estudos e que se locomovem em veículos próprios, desfilam roupas de grife e lotam os bares nos arredores da faculdade sem preocupação com o valor da conta.

Tomemos como exemplo os estacionamentos em todas as faculdades da USP. São mal iluminados, sem monitoramento eletrônico e vigilância policial. Diante disso, cabe ao poder público investir em postes de iluminação, câmeras e policiamento, ou cabe aos proprietários de veículos se cotizarem para suprir estas necessidades? Por que aqueles que pagam despreocupadamente R$20,00 ou mais para estacionar seus veículos com um manobrista julgam absurdo pagar uma mensalidade para guardarem seus carros com segurança?

  O fim da gratuidade não significa necessidariamente a cobrança de mensalidades. O fato é que todos, indistintamente, deveriam legar à sociedade parte do que dela receberam.  

O fim da gratuidade não significa necessariamente a cobrança de mensalidades. Este expediente pode ser aplicado a alguns alunos, mas o fato é que todos, indistintamente, deveriam legar à sociedade parte do que dela receberam. Por que os estudantes de Direito do Largo São Francisco não advogam para a população carente? Por que os engenheiros da Poli não realizam ações de urbanização de favelas? Por que os profissionais da área de saúde não reforçam o atendimento nos postos de saúde e prontos-socorros?

É uma questão de vontade política, consciência moral e valores virtuosos. Os trabalhos de conclusão de curso, estágios e que tais deveriam ser cumpridos em atendimento à comunidade. Os graduados deveriam destinar um dia por mês ao longo de um ano, no mínimo, para trabalho assistencial. Mas é mais fácil fechar os olhos para a favela São Remo, proibir o acesso de “pessoas diferenciadas” ao campus ou até mesmo erguer muros e instalar cancelas, praticando o segregacionismo.

Basta de hipocrisia!

Artigos anteriores


* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros.
Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br.
Visite: www.tomcoelho.com e www.setevidas.com.br.

 

ambiente


Junho 2011                                        WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal
Dia Mundial do Meio Ambiente
Celebre o Dia Mundial do Meio Ambiente com os animais!
Junte-se a nós e multiplique esta ideia.
Bem-estar animal e desenvolvimento sustentável O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. A data foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972, durante a primeira conferência internacional para a proteção do meio ambiente, em Estocolmo, na Suécia. Desde então, ocorreram diversas outras reuniões intergovernamentais, entre elas, a famosa Eco92, no Rio de Janeiro.

Agora, estamos a um ano da Rio +20, a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorrerá de 4 a 6 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. Chefes de estado, cientistas, representantes da sociedade civil e ONGs do mundo inteiro debaterão os avanços conquistados internacionalmente, as dificuldades enfrentadas, os problemas emergentes e definirão os próximos passos relativos à proteção ambiental.

É importante lembrarmos que o meio ambiente e os animais, incluindo o ser humano, estão intimamente ligados. Os animais silvestres não existem sem as florestas e matas, e os biomas não sobrevivem sem a fauna. E a existência humana pode tornar-se inviável no planeta sem as outras formas de vida.

Mas as discussões devem incluir também os animais de produção e os impactos ambientais dessas atividades. A criação humanitária, que promove o bem-estar animal e ocorre em harmonia com o meio ambiente, diminui esse impacto e contribui para a sustentabilidade na cadeia de produção de alimentos.

Além disso, os crescentes desastres ambientais resultantes das mudanças climáticas envolvem também a vida animal. Além do sofrimento individual dos animais silvestres, de produção ou de companhia, famílias que dependem financeiramente dos animais de produção se desestruturam financeiramente. E as pessoas sofrem com a perda afetiva causada pela morte de seus cães e gatos.

Por esses motivos, a WSPA acredita que o bem-estar animal está intrinsecamente ligado ao desenvolvimento sustentável e trabalha para a inclusão dos animais nas discussões da Rio +20.

Junte-se a nós, multiplique essa ideia clicando no botão "curtir" da próxima página!

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 A Sociedade Mundial de Proteção Animal - WSPA é a maior federação mundial de bem-estar animal, com mais de 1000 ONGs afiliadas em 155 países. Só no Brasil são 86 entidades em 19 estados e no Distrito Federal. A WSPA trabalha por um mundo onde o bem-estar animal importe e os maus-tratos contra os animais tenham fim. Para mais informações sobre a WSPA, acesse www.wspabrasil.org.

domingo, 29 de maio de 2011

paciencia

paciencia
Sinto muito!
 Sinto muito que cada vez a falta do bom senso do homem.
 Sinto muito que os senhores não têm a sensibilidade o olhar.
 Sinto muito com as desculpa, da necessidade do plantio usurpando as pequenas áreas verdes. Onde estão as pessoas alimentadas pelos senhores?Não estou falando dos $$$$$,estou falando de famílias que mal dar o bolsa família,estou falando daquela mãe que dar as tetas para o seu filho sugar mesmo sabendo que não tem leite.Nunca viu?Claro que não nesse momento estão nos seus carros, nos seus iates.
 Vejo os sofrimentos dos micos, famintos em busca de alimentos morrendo no asfalto quente.
 Sinto muito o novo código florestal.

domingo, 15 de maio de 2011

santos


Formigas

'Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório 















e pegava duro no trabalho





A formiga era produtiva e feliz



O diretor marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.


Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. 



E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.

Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar
os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca, 

e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!



O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.


O cargo foi dado a uma cigarraque mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial..

A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de
uma assistente a pulga

sua assistente na empresa anterior)

para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga
que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.


A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima.

Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia

como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía : Há muita gente nesta empresa!!

E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?

A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida. '


Já viu esse filme antes ?


Bom trabalho a todas as
formigas!!! __.



sábado, 14 de maio de 2011

Queijo assassino

 

13/05/2011 - 15h06 - Última atualização: 13/05/2011 - 15h14
Tamanho da Letra: A A A
Folha da Manhã
Na terça, 22 de Fevereiro, em Uberaba houve uma “operação de guerra” na qual policiais militares devidamente armados, Procon estadual e vigilância sanitária derrotaram um banco de queijos. Os facínoras estavam expostos em bancas do comércio, principalmente no Mercado Municipal, ameaçando os clientes pois estavam despidos de uma embalagem à vácuo e pior, sequer portavam sua tabela de informações nutricionais.
A comunidade pode ficar tranqüila, os heróis que defendem nossas vidas dos ataques desses queijos de péssima índole venceram, quase uma tonelada foi apreendida e destruída pois era “imprópria para o consumo”.
Que bom que em meio a tantos estupros, arrombamentos, roubos de cargas, tráfico de drogas, seqüestro e latrocínios ainda exista gente para nos proteger dos laticínios.
Ora autoridades, tenham um mínimo de bom senso, a fabricação e consumo de queijos é um costume milenar no mundo e multi secular em Minas. O nome diz, queijo mineiro, feito de leite de vaca, usando coalho que por si só é um agente biológico que o azeda. Essa tradição, mais que centenária, nunca matou ninguém, ou será que devemos nos arrepender por todas a fatias que já engolimos, às vezes com a goiabada caseira (também despida).
O queijo mineiro, principalmente o da Serra da Canastra é apreciado como uma iguaria, *porém se for levado a altera seu sabor original*, como querem esses “soldados” que doam suas vidas, se preciso for, para nos livrar desse “venenoso alimento”.
Parece que o Procon não sabe, mas costumamos, “até mediante torturas físicas”, deixar os queijos expostos ao ambiente para que eles fiquem curados. O OMA (Instituto Mineiro de Agropecuária), de burocratas, impõe que ele seja embalado à vácuo e que traga na embalagem informações nutricionais. A continuar nesse pique o pão francês será o próximo, imagine um pãozinho embalado individualmente, com a tabelinha de nutrientes e data de validade para sabermos se ele está quente do forno ou não. Tratam-nos como se fossemos ignorantes e sequer soubéssemos escolher uma fruta, um doce ou um pé de alface, deixem disso, temos mais o que fazer.
Estão extinguindo as chances de sobrevivência do pequeno produtor rural, aquele mesmo que por falta de opção vai ser um João Ninguém na cidade onde seus filhos poderão exercer atividades menos regulamentadas como o tráfico.
O excesso de normal inviabiliza os pequenos negócios em detrimento de grandes laticínios e hipermercados, portanto gera desemprego e tensão social. Fica, para as autoridades, um questionamento do povo:
*Se prendem os queijos, porque não prendem os ratos?*
Deoclides D. Leite - Passos/MG

quinta-feira, 12 de maio de 2011

enfermagem



Caros Colegas Profissionais da Enfermagem,

Desde que abraçamos nossa profissão, escolhemos uma vida de muita luta em prol do
reconhecimento e valorização da enfermagem e, por tabela, de nós mesmos como pessoa. Neste
sentido temos avançado muito. É bem verdade que ainda temos muito que caminhar, aprender, e
crescer. Na verdade somos tão jovens.


Alegra-nos saber a cada dia, por diversos exemplos relatados, que o maior dos
reconhecimentos tem sido feito sob a ótica do pessoal, quando, de forma declarada ou silenciosa,
vários irmãos assistidos por nós, dizem OBRIGADO POR CUIDAR DE MIM.

Esse é o maior de todos os reconhecimentos, pois o bem que fazemos longe dos palcos da
glória e das câmeras de televisão, está sendo aplaudido de pé por nosso Criador. Isto não quer dizer
que não queremos nossos minutos de fama e de reconhecimento. Sim, queremos porque
merecemos. O que não queremos é ficar preso à vaidade que atinge as pessoas, mas sim à vaidade
de sermos profissionais de enfermagem.

Temos ainda muitas lutas pela frente, como a definição de um piso salarial e uma jornada de
trabalho compatível com nosso esforço, assim como queremos melhorar a qualidade do ensino da
enfermagem no Brasil, para desta forma continuar servindo nosso povo, com qualidade e
competência.

SALVE OS BRAVOS QUE ABRAÇARAM A ENFERMAGEM COMO BANDEIRA DE
LUTA.

PARABÉNS ENFERMEIROS PELO DIA 12 DE MAIO

PARABÉNS TÉCNICOS E AUXILIARES DE ENFERMAGEM PELO DIA 20 DE MAIO.


ANTONIO MARCOS FREIRE GOMES
Conselheiro Federal

 


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domingo, 8 de maio de 2011

morcegos hematófagos

morcegos hematófagosData: Sábado, 07 de maio / Mayo de 2011
Fonte: Agência Para [06.05.2011]


Sespa mantém vigilância para casos de raiva humana na ilha do Marajó
Os municípios de Curralinho, Anajás, Melgaço e Portel, no arquipélago do
Marajó, estão no alvo das ações do Departamento de Controle de Endemias, da
Sespa, em virtude da ocorrência de casos de ataques de morcegos hematófagos
a moradores dessas áreas. O objetivo é evitar que esses animais provoquem,
como aconteceu há seis anos, a morte de pessoas por raiva humana. Uma das
primeiras medidas adotadas pela 8ª Regional de Saúde, que coordena essas
ações na ilha, foi o bloqueio vacinal de 84 pessoas que residem no município
de Curralinho, onde foram registrados a maioria dos casos.
O diretor do Departamento de Controle de Endemias, Bernardo Cardoso, diz que
apesar da raiva humana estar sob controle no Pará, a Sespa mantém vigilância
permanente sobre esses casos. "Recentemente, registramos o caso de um ataque
de morcego dessa espécie a um cachorro em Marabá. Depois de ser mordido o
animal apresentou os sintomas da raiva, mas o grau de positividade da doença
ficou restrito apenas a este caso isolado".
A Sespa enviou equipes especializadas aos municípios da Ilha do Marajó para
fazer a captura de morcegos e posterior análise, pelo Instituto Evandro
Chagas (IEC), para constatação de algum caso de raiva humana, mas todos os
exames realizados deram negativo. Além dos quatro municípios marajoaras,
também estão sob vigilância da Sespa Marabá, Juruti, Oriximiná e outras
localidades do Baixo Amazonas. A última vez em que se diagnosticou casos de
raiva humana no Estado foi há seis anos, quando foram a óbito homens,
mulheres e crianças nos municípios de Portel, Viseu e Augusto Corrêa.

Na próxima semana, Bernardo Cardoso vai pessoalmente à Ilha do Marajó
verificar a situação em que se encontram os municípios de Curralinho,
Anajás, Melgaço e Portel. De acordo com o que for observado, poderá ser
feito um ajuste nas ações de vigilância que estão sendo feitas nessesmunicípios.
veja:
Raiva, atualizacao: Angola (Huambo)                    20110306.0734
Raiva, bovinos: Argentina (Santiago del Estero)        20110101.0004
Raiva humana: Peru (02) (Amazonas)                     20110312.0793
Raiva humana: Peru (Bagua)                             20110218.0527
Raiva humana e dengue: Peru (Amazonas)                 20110301.0667]
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domingo, 13 de fevereiro de 2011

mamografia

  Hoje após dedicar meus anos na  emergência de um pronto socorro.Fui transferida para rede pública para o setor de prevenção.Como a transferência foi por questões politicas fiz do limão uma limonada.E juro que estou adorando uma vez está na prevençaõ é muito bom.
   Estando a frente do setor de prevenção lido todos os dias com a prevenção,porém com a busca da cura tb que muitos das vezes poderiam ter evitados com alguns exames como preventivo  uma mamografia. Vejo mulheres que estão com 45 anos e 50 anos ainda não fizeram determinados exames.A rede pelo menos a que estou na frente  pelo SUS estão disponibilizando exames para as mulheres.Gostaria que as mulheres envolvesse cada vez mais a essa reflexão seja mãe,irmã,empregadas vizinha e amiga.
 O sinal mais precoce de câncer de mama é uma alteração suspeita presente no mamograma, antes da mulher ou seu médico o perceberem. Quando a doença evolui até o aparecimento dos sinais físicos e sintomas, a paciente sente um caroço na mama (em geral, indolor).
     Outras apresentações incluem sensibilidade; irritação na pele ou ondulações; secreção mamilar e/ou dor, escamação, ulceração ou retração. Em geral, a dor nas mamas deve-se a condições benignas e não é, normalmente, o primeiro sintoma de câncer de mama.
Imagem da Internet

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

dupla fila

dupla filaA dupla fila no INCOR: Estado, Políticas Públicas e Cidadania ?

Enviado por Shirley Monteiro, qua, 19/01/2011 - 02:41
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            Já se sabia:
    Adesivar nossos carros é  muito pouco !!!
    Estou divulgando neste post uma matéria trazida para o grupo de mensagens do Coletivo ampliado da Rede HumanizaSUS.
    A leitura de matéria do Jornal Estadão, nos fortalece o sentimento de que é hora de fazer algo muito mais resolutivo do que adesivar os nossos carros contra as privatizações no nosso SUS, tamanha a urgência de um  enfrentamento resolutivo. Assim,  devemos buscar como nunca antes, o discernimento e o conhecimento de vias e soluções, com melhores e mais detalhadas análises sobre os diversos modelos de gestão que invadem o SUS, neste momento, e evitar as posturas generalistas e ingênuas que engessam a própria luta de defesa pelo SUS que queremos !
    Aqui inicio uma série de dois ou três posts, sobre este tema, simultaneamente na RHS e no Blog Saúde com Dilma, buscando trilhas de consenso resolutivo, em meio a diversidade de opiniões, e certamente não estarei sozinha, não só pela comunidade RHS, mas porque venho a partir de vários autores que trarei juntos, para uma mesma roda !
    Mas, primeiro a reportagem do Estadão:
 Enviado por luisnassif, qui, 13/01/2011 - 15:00
 Do Estadão

 " Sem fila para plano de saúde, cirurgia no Incor demora até um ano para  SUS. Instituição ligada ao governo estadual foi uma das primeiras a adotar o atendimento de clientes de planos de saúde em suas instalações, medida até hoje polêmica" .
13 de janeiro de 2011.
 Fabiane Leite - O Estado de S.Paulo

 Análise do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Sistema Único de Saúde) concluída em agosto do ano passado apontou que os pacientes  atendidos pelo sistema público no Instituto do Coração (Incor), na  zona oeste de São Paulo, esperam de oito meses a um ano e dois meses para ter acesso a determinados atendimentos. Enquanto isso, não há filas para os pacientes de convênio que também são atendidos na unidade pública.
 O Incor, que pertence ao complexo do Hospital das Clínicas da
 Faculdade de Medicina da USP e é vinculado ao governo do Estado de São Paulo foi uma das primeiras instituições públicas a adotar o atendimento de clientes de planos de saúde em suas instalações, com o objetivo de incrementar a oferta de recursos financeiros pelo SUS. Medida, vigente há mais de uma década, foi alvo de ação judicial do Ministério Público no passado, mas a Justiça deu razão à unidade. No entanto, até hoje o modelo é criticado em razão de, na visão de alguns  especialistas, permitir que em uma unidade pública haja diferença de tratamento entre os pacientes.
 A auditoria que fala das esperas no Incor, à qual o Estado teve acesso, foi realizada dentro de uma análise mais ampla no instituto e a pedido do Ministério Público. Segundo o trabalho, a espera para uma segunda consulta nos casos de diagnóstico de arritmia, insuficiência cardíaca e hipertensão era de oito meses a um ano. Exames para diagnóstico como ecocardiograma  para adultos eram marcados, na data do levantamento (agosto de 2010), só  para maio deste ano. O ecocardiograma infantil ficava para agosto de 2011. Já as cintilografias (tipo de exame radiológico) só ocorreriam  no próximo mês de setembro. Por fim, as vagas para a colocação do aparelho Holter (que monitora o ritmo cardíaco) eram para outubro  deste ano.
 "Os mesmos exames e procedimentos supracitados não têm espera para pacientes de convênios e particulares", diz o documento assinado pelo auditor João de Deus Soares.  Recentemente o governo estadual aprovou na Assembleia Legislativa projeto de lei que permite que até 25% dos atendimentos de hospitais de alta complexidade do Estado, terceirizados para Organizações Sociais, possam ser destinados a convênios.
Os críticos da mudança, como o Ministério Público, apontam que isso aumentará as filas do SUS. A secretaria da Saúde promete que não haverá diferença nos tempos de atendimento e que a medida visa a remunerar as unidades pela procura que já existe de pessoas com planos.
 "As pessoas acham que poderá ocorrer diferença nos tempos de espera, mas tudo depende de como o governo vai regulamentar o novo projeto", opinou Jorge Kayano, pesquisador do Instituto Polis.  Para ele, há a tendência de que passe a existir algum tipo de diferenciação do atendimento também nesses locais, como há no Incor.  Ele também destaca que, caso a previsão de ressarcimento dos planos ao SUS, prevista na lei federal do setor, funcionasse, não seriam  necessários expedientes como o previsto no projeto aprovado.
 Prazo vencido. No fim de 2009, levantamento do Ministério da Saúde apontou que a maioria dos hospitais de ensino administrados pelo Estado de São Paulo e que se comprometeram a dedicar, até outubro daquele ano, 100% dos atendimentos ao SUS ainda não tinha cumprido a
 meta.  Entre eles estava o Incor, com o menor porcentual de atendimento dedicado ao setor público naquele momento (80%). Estavam previstos até cortes de repasses pelo descumprimento.
Em nota, o Ministério da Saúde informou que deverá realizar uma nova avaliação da situação das unidades de saúde e do atendimento a pacientes de planos neste ano."

                                       ______________
  Precisamos acionar nossas redes em defesa do SUS para acelerar alguma tomada de decisão por parte do Ministério da Saúde, alguma medida, URR: Unidade- de resposta rápida e certeira, que resgate o SUS em sua plenitude pública, e com garantia dos seus princípios de equidade, universalidade e integralidade !!! Porque, de acordo com o terceiro adesivo mais votado, e construído coletivamente pela Rede  HumanizaSUS, virtualmente, em junho de 2010:
  SUS privatizado é Crime