quarta-feira, 6 de julho de 2011

cartão do sus

Cartão Nacional de Saúde

É um cartão que vai identificar nacionalmente todos os usuários do SUS.
Neste momento, ele é necessário para a informação, por parte da unidade de saúde prestadora de serviços ao SUS, de alguns procedimentos em saúde, como: tomografia computadorizada, ressonância magnética, tratamento de câncer e insuficiência renal, realização de exames para a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS), fornecimento de medicamentos excepcionais etc.
Ele possui três apresentações com cores diferentes no município do Rio de Janeiro:
cor cinza: é um cartão provisório distribuído pelas unidades de saúde prestadoras de serviços ao SUS (hospitais, clínicas que realizam tratamento de insuficiência renal, laboratórios que realizam exames para AIDS, farmácia de medicamentos excepcionais, clínicas que realizam tomografia e ressonância magnética etc.);
cor laranja: também é um cartão provisório, feito em PVC, que em distribuição pelos Postos de Saúde, algumas Maternidades e alguns hospitais da Secretaria Municipal de Saúde;
cores verde e amarelo: são os cartões definitivos, que serão enviados pelo Ministério da Saúde futuramente.

Tenha seu cartão SUS em mãos, ele poderá ser útil no seu próximo atendimento em uma unidade de saúde do SUS.
                                ATENÇÃO: os três modelos podem ser utilizados
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Cartão SUS: ele é importante para você e para o SUS.

cartão do sus

Ministério da Saúde exige cartão em atendimentos
05-Jul-2011
No início desta semana o Cartão Nacional do SUS – CNS -  passou a ser exigência do Ministério de Saúde em todos os atendimentos de saúde realizados, tanto na rede básica e especializada dos municípios, quanto nos planos de saúde. Em Passos, os usuários da rede municipal e dos planos de saúde que ainda não fizeram seu CNS devem procurar a Central de Regulação na Rua dos Piantinos, 633, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h e de 13 às 16h30. O cartão SUS é pessoal e intransferível e cada pessoa da família deve ter o seu. Para efetuar o cadastramento e receber o Cartão SUS é necessário apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência. Para os menores, devem ser apresentados o documento de identidade do responsável e a certidão de nascimento. 
 

terça-feira, 5 de julho de 2011

busca do éden selvagem

busca do éden selvagem

vegetarianismo-04

Texto retirado do livro “As Víceras e o Coração” de Jaime Ambrósio.
Não há como fugir. Impossível romper as paredes de concreto e ferro. Está cercado por homens que usam armas compridas – agulhões elétricos – e aventais manchados de sangue. Tudo em volta cheira a sangue, odor vivo dos que chegaram antes. Já não tem forças para caminhar com as próprias pernas. Eles sabem disso e o deixam parado por alguns instantes – etapa estratégica antes do último corredor (lá precisam mantê-lo em pé).
Momento fatídico, irreversível, quando a realidade mostra as garras afiadas e afugenta a última nevoa de ilusão. O estado de pânico chega ao ponto Maximo: todos os músculos estão tensos; a pulsação cresce ainda mais; o ritmo respiratório cresce, com as narinas inflando em excesso para absorver mais ar; os olhos dilatam em busca de outros estímulos; do abdômen os gases descem, suscitando fezes e urina. O organismo saturado diante da morte anunciada.
No começo era apenas o medo…
Eles chegam no campo resolutos, com os mesmos agulhões, e o identificam. Está marcado para a Viagem. Tenta fugir, acuado, mas leva várias estocadas elétricas. A carne arde e se retesa. Uma complexa reação química começa no cérebro, atingindo todas as células e fibras . E a resposta do corpo à violação do corpo. Debate-se em vão, ataca, em vão. E amarrado, fortemente, é conduzido para o interior do grande carro. Há outros como ele, um em cada compartimento. Estão atordoados, sem entender por que foram expulsos dali. O trajeto é sinuoso, cheio de solavancos, vibrações irritantes, paisagens estranhas. De vez em quando uma nova parada. Mais um embarcado, ofegante, perplexo.
A chegada é violenta, então o medo aumenta. Recebe novas estocadas por todo o corpo, enquanto é conduzido por um angustiante labirinto de corredores e rampas. Para não ser torturado ainda mais, caminha, trôpego, por onde querem que caminhe.
Dezenas de seres iguais a ele gritam, aterrorizados. Como eles passam por vários banhos químicos, que irritam a pele e os olhos.
Não há como fugir. Impossível romper as paredes de concreto e ferro. As fezes, incontidas, escorrem pelas pernas, a urina escorre. Então uma figura familiar lhe aparece na frente, sendo levada pelos homens. Reconhece-a pelo cheiro, pelas imagens de outros tempos, afagos pueris. Os dois olham-se por alguns breves segundos. Ela está calma, resignada, e transmite a ele essa paz incomum. Os algozes não percebem, mas dos olhos dele vertem grossas lágrimas, que se misturam ao sangue escorregadio do chão. Então o pânico recua, os nervos ganham elasticidade, o coração bate compassado, a respiração sossega. Sente-se tranqüilo, estranhamente tranqüilo diante do destino que lhe reservaram. Busca na memória os acontecimentos bons que lhe marcaram a vida; ignora os momentos difíceis da sua condição. Lembra dos espaços abertos, águas e gramíneas, seres iguais em volta. O coração sorri.
Está pronto. É hora de ser conduzido ao último corredor do abatedouro. Depois do derradeiro choque elétrico vai se transformar, para eles, num monte de carne diferenciada, fonte de proteína para todos os paladares. Mas sabe, porque recebeu a Anunciação, que depois do golpe fatal, quando o sangue começar a jorrar por todos os cortes industrializados, romperá concreto e ferro, paredes, numa fuga desenfreada em busca do Éden selvagem.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

fazendas

fazendas
As grandes fazendas cedendo para os loteamentos. São fazendas antigas com muitas árvores chegando afirmar que a maiorias tem matas fechadas.
Com as vendas cedem lugares para os loteamentos a motosserra já dar para escutar ceifando as árvores antigas ora frutíferas. Ai começa o grande dilema. Sem dó aos gritos pássaros, micos, tucanos e muitos outros animais migram para as cidades, morrendo nos asfaltos quentes principalmente os micos. Como estou vivenciando isso a maioria migram para as chácara famintos os micos. O pior a maioria dos lotes como diz nós mineiros são de engorda, acumulando sujeiras, dengue, servindo de abrigo para marginais. Esperando que o valor aumento para as vendas.E u ainda consigo obrigar os micos devido que vieram para a mata verde do fundo da chácara estão famintos.

domingo, 3 de julho de 2011

Megabit


02/07/2011 - 12h17 - Última atualização: 02/07/2011 - 12h19

Agência
Karla Mendes
A velocidade de conexão do serviço ofertado pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) terá de ser quintuplicada nos próximos três anos. A partir do início de outubro, as empresas terão de oferecer aos clientes um serviço com velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps). Gradativamente, esse valor terá de subir, até chegar a 5 Mbps em 2014, quando o governo espera que o serviço de banda larga popular esteja disponível em todos os municípios do País.
Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, cerca de 70% dos domicílios que não têm acesso à internet devem aderir ao plano lançado, oficialmente, anteontem. Atualmente, o serviço só está presente em 27% dos lares brasileiros.
O ministro disse que a oferta de banda larga para o PNBL não terá injeção de dinheiro público. Bernardo anunciou, no entanto, que a Eletrobras poderá se associar à Telebrás para ofertar banda larga em todo o País no atacado.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Democracia na Saúde JÁ

Enviado por Blog do Núcleo ..., seg, 27/06/2011 - 16:51
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Estamos lançando na web o documentário “ SUS feito por todos e para todos”.
O vídeo foi realizado durante as “Plenárias: Campinas Rumo à IX Conferência Municipal de Saúde” para abrir os trabalhos da IX Conferência Municipal de Saúde de Campinas, ocorrida nos dias 20, 21 e 22 de maio de 2011. Confira!
O Núcleo de Comunicação fez parte da Comissão Organizadora e este vídeo foi realizado como uma estratégia de comunicação pública de divulgação dos trabalhos da IX Conferência Municipal de Saúde.  No período de 15/05/2010 a 19/03/2011 a Comissão Organizadora realizou cinco plenárias denominadas “Campinas Rumo a IX Conferência Municipal de Saúde”. Os debates permitiram aos trabalhadores, usuários e gestores chegarem à Conferência com maior conhecimento dos temas que desafiam a consolidação do SUS e as posições que estão em disputa. Foram eles:
 I- O SUS Campinas
II- Os desafios Atuais da gestão do SUS
III- Os desafios da construção da rede Assistencial do SUS-CAMPINAS
IV- Os desafios do trabalho em saúde
V- Os desafios atuais do controle social do SUS.
O vídeo está postado no youtube e foi dividido em 7 blocos para facilitar a visualização. Contamos com você para opinar e divulgar o trabalho.
 Para visualizar outros vídeos e posts, acesse:

domingo, 26 de junho de 2011

Busca

      A procura de solução pela dor.
     Nem tudo é emoncional e nem tudo é fisico.
    Tenho visto muitas pessoas em busca de cura.
    Queixa insuportável!Faz exames de alta complexidade e não tem achados.
    Faz uso de medicamentos sem resposta.
    Será que é realmente  dor física?

domingo, 5 de junho de 2011

USP

edição 144 • ano 7 • 20 de maio de 2011
  Tom Coelho - Palestras e treinamento
  saber fazer, fazer saber, saber saber!
A USP não pode ser gratuita
*por Tom Coelho
 
"O importante da educação não é o conhecimento dos fatos,
mas dos valores." (Dean William Inge)



O assassinato de um estudante nas dependências da Universidade de São Paulo, além de causar comoção e preocupação, deve também resgatar um debate há muito negligenciado: as universidades públicas não podem continuar integralmente gratuitas.

USP, Unesp e Unicamp conquistaram em 1989 a chamada autonomia financeira recebendo repasses do Governo da ordem de 9,57% da receita líquida do ICMS. Portanto, é dinheiro público, de um Estado formado por mais de 41 milhões de habitantes (Censo 2010), para beneficiar cerca de 210 mil pessoas, entre estudantes, funcionários e docentes.

Diante desta informação, toda discussão acerca da abertura dos portões da USP ao público em geral e sobre a participação da polícia militar em rondas ostensivas é improcedente. A população tem direito de acesso a um espaço comum. A polícia deve prover segurança à Cidade Universitária como deve fazê-lo em qualquer outra localidade.

Os defensores da universidade pública integralmente gratuita alegam, com razão, que a educação é um direito do cidadão e um dever do Estado. Argumentam também que muitos ingressantes cursaram o ensino médio em escolas privadas com a finalidade de, melhor preparados, obterem sucesso no concurso vestibular. Ouvi estas e outras teses em minha passagem pela USP, nos anos 1990, arduamente defendidas pelos pseudoesquerdistas do Diretório Central de Estudantes (DCE) e de diversos Centros Acadêmicos.

O fato é que muitos estudantes lutam, sim, para ingressar em uma destas universidades não apenas por sua qualidade de ensino e reputação, mas também porque não poderiam pagar pelos estudos. Refiro-me a alunos que usam transporte público, frequentam assiduamente as bibliotecas para fugir da aquisição de livros, dividem espaço em repúblicas ou conjuntos habitacionais com vários outros colegas ao longo de quatro ou cinco anos.
 
  Contudo, há um número expressivo de estudantes oriundos das classes A e B, com renda familiar mais do que suficiente para custear seus estudos e que se locomovem em veículos próprios, desfilam roupas de grife e lotam os bares nos arredores da faculdade sem preocupação com o valor da conta.

Tomemos como exemplo os estacionamentos em todas as faculdades da USP. São mal iluminados, sem monitoramento eletrônico e vigilância policial. Diante disso, cabe ao poder público investir em postes de iluminação, câmeras e policiamento, ou cabe aos proprietários de veículos se cotizarem para suprir estas necessidades? Por que aqueles que pagam despreocupadamente R$20,00 ou mais para estacionar seus veículos com um manobrista julgam absurdo pagar uma mensalidade para guardarem seus carros com segurança?

  O fim da gratuidade não significa necessidariamente a cobrança de mensalidades. O fato é que todos, indistintamente, deveriam legar à sociedade parte do que dela receberam.  

O fim da gratuidade não significa necessariamente a cobrança de mensalidades. Este expediente pode ser aplicado a alguns alunos, mas o fato é que todos, indistintamente, deveriam legar à sociedade parte do que dela receberam. Por que os estudantes de Direito do Largo São Francisco não advogam para a população carente? Por que os engenheiros da Poli não realizam ações de urbanização de favelas? Por que os profissionais da área de saúde não reforçam o atendimento nos postos de saúde e prontos-socorros?

É uma questão de vontade política, consciência moral e valores virtuosos. Os trabalhos de conclusão de curso, estágios e que tais deveriam ser cumpridos em atendimento à comunidade. Os graduados deveriam destinar um dia por mês ao longo de um ano, no mínimo, para trabalho assistencial. Mas é mais fácil fechar os olhos para a favela São Remo, proibir o acesso de “pessoas diferenciadas” ao campus ou até mesmo erguer muros e instalar cancelas, praticando o segregacionismo.

Basta de hipocrisia!

Artigos anteriores


* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros.
Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br.
Visite: www.tomcoelho.com e www.setevidas.com.br.

 

ambiente


Junho 2011                                        WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal
Dia Mundial do Meio Ambiente
Celebre o Dia Mundial do Meio Ambiente com os animais!
Junte-se a nós e multiplique esta ideia.
Bem-estar animal e desenvolvimento sustentável O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. A data foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972, durante a primeira conferência internacional para a proteção do meio ambiente, em Estocolmo, na Suécia. Desde então, ocorreram diversas outras reuniões intergovernamentais, entre elas, a famosa Eco92, no Rio de Janeiro.

Agora, estamos a um ano da Rio +20, a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorrerá de 4 a 6 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. Chefes de estado, cientistas, representantes da sociedade civil e ONGs do mundo inteiro debaterão os avanços conquistados internacionalmente, as dificuldades enfrentadas, os problemas emergentes e definirão os próximos passos relativos à proteção ambiental.

É importante lembrarmos que o meio ambiente e os animais, incluindo o ser humano, estão intimamente ligados. Os animais silvestres não existem sem as florestas e matas, e os biomas não sobrevivem sem a fauna. E a existência humana pode tornar-se inviável no planeta sem as outras formas de vida.

Mas as discussões devem incluir também os animais de produção e os impactos ambientais dessas atividades. A criação humanitária, que promove o bem-estar animal e ocorre em harmonia com o meio ambiente, diminui esse impacto e contribui para a sustentabilidade na cadeia de produção de alimentos.

Além disso, os crescentes desastres ambientais resultantes das mudanças climáticas envolvem também a vida animal. Além do sofrimento individual dos animais silvestres, de produção ou de companhia, famílias que dependem financeiramente dos animais de produção se desestruturam financeiramente. E as pessoas sofrem com a perda afetiva causada pela morte de seus cães e gatos.

Por esses motivos, a WSPA acredita que o bem-estar animal está intrinsecamente ligado ao desenvolvimento sustentável e trabalha para a inclusão dos animais nas discussões da Rio +20.

Junte-se a nós, multiplique essa ideia clicando no botão "curtir" da próxima página!

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 A Sociedade Mundial de Proteção Animal - WSPA é a maior federação mundial de bem-estar animal, com mais de 1000 ONGs afiliadas em 155 países. Só no Brasil são 86 entidades em 19 estados e no Distrito Federal. A WSPA trabalha por um mundo onde o bem-estar animal importe e os maus-tratos contra os animais tenham fim. Para mais informações sobre a WSPA, acesse www.wspabrasil.org.

domingo, 29 de maio de 2011

paciencia

paciencia
Sinto muito!
 Sinto muito que cada vez a falta do bom senso do homem.
 Sinto muito que os senhores não têm a sensibilidade o olhar.
 Sinto muito com as desculpa, da necessidade do plantio usurpando as pequenas áreas verdes. Onde estão as pessoas alimentadas pelos senhores?Não estou falando dos $$$$$,estou falando de famílias que mal dar o bolsa família,estou falando daquela mãe que dar as tetas para o seu filho sugar mesmo sabendo que não tem leite.Nunca viu?Claro que não nesse momento estão nos seus carros, nos seus iates.
 Vejo os sofrimentos dos micos, famintos em busca de alimentos morrendo no asfalto quente.
 Sinto muito o novo código florestal.

domingo, 15 de maio de 2011

santos


Formigas

'Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório 















e pegava duro no trabalho





A formiga era produtiva e feliz



O diretor marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.


Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. 



E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.

Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar
os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca, 

e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!



O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.


O cargo foi dado a uma cigarraque mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial..

A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de
uma assistente a pulga

sua assistente na empresa anterior)

para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga
que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.


A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima.

Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia

como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía : Há muita gente nesta empresa!!

E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?

A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida. '


Já viu esse filme antes ?


Bom trabalho a todas as
formigas!!! __.



sábado, 14 de maio de 2011

Queijo assassino

 

13/05/2011 - 15h06 - Última atualização: 13/05/2011 - 15h14
Tamanho da Letra: A A A
Folha da Manhã
Na terça, 22 de Fevereiro, em Uberaba houve uma “operação de guerra” na qual policiais militares devidamente armados, Procon estadual e vigilância sanitária derrotaram um banco de queijos. Os facínoras estavam expostos em bancas do comércio, principalmente no Mercado Municipal, ameaçando os clientes pois estavam despidos de uma embalagem à vácuo e pior, sequer portavam sua tabela de informações nutricionais.
A comunidade pode ficar tranqüila, os heróis que defendem nossas vidas dos ataques desses queijos de péssima índole venceram, quase uma tonelada foi apreendida e destruída pois era “imprópria para o consumo”.
Que bom que em meio a tantos estupros, arrombamentos, roubos de cargas, tráfico de drogas, seqüestro e latrocínios ainda exista gente para nos proteger dos laticínios.
Ora autoridades, tenham um mínimo de bom senso, a fabricação e consumo de queijos é um costume milenar no mundo e multi secular em Minas. O nome diz, queijo mineiro, feito de leite de vaca, usando coalho que por si só é um agente biológico que o azeda. Essa tradição, mais que centenária, nunca matou ninguém, ou será que devemos nos arrepender por todas a fatias que já engolimos, às vezes com a goiabada caseira (também despida).
O queijo mineiro, principalmente o da Serra da Canastra é apreciado como uma iguaria, *porém se for levado a altera seu sabor original*, como querem esses “soldados” que doam suas vidas, se preciso for, para nos livrar desse “venenoso alimento”.
Parece que o Procon não sabe, mas costumamos, “até mediante torturas físicas”, deixar os queijos expostos ao ambiente para que eles fiquem curados. O OMA (Instituto Mineiro de Agropecuária), de burocratas, impõe que ele seja embalado à vácuo e que traga na embalagem informações nutricionais. A continuar nesse pique o pão francês será o próximo, imagine um pãozinho embalado individualmente, com a tabelinha de nutrientes e data de validade para sabermos se ele está quente do forno ou não. Tratam-nos como se fossemos ignorantes e sequer soubéssemos escolher uma fruta, um doce ou um pé de alface, deixem disso, temos mais o que fazer.
Estão extinguindo as chances de sobrevivência do pequeno produtor rural, aquele mesmo que por falta de opção vai ser um João Ninguém na cidade onde seus filhos poderão exercer atividades menos regulamentadas como o tráfico.
O excesso de normal inviabiliza os pequenos negócios em detrimento de grandes laticínios e hipermercados, portanto gera desemprego e tensão social. Fica, para as autoridades, um questionamento do povo:
*Se prendem os queijos, porque não prendem os ratos?*
Deoclides D. Leite - Passos/MG