quinta-feira, 27 de junho de 2013
sábado, 8 de junho de 2013
Estudantes e atiradores do TG plantam árvores na Biquinha
Estudantes e atiradores do TG plantam árvores na Biquinha
Alunos da Escola Municipal Amélia Jabace e atiradores do Tiro de Guerra de Passos participaram de uma ação da Prefeitura em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho). O evento foi realizado na área da “Nascente da Biquinha”, no Bairro da Penha, com o plantio de mudas de três espécies nativas para proteger a nascente de água e também para ajudar na recuperação do local que é uma área verde.
A ação ambiental foi coordenada pelo Departamento de Meio Ambiente da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento da Prefeitura, com participação de outros órgãos e instituições.
Segundo a diretora do departamento, Márcia Sulmonetti Martins, foram plantadas mudas de ingá, espécie de árvore típica de áreas alagadas, oiti e figueira, que são apropriadas para áreas verdes. Os estudantes e os atiradores também fizeram a cata manual de lixo que degrada o local, como garrafas e sacolas plásticas.
A ação ambiental foi coordenada pelo Departamento de Meio Ambiente da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento da Prefeitura, com participação de outros órgãos e instituições.
Segundo a diretora do departamento, Márcia Sulmonetti Martins, foram plantadas mudas de ingá, espécie de árvore típica de áreas alagadas, oiti e figueira, que são apropriadas para áreas verdes. Os estudantes e os atiradores também fizeram a cata manual de lixo que degrada o local, como garrafas e sacolas plásticas.
Nos lotes do entorno da área em que fica a Nascente da Biquinha, homens e máquinas do Departamento de Limpeza, da Secretaria de Obras, Habitação e Serviços Urbanos também fizeram uma grande faxina, por meio de roçada da vegetação.
A comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente na Nascente da Biquinha teve a participação também do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural), IEF (Instituto Estadual de Florestas) e voluntários da comunidade da Penha.
A comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente na Nascente da Biquinha teve a participação também do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural), IEF (Instituto Estadual de Florestas) e voluntários da comunidade da Penha.
Aprendendo e Amadurecendo.
Aprendendo e Amadurecendo.
Aprendendo amadurecendo,não é mudar de personalidade e sim evoluir para melhor.E tem uma pessoa que surpreendeu - me.O seu amadurecimento vejo a cada dia como sabedoria,mesmo que a sabedoria é para anos.Mais,fica aqui o meu reconhecimento a essa pessoa e espero que sua evolução possa ser cada dia melhor e que Deus ilumine o bastante.
sábado, 1 de junho de 2013
Gastão Wagner
Gastão Wagner, professor do Departamento de Medicina Preventiva e Social da Unicamp, apresenta evidências sanitárias, indicadores econômicos e contextos políticos que contribuem para a discussão sobre a privatização dos sistemas nacionais de saúde.
TI - Como você avalia a forma de gerenciamento e de financiamento atual do SUS?
Gastão Wagner - O gerenciamento do SUS tem vários problemas. Alguns são decorrentes do federalismo brasileiro, da dificuldade de integração entre os municípios, os estados e a União, entre o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais. A autonomia faz com o Ministério tenha algumas prioridades, e os estados e municípios, outras. A tradição clientelista do Estado brasileiro é outro problema sério. Os governantes dos vários níveis da federação fazem alianças com partidos, com grupos políticos, e a moeda de troca costuma ser cargos e diferentes interesses. Isso vem acontecendo no SUS, o que faz com que ele seja formado não por pessoas com capacidade para trabalhar com saúde, mas por aqueles que têm representatividade nos partidos. O terceiro problema é que não houve uma reforma administrativa importante, então as normas da administração direta do Estado brasileiro foram transportadas para o SUS sem nenhuma adaptação, sem considerar as especificidades da saúde. Isso tem emperrado e dificultado licitações, reposições, compra de produtos, contratação de pessoas. Quanto ao financiamento, há um problema grave: nós não temos recursos necessários para o conjunto de responsa-bilidades sanitárias do SUS. O que temos é um subfinanciamento crônico e não há disposição política dos vários governos de fazer um investimento maior no SUS. Assim se faz a gestão da miséria, se é obrigado a priorizar alguns programas, algumas integrações, em detrimento de outros. A sus¬tentabilidade do SUS até agora tem se dado devido a um grau muito grande de exploração dos profissionais do SUS: são mal remunerados, não têm carreira, não têm estabilidade, não têm uma política de aposentadoria adequada. Então o subfinancia¬mento tem consequências muito negativas.
Uma dessas consequências seria a não manutenção e construção de um SUS público e de qualidade, como se espera?
Gastão Wagner - Esses problemas crônicos reforçam o discurso da inviabilidade do SUS como um sistema público. O município que começa a expandir o SUS no caminho da integralidade passa a ter problemas de prestação de contas por gastar muito com re-cursos humanos. Aí vem a justificativa das terceirizações, da contratação de prestação direta de serviços por entidades privadas, o que aumenta a fragmentação e dificulta a gestão do SUS. Além disso, está na gênese do SUS uma dependência muito grande do setor privado. Uma área da atenção à saúde é privada, que é a saúde suplementar, as cooperativas médicas. Perto de 70% da capacidade hospitalar do SUS é comprada através de contratos e convênios de hospitais privados e filantrópicos. Então o SUS, ao contrário do sistema português, espanhol, inglês e canadense, grandes referências para o Brasil, se apoiou no sistema privado. Por isso, apesar de o Brasil ter, legal¬mente, um sistema público de saúde, o gasto público é menor que o gasto privado. Nos países que têm sistemas nacionais de saúde, o gasto público de saúde é de 70% a 90%. No Brasil, o mercado privado tem 54% do recurso financeiro para gastar em saúde e atende apenas 25% da população, com um padrão de atendimento igual ou pior ao do SUS. Já o SUS tem 46% e atende no mínimo 70, 75% da população, além de fazer muitas coisas para quem tem saúde suplementar. Então, é uma aberração! Essas soluções de mercado custam mais caro e têm uma eficácia menor. A Inglaterra gasta metade do que os EUA, com resultados muito melhores, se tomarmos a expectativa de vida, o acesso e a inclusão.
Mas estão acontecendo mudanças significativas no sistema de saúde da Inglaterra, por exemplo, a caminho da privatização. Por que acontecem se economicamente não valem a pena?
Mas estão acontecendo mudanças significativas no sistema de saúde da Inglaterra, por exemplo, a caminho da privatização. Por que acontecem se economicamente não valem a pena?
Gastão Wagner - A questão é política. A política não se faz com base em evidências econômicas e técnicas apenas, mas sim com base em interesses de luta, e os interesses não são homogêneos. Na Europa nós temos evidências sanitárias a favor dos sistemas nacionais de saúde. Só que em 2008, com a crise financeira, o estado europeu pegou recurso próprio para salvar os bancos, pra pagar juros, etc. Mas na hora de corrigir o déficit dos estados, eles não cortam o pagamento de juros, não repassam ao setor financeiro, e estão cortando em setores como os sistemas nacionais de saúde, os sistemas educacionais, com cortes horizontais de salários, de investimentos, o que tira, da maior parte da população, direitos e benefícios que são históricos. Isso é possível porque os partidos que apoiaram as políticas públicas historicamente ao longo do século XX traíram a história deles mesmos. Então é uma postura conservadora e que tem que ser enfrentada com discursos, com ação política, técnica e legislativa, mas boa parte dos intelectuais da saúde coletiva brasileira estão caindo nesse “canto de sereia”, e aceitando esse discurso de que o SUS não é viável.
E quais são as ameaças reais que o SUS sofre?
Gastão Wagner - Há uma comissão do Senado agora propondo a reforma do SUS, a criação de um sistema misto no Brasil, uma integração entre a saúde suplementar, o setor privado, o mercado e o SUS. Quer tornar a liquidação do SUS oficial. Essa comissão tem a maioria de partidos que no passado apoiaram o SUS. É como na Inglaterra, nós vamos ter que lutar contra isso. A presidenta Dilma fez uma reunião com algumas empresas da área de saúde suplementar, e saíram rumores de que haveria um subsídio, que o Estado brasileiro passaria a comprar serviços, que daria isenção fiscal, mais estímulos ainda a esse setor de mercado, enquanto no SUS falta dinheiro, falta recurso e temos um subfinanciamento. Houve uma reação muito forte.
De quem partiu essa reação?
Gastão Wagner - São profissionais de saúde, suas famílias, e milhões de brasileiros que têm uma dependência muito grande do SUS e que passaram a apostar no sistema. A intelectualidade e algumas entidades profissionais também estão fazendo a defesa do financiamento da Atenção Bá¬sica, do crescimento do SUS, da diminuição do clientelismo, do partidarismo, do desvio de recursos, da mudança da formação dos professores, dos estudantes. Essa agressão aos sistemas nacionais de saúde está obrigando o res¬surgimento do movimento sanitário, com a mesma composição. Nos falta agora uma plataforma unificada, como a 8ª Conferência [Nacional de Saúde] deu naquele tempo. O custo do setor privado é muito alto, é o dobro. Como eles vão estender isso para toda a população brasileira? A exclusão do SUS significa deixar metade, 60% da população brasileira sem acesso.
E qual é a contraproposta à privatização?
Gastão Wagner - É fazer o que já está definido. Nós já temos uma proposta com relação ao modelo de atenção: o papel da Atenção Básica, a ideia de funcionar em rede, com atendimento de equipe multiprofissional, uso racional de medicamentos, e com um conjunto de diretrizes. No financiamento também temos uma proposta: dobrar os recursos do SUS, tirar recurso de outro tipo de investimento e investir na saúde. Agora, onde há mais polêmica e não há um projeto único, é no modelo de gestão. A gente têm a gestão participativa, mas até onde vão os usuários no controle? Há consenso de que os cargos de gestão do SUS, exceto ministro, secretário e assessores, não deveriam ser de confiança. A gente deveria fazer concursos internos, com mandato, como as universidades fazem. E como é que se integra o sistema federativo brasileiro, se a gente municipalizou demais, fragmentou demais? Que reforma vamos fazer na administração direta? Os sistemas nacionais nasceram para tirar a atenção à saúde do mercado, senão ela se degrada, encarece e medicaliza. Isso é uma conclusão que tem 100 anos, nós temos evidências disso.
Maio 2013Compartilho entrevista quentinha da Telessaúde Informa
domingo, 12 de maio de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
TOURADAS
Touradas
Neste exato momento, o governo espanhol está analisando uma lei voltada à proteção e à promoção das touradas, que nada mais são do que um espetáculo ultrapassado e responsável pela morte lenta e sofrida de um animal tão bonito: o touro.
A maioria dos cidadãos espanhóis não apoia as touradas e nem quer ver o dinheiro que paga em impostos aplicado na proteção deste tipo de evento.
Junte-se à WSPA contra a promulgação dessa lei, enviando uma mensagem ao governo espanhol AGORA!
A Espanha possui tantos encantos a serem desfrutados; porém, ao apoiar e proteger a matança de touros para fins de mero entretenimento, o governo espanhol corre o risco de deixar um péssimo legado para as futuras gerações.
O sofrimento e a morte de animais por puro passatempo, ou mesmo por razões de ordem cultural, não devem jamais ser legitimados, pois são cruéis e distantes da atual realidade social em que hoje vivemos.
Envie uma mensagem para o governo espanhol agora e peça a eles que intercedam contra as touradas
Juntos, poderemos banir dos livros de História este passatempo cruel.
domingo, 21 de abril de 2013
Oras Bolas
ORAS BOLAS
Era uma vez uma pessoinha, que servia
sempre os grandes, trabalhando de sol a sol. Um dia ganhou uma função, que
era mais alto do que a sua!Todos pensando que serviria para o bem de todos e
não para determinadas pessoas.
Mais,
não foi isso que aconteceu!Ele começou a pisar nas pessoas que um dia
trabalharam com ele, e quem não se ajoelhasse diante dele, ele logo pensava
tenho que tirar essa pessoa daqui. Na sua insegurança começou a eliminar todos
que possam atrapalhar, cada dia ia crescendo no seu castelinho de areia, além
do seu mundo havia mais um ninguém gostava dele, a não serem os grandes, os colaboradores
tinha medo e não respeito por ele. Que é bem diferente, medo de respeito, o
medo faz com que aceitamos diante e
respeito perto ou longe as pessoas são as mesmas.
Mais um
dia uma pessoa falou para ele.<Você não tem medo de retornar a sua origem?><Ele
diz ora já estou tecendo ou costurando nos dois lados>Para isso que sirvo e
fico nos dois lados e eu sou bobo uai.Aprendi que de agora para frente terei que fazer teias,se eu retorno a minha função estou perdido......fui
sexta-feira, 12 de abril de 2013
xadrez 2
O jogo político se
assemelha ao jogo de xadrez,se não sabem jogar aprendam.
Primeiro conheçam todas
as peças dos xadrez. O xadrez exige inteligência, nisso vou contra o meu gosto...
inteligência?
Ai que tenho minhas duvidas, mais em parte podemos considerar sim, é jogada para
mestre.No jogo xadrez temos estabelecer nas jogadas um tempo...temos que
respeitar se não respeitar não ganha.Assim,são os cargos temporários,estar e não ser é uma questão de tempo ou de ano?
domingo, 24 de março de 2013
Emprego de Bico
Emprego de Bico
Sem polemizar, mais precisamos com urgência propor e conscientizar que o serviço público não é emprego de bico. Não podemos aceitar que servidores que tenham dois empregos, podem pegar atestado para um e trabalhar no outro privado; fazendo do serviço público um mero bico de ganho.
É lógico que há muitos
servidores públicos são contra essa forma do colega agirem assim, sentem mal, sentem
revoltados, sentem vergonhas, por que os maus estão misturados entre os bons, e
são esses bons que levam a fama dos exemplos dados aos outros. É constrangedor
saber que o tal funcionário trabalha ou trabalhou o dia todo na repartição
privada e na pública ganha atestado e mais atestado. Será que adoeça é somente
ao serviço público?O ruim quando as sobrecargas de trabalho, dos que são os
bons dobram, pois trabalham até para dois ou mais funcionários que não vieram; talvez
se tivesse um plano de carreira, avaliação e demais parâmetros para promover os
bons, o serviço público tinha mais qualidade.<Ofende os bons quem poupam os
maus>
sexta-feira, 15 de março de 2013
Novas Regras para as UPAs
NOVAS REGRAS PARA AS UPAs
Caso o custo final da ampliação, construção e reforma da UBS seja superior ao recurso ministerial, a diferença do valor será custeada pelo próprio município ou Distrito Federal. Se o custo final for inferior, a diferença poderá ser usada pelo município ou DF para futura ampliação, construção e reforma.
O Fundo Nacional de Saúde fará o repasse dos recursos financeiros para investimento ao Fundo Municipal de Saúde ou ao Fundo de Saúde do DF quando for publicada a portaria específica de cada modalidade. Para a ampliação e reforma, a primeira parcela será 20% do valor total aprovado e a segunda será 80%. Para a construção, serão três parcelas de 20%, 60% e 20%.
Os entes federativos que obtiverem financiamento para as UBSs e as UPAs devem cumprir os prazos para execução e conclusão das obras e início do efetivo funcionamento das unidades. No caso das UPAs, são nove meses, a contar da data de pagamento da primeira parcela do incentivo financeiro ao respectivo fundo de saúde, para apresentar os documentos necessários ao recebimento da segunda parcela.
fonte:Gabriel Palma - Agência Brasil
http://www.hojeemdia.com.br/noticias/brasil/novas-regras-para-o-programa-de-requalificac-o-de-unidades-de-saude-1.97844
sábado, 9 de março de 2013
Apostilamento.
Enquanto o País não tiver planos de carreira que incentivem, de fato, os servidores públicos ficaremos reféns dos tais apostilamentos. Defendo o plano de carreira ou produtividade, ai sim a engrenagem pública ganha um serviço de boa qualidade.
Quem trabalha mais ganha mais, e quem trabalha menos ganha menos,são opções de cada um e direito de todos.O que não podemos e vê o que acontecem nesse país que a lei do Gerson ainda continua até com emendas etc.Defendo a qualidade da gestão boa do SUS e sua transparência e é por ela que sou sustentada entre meus 24 anos de profissão......fui
domingo, 3 de março de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Xadrez

xadrez
1. O xadrez estimula o raciocínio lógico
2. O xadrez ativa a concentração
3. O xadrez desenvolve a tomada de decisões
4. O xadrez aguça a memória.
5. O xadrez trabalha a paciência.
6. O xadrez demanda a capacidade de planejamento.
7. O xadrez aumenta a autoconfiança
8. O xadrez proporciona o respeito ao adversário
9. O xadrez exige responsabilidade
10. O xadrez instiga a imaginação e a versatilidade
Não à toa, a UNESCO mantém o Comitê de Xadrez Escolar, responsável por integrar a modalidade nas escolas e instituições de ensino e visar que a prática seja pedagogicamente produtiva. Muitas instituições de ensino têm o jogo de xadrez em suas grades (extra) curriculares. Em São Paulo, escolas como o Dante Alighieri, Santa Cruz, Santo Agostinho, Santo Américo, entre outras, oferecem aulas do jogo. O Colégio São Luiz rege, anualmente, o Torneio Intercolegial de Xadrez, que proporciona uma competição entre as mais variadas idades e escolas. "São inúmeras as vantagens da prática do xadrez, mas as mais lembradas e verificadas são o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático, atenção e concentração, memória e a criatividade", diz o professor Antonio Carlos de Resende, do Colégio Albert Sabin, que instituiu o xadrez desde a fundação, em 1994.Também no Rio de Janeiro, a moda pegou. Mesmo em escolas públicas. O programa "Aprendendo Xadrez nas Escolas", parceria do Governo com a Federação de Xadrez do Estado, inclui aulas do jogo em cerca de 140 escolas estaduais.fontehttp://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/xadrez-na-escola-617282.shtml
Assinar:
Postagens (Atom)




.jpg)