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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
feira de arte
domingo, 11 de setembro de 2011
sociológia
A minha primeira faculdade foi sociologia em uma época que era muito difícil falar e principalmente estudar. Lembro que naquela época meu pai ficava apavorado pela faculdade que escolhir. Uma vez que não era bem visto aos olhos de algumas pessoas. Por ser ligado a ciência humana, acabei apaixonando pela disciplina. Estudar o individuo e seu comportamento me fascinava e fascina.
Que é diferente da psicologia, uma vez que estudar os fenômenos sociais, tentando explicar ou achar as causas à sociologia nos dar esses objetivos.Conhecendo o professor João Domingos Fassarela ai que veio que poderia ir mais a frente. Fiz alguns trabalhos de curto prazo, principalmente após fazer a pós-graduação em cientista política, o era ouvindo às opiniões orientando na área política.
Nos dias de hoje parece que não há necessidade do sociólogo como não há necessidade do diploma de jornalismo.Tem os grandes marketeiros que parecem saber lidar com tudo:Como comunicadores,como jornalistas,economistas,publicitários etc...etc.O pobre candidato fica a mercê desses marketeiros ou curiosus,pecumia mutta scire.Sem desmerecer, mais hoje é um saco trabalhar com os marketeiros e os donos dos partidos principalmente aquele que são donos mesmo que ditam as normas colocam todos os trabalhos do seu candidato nas mãos desse pessoal.
Sem contar que nos cometes(no dicionário aventurar-se expor).Nunca vir tanta gente sem fazer nada,todos em vez está na rua trabalhando estão dentro dos cometes fazendo fofocas ou espalhando boatos.Ai todas suas pesquisas ficam em vão,principalmente se a pesquisa é negativa.
Eu já trabalhei em duas campanhas fora da minha cidade e foi muito prazeroso, uma vez que o candidato contratou uma equipe não de curiosos, mais sim profissionais e até hoje está na política com seus 20 anos uma vitória atrás da outra.
Sei que o marketeiro preparado de vitórias ou não tem seu valor,mais é menos preparado que uma equipe composta por todos aqueles que citei acima.Apesar que o seu ganho que conhece muito das vezes o mercado que não vou tirar seu mérito.
Somente vejo que todos ou quase todos nos julgam o sociólogo como aquelas pessoas metidas a saber muito, politizados demais. Não é assim, devemos vê o mundo em base de causas cientifica e objetivo e verdadeiros sem máscaras. Para isso há os juramentos nas formaturas.
Sem bajular o seu candidato mesmo que ele não goste, mais temos compromissos com a verdade se ele está mal nas pesquisas temos que saber ir lidando pelos percursos.
Depois prestei em curto prazo um trabalho para melhorar e saber da queda das vendas de uma grande rede de lojas chamada pesquisa oculta: Fazia visitas, chegava até comprar foi um trabalho gratificante uma vez que os donos queria era melhor qualificar os funcionários e não punir. Sendo fomos aos poucos qualificando sem perseguições que são bem diferente dos serviços públicos.Agora faltando poucos para próxima eleição esse é outro assuntos para .......fui
.foto
Nossas imagens podem ser usadas e modificado para projetos de Web (Web site, widgets, encabeçamentos, ícones, bandeiras), propagandas (insectos, folhetos, posteres), apresentações de PowerPoint, tampas de livro e páginas, tampas do CD (licença do RF). Através de nosso licenciar prolongado, nossas fotos do estoque podem ser usadas para moldes digitais/eletrônicos, e-cartões, screensavers (W-EL), para t-shirt, lonas, posteres (P-EL). As imagens do RF podem ser usadas por diversos membros do pessoal da mesma organização (U-EL) e as cópias impressas máximas podem ser prolongadas (I-EL). Você pode igualmente comprar as direitas e a exclusividade cheias (SR-EL). Todas as licenças são fornecidas com as direitas mundiais e podem ser incluídas em projetos ilimitados (a cópia/limite funcionado se aplica). http://pt.dreamstime.com/fotografia-de-stock-muitas-m-atildeos-junto-m-atildeos-de-junta-do-grupo-de-pessoas-image19391482
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sábado, 10 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
curso de enfermagem

curso de enfermagem
O presidente do Conselho Federal de Enfermagem, Manoel Carlos Neri da Silva, recebeu, nesta quinta-feira (10/03), na sede do Cofen, o Diretor de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC e Prof. Dr. Paulo Roberto Wollinger.
A reunião teve o objetivo de discutir a qualidade dos cursos de graduação de enfermagem no contexto do convênio de cooperação firmado entre as duas instituições, visto que a Secretaria de Educação Superior (SESU), órgão do Ministério da Educação, disponibiliza ao Cofen os atos de avaliação dos cursos de enfermagem em funcionamento e os novos pedidos de abertura.
Após ouvir um sucinto relato sobre a realidade dos profissionais de enfermagem brasileira e a qualidade dos cursos em funcionamento, feito por Manoel Carlos Neri, o diretor do Sesu reafirmou o interesse do MEC em mudanças que melhorem a qualidade dos cursos e convidou os dirigentes do Cofen para ajudar a traçar metas que garantam a melhoria deles.
Atualmente o Conselho Federal, através do convênio de cooperação com o MEC, ajuda a avaliar as autorizações para os novos cursos, o reconhecimento daqueles em funcionamento e a renovação do reconhecimento.
O professor Gelson Albuquerque, Secretário do Cofen, lembrou ao doutor Paulo Roberto Wolling que muitos dos principais erros no exercício profissional decorrem da má qualidade dos cursos ofertados, em especial da proliferação deles pelo setor privado.
Para Manoel Carlos Neri, outro gargalo a ser enfrentado pelo MEC é a disparidade existente entre o baixo número de vagas ofertado pelas Universidades Públicas em relação às privadas. “O Cofen tem manifestado sua preocupação com a qualificação dos seus inscritos e tem criticado a proliferação de novos cursos sem nenhum critério pedagógico nem laboratorial. Isso reflete negativamente no exercício profissional”, explicou Neri.
Participaram ainda da reunião os conselheiros federais Ivete Barreto, Márcia Krampell e a Dra coordenadora da Comissão do convênio de cooperação MEC/ COFEN, Dorisdaia Carvalho de Humerez. Ficou combinado outra reunião entre as duas instituições para traçar as novas metas e avaliar novos pedidos de abertura de cursos.
Fonte: Portal Cofen
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
fome
Veja os 2 vídeos abaixo (clique nos links).
Ver "coisas feias" não é ruim (como muitos pensam/falam).
Pior do que não ver é nada fazer.
Esta campanha eu repasso (é verdadeira).
E quem tem por hábito dizer: Cada um com seus problemas!
PENSE, MAS PENSE MUITO, ANTES DE DIZÊ-LO NOVAMENTE.
Tenha um lindo dia e 30 minutos de pura reflexão.
domingo, 4 de setembro de 2011
carlos chagas ll
Folha da Manhã
Carlos Chagas
Carlos Chagas
A sem-vergonhice e a cara de pau de alguns dos atuais integrantes da Câmara Municipal de Passos realmente salta aos olhos. No momento em que a sociedade já se julgava livre da ameaça de ter de desembolsar mais recursos para custear vereadores e assessores, a discussão de aumento do número de sorrateiramente volta e encontra patrocínio dentre os atuais “representantes do povo”.
Mais ridículos, porém, que os políticos apoiadores da ideia, são os argumentos que em seu suporte eles invocam. O primeiro deles é que os pequenos partidos, ou melhor, as “legendas de ” da cidade, justamente aquelas que sobrevivem dos vereadores que elegem e dos cargos na prefeitura que angariam em razão do apoio desses mesmos parlamentares ao prefeito de plantão, restariam sem representação política. É difícil saber qual a desvantagem para o povo, para o contribuinte que custeia a farra com o dinheiro público, em se desonerar desses fardos.
O segundo argumento é que os recursos destinados ao Poder legislativo são fixados pela Constituição Federal e o aumento de cadeiras para vereadores e o consequente incremento de cargos para seus parentes e cabos eleitorais, que sempre vem junto no pacote, não redundariam no aumento de despesas, porque o orçamento já é constitucionalmente pré-fixado. Nesse ponto, o que os malandros se “esquecem” de dizer ao povo é que com menos vereadores e menos vagabundos e desocupados empregados na Câmara Municipal, os recursos destinados ao Poder Legislativo podem sobrar e neste caso devem ser devolvidos à Prefeitura para que esta os utilize em benefício da comunidade, como compra de remédios, contratação de médicos, manutenção do asfalto das ruas e tudo o mais que sempre falta e a municipalidade alega falta de recursos para não fazer.
Desse modo, o aumento do número de vereadores pode até ser constitucionalmente permitido, mas traduz mais uma clara imoralidade contra um povo que já é vítima de tantas delas perpetradas pelos seus representantes no município. O lado positivo, e não é para o povo, é conservar o mandato de alguns dos atuais vereadores e lhes engordar os seus bolsos, dos seus parentes e apadrinhados. Olho aberto com eles e com esses seus “argumentos”.
CARLOS CHAGAS, jurista e jornalista, é Presidente do Instituto AmaPassos de Defesa da Cidadania e escreve quinzenalmente às sextas feiras nesta coluna. carlinho_chagas@yahoo.com.brcarlos chagas ll
Mais ridículos, porém, que os políticos apoiadores da ideia, são os argumentos que em seu suporte eles invocam. O primeiro deles é que os pequenos partidos, ou melhor, as “legendas de ” da cidade, justamente aquelas que sobrevivem dos vereadores que elegem e dos cargos na prefeitura que angariam em razão do apoio desses mesmos parlamentares ao prefeito de plantão, restariam sem representação política. É difícil saber qual a desvantagem para o povo, para o contribuinte que custeia a farra com o dinheiro público, em se desonerar desses fardos.
O segundo argumento é que os recursos destinados ao Poder legislativo são fixados pela Constituição Federal e o aumento de cadeiras para vereadores e o consequente incremento de cargos para seus parentes e cabos eleitorais, que sempre vem junto no pacote, não redundariam no aumento de despesas, porque o orçamento já é constitucionalmente pré-fixado. Nesse ponto, o que os malandros se “esquecem” de dizer ao povo é que com menos vereadores e menos vagabundos e desocupados empregados na Câmara Municipal, os recursos destinados ao Poder Legislativo podem sobrar e neste caso devem ser devolvidos à Prefeitura para que esta os utilize em benefício da comunidade, como compra de remédios, contratação de médicos, manutenção do asfalto das ruas e tudo o mais que sempre falta e a municipalidade alega falta de recursos para não fazer.
Desse modo, o aumento do número de vereadores pode até ser constitucionalmente permitido, mas traduz mais uma clara imoralidade contra um povo que já é vítima de tantas delas perpetradas pelos seus representantes no município. O lado positivo, e não é para o povo, é conservar o mandato de alguns dos atuais vereadores e lhes engordar os seus bolsos, dos seus parentes e apadrinhados. Olho aberto com eles e com esses seus “argumentos”.
CARLOS CHAGAS, jurista e jornalista, é Presidente do Instituto AmaPassos de Defesa da Cidadania e escreve quinzenalmente às sextas feiras nesta coluna. carlinho_chagas@yahoo.com.brcarlos chagas ll
sábado, 3 de setembro de 2011
jogo
Estamos vendo uma discussão entorno se aprova o jogo do bicho ou não.
A coisa existem, todos sabem quase todos fazem suas apostas, outros esporadicamente outros todos os dias em todos os horários. É muito $$$$aqui $$$$$ pra lá.
As discussões dos nossos representativos é uma coisa ilegal etc.,parece que o jogo do bicho não entra como demais loterias com todo aparatos legais a luz do nossos representantes.
Mais quer legalizá-lo a fatia do bolo é grande é nós não podemos perder esse $$$$$.Somente ficar em mãos de quem administra o jogo do bicho não pode.
A desculpa foi para saúde. Será que também vai aumentar os CAPPS que também fazem alguns trabalhos aos viciados em jogatina, vejo pessoas e famílias sendo destruídas em nome desses sonhos ou vícios.
Por favor, se vai para saúde se for aprovada distribuam para as entidades que cuidam dos viciados que desejam sair dos vícios dos jogos......fui
terça-feira, 30 de agosto de 2011
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