domingo, 4 de maio de 2014

Jornalista da Band

Jornalista da Band.



A entrevista que Ticiana Villas Boas, 33, deu à revista "Veja" não repercutiu bem nem em sua vida profissional nem na pessoal. Segundo a colunista Fabíola Reipert, seu marido, Joesley Batista, não gostou nada da exposição da esposa no vídeo.
Com um tom desinformado e despreocupado, Ticiana falou sobre seu estilo de vida. "É bom ter dinheiro, não fazer conta, sair para jantar a hora que quiser no restaurante que quiser, poder reformar sempre a casa, ter funcionário na casa. Eu chego em casa, meu carro já está abastecido, meu motorista faz isso. Outro dia me perguntei quanto era o litro da gasolina. Não sabia. Eu poderia comprar uma bolsa toda hora, toda semana, mas eu não faço, eu me coloco limite sobre isso. Eu nunca conversei com o Joesley sobre coisas de casa, qual o limite de gastar aqui", ela declarou.
O marido, dono da Friboi, também se incomodou em ver publicada uma lista de seus bens, como uma casa em Nova York, uma em Angra dos Reis e um jato avaliado em 25 milhões de dólares.
Ricardo Boechat, 61, colega de Ticiana no "Jornal da Band", também não gostou da postura da jornalista. Segundo o colunista Léo Dias, ele faz campanha para que ela seja substituída por Ana Paula Padrão, que está sem contrato e tem chances de voltar à Band. No entanto, há a questão de que a saída de Ticiana poderia acarretar a perda de patrocinadores. Seu marido também é dono da Neutrox, da Seara e dos sabonetes Francis.
Fonte:https://br.tv.yahoo.com/blogs/notas-tv/jornalista-da-band-irrita-marido-e-colega-da-131022759.html
Obs:O pior é saber que temos que engolir pela goela abaixo devido aos patrocinadores,uma coisa é certa não compro  nada referente aos patrocinadores e tenho a opção de mudar de canal.





domingo, 27 de abril de 2014

DIREITOS DOS PACIENTES

DIREITOS DOS PACIENTES

http://www.reumatoguia.com.br/interna.php?id=161&cat=55&menu=55

DIREITOS DOS PACIENTES

Última atualização: 30/07/2012
O paciente com doença reumática, dependendo do preenchimento de determinados requisitos, pode usufruir de inúmeros direitos. Nem todos os direitos, porém, estão diretamente relacionados ao diagnóstico da doença reumática. Alguns benefícios legais decorrem da incapacidade para o trabalho, da presença de certos tipos de deficiência, da redução da mobilidade, do enquadramento da enfermidade no rol de doenças consideradas graves pelas legislação ou mesmo de outras condições estabelecidas em lei. Portanto, é preciso verificar, caso a caso, se o paciente preenche os requisitos legais.

Há casos em a lei garante direitos para pacientes de determinadas doenças, e outras não. Em muitos desses casos, é possível cobrar na Justiça a igualdade de direitos.

Com as informações disponíveis nesta sessão do Portal Reumatoguia, esperamos que você entenda melhor quais são os seus direitos, como proceder para conquistá-los e quais as leis que os garantem.

Antes de tudo, recomendamos que você organize uma pasta com diversos documentos para tê-los facilmente em mãos quando necessário.

IMPORTANTE: Endereços, telefones, leis e outras informações aqui mencionadas podem sofrer alterações. Por isso, caso você perceba que algum dado mereça atualização, entre em contato conosco.


Aviso Legal:
1. As informações contidas neste site tem caráter meramente educativo e não substituem as opiniões, condutas e discussões estabelecidas entre médico e paciente.
2. Todas as decisões relacionadas ao tratamento devem ser tomadas com respaldo do médico responsável pelo acompanhamento clínico do paciente, pois é ele quem mais conhece as particularidades de cada paciente, tendo, portanto, melhores condições de opinar e prescrever a conduta mais adequada.
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Fibromialgia

FIBROMIALGIA AFETA 3% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA, MAS TEM DIAGNÓSTICO DIFÍCIL

Última atualização: 10/02/2014:http://www.reumatoguia.com.br/interna.php?cat=92&id=1655&menu=92
Dor generalizada por todo o corpo por no mínimo três meses acompanhada por fadiga, ansiedade, depressão, dificuldade para dormir e até alterações intestinais. Durante vários anos, o desconhecimento sobre a fibromialgia levou os pacientes acometidos por esses sintomas a serem tachados de "dramáticos” ou "estressados”, evoluindo para um diagnóstico de transtornos emocionais como depressão. Mesmo com o reconhecimento da doença considerada crônica e pesquisas intensivas sobre o assunto, o fibromiálgico pode levar até três anos para descobrir a justificativa para as dores persistentes e difundidas pelo tecido muscular. O fato de o reumatologista – médico dedicado aos estudos e tratamento da enfermidade – ser procurado apenas depois que o paciente passa por três outros profissionais de áreas distintas está entre os motivos para a morosidade na identificação da patologia.

Sem qualquer exame que seja capaz de detectar a fibromialgia, o diagnóstico é essencialmente clínico, baseado em critérios classificatórios pontuados pelo Colégio Americano de Reumatologia. Entre eles, a presença de dor difusa e generalizada por mais de três meses. "Dentro do corpo existe um sistema de controle de dor. No caso dos fibromiálgicos, esse sistema sofre uma falha, por isso a doença é conhecida como síndrome de amplificação dolorosa”, explica o reumatologista Marcelo Cruz Rezende, coordenador da Comissão de Dor, Fibromialgia e Outras Síndromes Dolorosas de Partes Moles da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).

A dor passa então a ocorrer de forma mais intensa nessas pessoas. Uma das justificativas para esse descontrole estaria nas alterações dos níveis de neurotransmissores no cérebro – como serotonina e noradrenalina –, substâncias químicas produzidas pelos neurônios e responsáveis por transportar as informações entre as células. "Há distúrbios associados também ao funcionamento da bomba de cálcio”, acrescenta Marcelo. Outra indicação de que o paciente sofre de fibromialgia são os 18 pontos dolorosos espalhados pelo corpo. É preciso que pelo menos 11 deles sejam reconhecidos. A revisão dos critérios estabelecidos pelo Colégio Americano de Reumatologia em 2010 excluiu a necessidade de contagem dos pontos dolorosos, orientação que ainda está sob questionamento pela área médica. Com isso, eles ainda continuam sendo utilizados como referência para a detecção do problema.
Exames de imagem e diagnósticos não são usados para indicar a fibromialgia, mas sim para que seja eliminada a possibilidade de outras patologias. "Os sintomas são muito pouco específicos e não há nada exclusivo da fibromialgia. Por isso são realizados exames para excluir hipotireodismo, doenças do tecido conjuntivo, como artrite reumatoide, e no caso de mulheres no período fértil o lúpus”, explica Luiz Severiano Ribeiro, coordenador do Grupo de Educação do Paciente Fibromiálgico do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg). Há mais de 20 anos, o grupo está aberto ao público interessado em informações sobre as causas, tratamentos e o funcionamento da doença. "Aqui, eles têm contato com pessoas que sofrem do mesmo problema e já passam por tratamento há muitos anos. É uma forma de eles sentirem que há outras pessoas na mesma situação e que não são os únicos”, afirma Luiz.

CAUSAS E TRATAMENTO
O surgimento da doença está atrelado à genética e a situações de estresse crônico. "Há um padrão hereditário, mas não existe um gene identificado para a fibromialgia”, reconhece Marcelo Cruz. Doenças graves, traumas emocionais ou físicos e até mudanças hormonais podem desencadear os sintomas, que começam com uma dor crônica localizada que progride e é difundida para todo o corpo. A doença afeta mais as mulheres, já que de cada 10 pacientes, de sete a nove são do sexo feminino. A razão para essa incidência não é clara, já que não parece haver relação com hormônios.

A enfermidade não tem cura, mas diante de certas providências é possível conviver com a doença. Entre elas, a prática frequente de atividades aeróbicas. "Atividade física, principalmente aeróbica, tem efeito sobre o padrão de dor e melhora a fadiga. Existem trabalhos que mostram que até o tai chi chuan pode ajudar a amenizar os sintomas da fibromialgia”, reconhece Marcelo Cruz. Antidepressivos também podem ser indicados, já que agem sobre os neurotransmissores, tendo efeito sobre a dor. Diante de dores distintas e com intensidade variada, todo o tratamento é individualizado.

Depoimentos de pessoas com Fibromialgia 
» Jorge Luiz Dutra, aposentado, de 58 anos
 "Até descobrir o problema, em 2004, demorei quatro anos indo em vários médicos e fazendo todo tipo de exame. Hoje aprendi a conviver com a dor que é persistente, do pescoço para baixo. Só não dói o cabelo (risos). Tomo antidepressivos e analgésicos, mas o que funciona mesmo são as caminhadas diárias de uma hora. Faça chuva ou faça sol, não deixo de ir. Na família, tenho primos que estão fazendo exames e há suspeita de fibromialgia. A grande tristeza é que a gente passa por muita humilhação porque ninguém acredita na doença, nem mesmo o Instituto Nacional da Previdência Social (INSS). Se não tem exame que identifique, não dá para comprovar.”

» Evangelina Maria Lara, aposentada, de 75
"Problema nos ossos foi uma dos problemas que falaram que eu tinha antes de chegar até a fibromialgia. As dores, que estão sempre presentes, começaram há mais de 30 anos e há 25 trato a doença. Não foi identificado nenhum caso na família e meus filhos também não apresentaram os sintomas. Quando tenho algum problema emocional, por menor que seja a chateação do dia a dia, a dor intensifica e é preciso tomar analgésicos para aliviar.”

Saiba mais sobre a Fibromialgia

Números: 3% da população brasileira é afetada pela fibromialgia

80% dos pacientes são mulheres

34 a 57 anos é a faixa etária de realização do diagnóstico

Sintomas associados
>> Fadiga intensa
>> Irritação intestinal e da bexiga
>> Dor de cabeça
>> Movimento involuntário das pernas durante o sono
>> Dificuldade para dormir
>> Ansiedade
>> Depressão
>> Dificuldade de concentração

Tratamento
>> Exercícios para alongamento e fortalecimento muscular, assim como para condicionamento cardiorrespiratório. Devem ser praticados durante 40 minutos, três vezes por semana
>> Técnicas de relaxamento para prevenir espasmos musculares
>> Hábitos saudáveis para melhorar a qualidade de vida e reduzir o estresse
>> Medicações para o controle da dor e dos distúrbios do sono

Fonte: Estado de Minas

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sexta-feira, 4 de abril de 2014

SUS

Novas diretrizes para cursos de medicina incluem estágio obrigatório no SUS


Agência Brasil
Yara Aquino
Após meses de discussão, a Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou nesta quinta-feira (3) as novas diretrizes curriculares nacionais dos cursos de medicina, com a obrigatoriedade de que pelo menos 30% da carga horária do estágio obrigatório, em regime de internato, ocorra no Sistema Único de Saúde (SUS), na atenção básica e em serviço de urgência e emergência. O documento segue agora para o ministro da Educação, Henrique Paim, a quem caberá analisar e homologar as diretrizes.
As novas diretrizes aprovadas pelo CNE incluem ainda uma avaliação nacional dos estudantes de medicina a cada dois anos, que será obrigatória e classificatória para os programas de residência médica. A previsão é que a avaliação comece em um prazo de dois anos após a aprovação da medida e seja aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O Inep é uma autarquia do Ministério da Educação responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
As mudanças foram apresentadas pelo conselho e discutidas em audiência pública no dia 26 de fevereiro com a participação de entidades que representam estudantes de medicina, médicos e instituições de ensino e também integrantes dos ministérios da Saúde e da Educação.
Segundo o conselheiro da Câmara de Educação Superior Arthur Roquete de Macedo, a expectativa é que o Ministério da Educação aprove rapidamente o documento. “Tenho absoluta convicção de que o ministério vai homologar as diretrizes que foram aprovadas hoje no conselho em um prazo relativamente curto. Elas são importantes e consolidam alguns avanços que ocorreram nas diretrizes de 2001, abrem perspectivas para que novos aprimoramentos ocorram, como resultado do avanço da medicina no Brasil, do atendimento do SUS, das transformações sociais e do avanço tecnológico que vai ocorrer”, disse ele.
A reformulação das diretrizes dos cursos de medicina foi motivada pela Lei 12.871/2013, que instituiu o Programa Mais Médicos. Um dos objetivos do programa – aumentar o número de vagas na residência médica – foi incluído nas novas diretrizes. O documento aprovado hoje prevê que, até o final de 2018, os programas de residência médica devem ofertar vagas em número igual ao de egressos dos cursos de graduação em medicina do ano anterior.
Pela resolução aprovada, a duração do curso de medicina ficou confirmada em seis anos. Ao criar o Mais Médicos, o governo cogitou ampliar a duração para oito anos.
Para o conselheiro Arthur Roquete, as mudanças permitem a humanização da formação do médico, sem prejuízo da formação técnica. Ele acredita que o SUS terá capacidade de absorver o trabalho dos médicos que terão de cumprir 30% do estágio obrigatório no sistema. “O SUS já tem oferecido, de forma crescente, a possibilidade de estágios [para alunos] dos cursos de medicina", disse Roquete, que considera importante os estudantes terem formação condizente com a realidade da medicina praticada no país. "A proposta é que o SUS vá aumentando essa capacidade de absorção”, acrescentou.
Os cursos de medicina em funcionamento têm prazo de um ano, a partir da data de publicação da resolução do CNE, para aplicar as determinações às turmas abertas após o início de sua vigência. Os estudantes matriculados antes da aprovação das novas diretrizes podem optar por concluir o curso com base nas diretrizes anteriores ou nas novas. FONTE:http://www.clicfolha.com.br/noticia/33005/novas-diretrizes-para-cursos-de-medicina-incluem-estagio-obrigatorio-no-sus

domingo, 2 de fevereiro de 2014

CEREST

CEREST.

Mais uma vez fomos contemplado por mais uma palestra do Senhor Rogério Queiroz.

A respeito da preocupação da saúde do trabalhador.Com seu jeito todo particular entre saber e prender os ouvintes. 

sábado, 11 de janeiro de 2014

Gestantes de Minas

Gestantes de Minas podem realizar exame gratuito para detectar toxoplasmose

De alta prevalência na população brasileira, a toxoplasmose congênita pode provocar graves sequelas visuais e neurológicas


A partir deste ano, as gestantes de Minas Gerais poderão realizar, gratuitamente, o painel de testes para a detecção precoce da toxoplasmose congênita. O Programa de Controle da Toxoplasmose foi aprovado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), com o objetivo de reduzir a prevalência da doença e o prejuízo que ela acarreta à saúde da criança. De alta prevalência na população brasileira, a toxoplasmose congênita pode provocar graves sequelas visuais e neurológicas.
O procedimento é simples e seguro: a partir do primeiro comparecimento da mãe à Unidade Básica de Saúde (UBS) uma amostra de sangue capilar será colhida em papel-filtro e enviada, via Correios, para a análise no Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico da Faculdade de Medicina da UFMG (Nupad), em Belo Horizonte, como já acontece com as amostras da triagem neonatal, realizada nos primeiros dias de vida do bebê.
Ao mesmo tempo, estabelece-se uma padronização de valores de referência, visando uma interpretação adequada dos resultados, o que favorece a promoção de ações mais efetivas em termos de saúde pública.
De acordo com o diretor geral do Nupad, José Nélio Januário, o Programa pretende, além da detecção dos casos positivos durante o período pré-natal, identificar aquelas gestantes em risco de adquirirem a infecção durante a gravidez. " Uma vez identificadas, elas serão alvo de medidas educativas e orientações para evitar a exposição ao Toxoplasma gondii, agente causador da doença" , aponta. As ações de tratamento contarão com a supervisão da SES-MG, especialmente em situações com dificuldades de resolução local.
Cadastro de Municípios
Para que o município receba protocolos, material institucional e de divulgação, bem como os insumos necessários para a realização do procedimento de coleta, como lancetas, papel-filtro e envelope, é necessário realizar o cadastro das Unidades de Saúde do município. Este cadastramento e a indicação de referências técnicas deve ser realizado por meio do site do Nupad. publicado em 06/01/2013 às 10h30:00http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/33010/geral/gestantes-de-minas-podem-realizar-exame-gratuito-para-detectar-toxoplasmose


sábado, 28 de dezembro de 2013

marcas e as empresas estão preparadas para atender clientes com deficiência?



As marcas e as empresas estão preparadas para atender clientes com deficiência?

As estatísticas têm mostrado que investir em acessibilidade pode ser mais do que um ato de cidadania e de responsabilidade social. Esse investimento pode se tornar um excelente negócio; um investimento em sustentabilidade. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou, no Censo 2000, que o Brasil possui um contingente de 14,5% da população com algum tipo de deficiência, ou seja, um universo de 24,5 milhões de pessoas com um potencial de consumo estimado em R$ 5 bilhões. Ao analisarmos os dados globais encontramos estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) que apontam que 10% da população mundial é portadora de deficiência – algo em torno de 610 milhões de pessoas, sendo que 386 milhões são economicamente ativas.

Diante desse cenário, será que as marcas e as empresas brasileiras estão preparadas para atender com qualidade o consumidor portador de deficiência? Quais as barreiras e erros mais frequentes? A resposta é um sonoro não! Mas, a boa notícia é que inúmeras empresas estão interessadas em saber onde erram e quais são as alternativas para iniciar um projeto de acessibilidade, de inclusão social. Entre os erros mais frequentes – detectados pela equipe de “clientes secretos” da Shopper Experience – começo citanto as barreiras físicas, porque são as que tangibilizam e ilustram o quanto a sociedade brasileira está despreparada para incorporar a inclusão de portadores de deficiência no cotidiano. Portas estreitas, correntes protegendo as vagas destinadas a cadeirantes, acessos não sinalizados para deficientes visuais e equipamentos de autoatendimento em alturas incompatíveis com cadeirantes são alguns dos erros estruturais mais comuns.

Os “clientes secretos” da Shopper Experience – pessoas com deficiência que integram projeto de inclusão profissional e atuam como pesquisadores responsáveis pelo atendimento a clientes de empresas de vários segmentos – citam, ainda, as barreiras emocionais e comportamentais. Em geral, profissionais do varejo, serviços financeiros e órgãos públicos não receberam treinamento adequado para lidar corretamente com o atendimento. Há casos de total ignorância que geram comportamentos como:

- o atendente grita com o deficiente visual. A questão é que ele não enxerga, mas ouve muito bem;

- em um restaurante, o garçon pergunta ao acompanhante de um cadeirante qual é o pedido; o que o cadeirante gostaria de comer. Ou seja, “imbecializam” a pessoa com deficiência, tratando-a como um ser incapaz de tomar decisões;

- o atendente recebe o cadeirante, auxilia-o a entrar em determinado local, mas o abandona. Ou seja, não prossegue no atendimento por motivos inexplicáveis;

- o atendente pergunta ao cadeirante se não gostaria de ir ao provador, embora a loja não tenha um provedor adaptado;

- o atendente não pergunta ao deficiente visual a cor que prefere, porque acha que tanto faz;

- o atendente fala muito rápido com deficiente o auditivo, impossibilitando a leitura de lábios;

- o atendente leva o cadeirante até o banheiro e acende a luz;

- o atendente, ao recepcionar um deficiente visual com cão-guia, começa a brincar, distraindo o cachorro. Nunca se deve brincar com cães-guias quando os animais estiverem trabalhando;

- o atendente que segura no braço do deficiente visual para guiá-lo; prática que tira o equilíbrio. O correto é oferecer o braço para que o deficiente visual segure.

Outros casos de despreparo são protagonizados pelo que costumo chamar de “deficientes sociais”, ou seja, pessoas que têm a coragem de parar em vagas exclusivas para cadeirantes e idosos; um tipo de ser humano que trata as pessoas com deficiência física como cidadãos de segunda categoria. Essas pessoas têm que ser reeducadas; passar por um processo de humanização social.

Em suma, a inclusão é uma cruzada que deve envolver todos os níveis da sociedade em torno de uma aliança firme, que trate a questão com a seriedade que merece.

fonte:

Stella Kochen Susskind

domingo, 1 de dezembro de 2013

PRIMEIRO DIA DO CONGRESSO DE FORTALECIMENTO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA


ABRE O PRIMEIRO DIA DO CONGRESSO DE FORTALECIMENTO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA

Na noite25 de Novembro de 2013 ,  de segunda-feira, a palestra magna ficou por conta do Secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques que também falou da importância do evento e êxito que a atenção primária teve nos últimos 20 anos. “Temos que festejar os muitos resultados que obtemos nos últimos anos, mas é preciso reconhecer que temos muito que avançar ainda. São muitos desafios a vencer e desatar alguns nós, e é isso que pretendemos hoje.”
Participaram também da mesa de abertura o vice-presidente do Conselho estadual de Saúde (CES), Geraldo Heleno Lopes, o Presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (Cosems), Mauro Junqueira e o Presidente da Associação Médica de Minas Gerais, Lincoln Lopes Ferreira. Mauro Junqueira, desejou sucesso no evento que para ele tem como objetivo buscar uma Atenção Primária resolutiva e de qualidade, para conseguir atender no mínimo de 80% da população.
Geraldo Heleno ressaltou a satisfação do conselho Estadual de Saúde em participar junto com a SES e Cosems desse congresso tão importante. “Nesse evento precisamos redirecionar nosso modelo de atenção primária, pois ela deve ser um grande suporte e discutir com todos que fazem parte e buscar aprimoramento da assistência de saúde no Estado. Queremos atingir em Minas um nível de saúde de qualidade e trazer um debate de reformulação que possa atender à população,” completou.
Mortalidade Infantil e Materna
Em sua palestra sobre a Atenção Primária à Saúde - Seu papel no programa de redução da mortalidade infantil e materna - Antônio Jorge começou alertando para as desigualdades regionais, que são ainda maiores quando se avalia as microrregiões assistenciais. Os maiores índices estão no Nordeste e no Jequitinhonha.
A respeito do Pré Natal realizados em 2009, o Secretário mostrou que dos 252.370 nascidos vivos de 2009, 88.329 realizaram menos que 7 consultas de pré-natal, e ainda falou da importância do Programa Viva Vida e Mães de Minas. “Esse cenário já vem sendo mudado, mas requer também mudança de mentalidade e cultura de responsabilização por parte de toda a sociedade. Mais uma vez afirmo, óbito materno e infantil em Minas é considerado evento catastrófico e é com essa mentalidade que vamos mudar o cenário atual.”
Debates e mesas
Ao longo dos próximos dias que se estendem o congresso, vários gestores municipais, estaduais e federais participarão das mesas de debate, discutindo temas que podem direcionar os rumos da Atenção Primária à Saúde no Estado nos próximos anos. Todas as discussões serão permeadas com a participação do Controle Social, parte integrante e relevante do Sistema Único de Saúde (SUS).

A participação do Controle Social na saúde pública abrange a formulação da política, a elaboração e a execução orçamentária dos recursos arrecadados, a fiscalização e a prestação de contas de sua utilização, sob a ótica não apenas da legalidade ou regularidade formal dos atos, mas, também, da legitimidade, economicidade, oportunidade e adequação ao propósito de assegurar o alcance do bem comum e do interesse público.

Destaques da programação
No mesmo dia (25/11) também foi lançado o livro “Equidade em Saúde” e apresentação das pesquisadoras Mônica Viegas e Kenya Noronha, do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional de Minas Gerais (Cedeplar).

Outro convidado é o professor Emerson Merhy, da Universidade Federal Fluminense, que fala no segundo dia sobre a “Qualificação dos processos de trabalho na Atenção Primária e a importância da interação entre profissional e usuário”.

A Atenção Primária à Saúde vista sob a perspectiva internacional” será apresentada pelo convidado do Banco Mundial, Roberto Iunes, na tarde do segundo dia (26.11). Na mesma mesa, há ainda a participação de Lígia Giovanella (Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz) e de Arachu Castro (Universidade de Tulane).

Representantes do Ministério da Saúde abrem o terceiro dia, debatendo sobre “A Atenção Primária à Saúde e sua vivência na prática: a aplicação na esfera federal”. Logo após, o sanitarista Gilson Carvalho faz sua apresentação sobre o “Financiamento na Atenção Primária”.

No último dia (28.11), acontece uma ampla discussão sobre a definição de diretrizes para a Atenção Primária à Saúde em Minas Gerais, de 2014 a 2020. O debate será conduzido pelo vice-presidente do Conselho Estadual de Saúde, Geraldo Heleno Lopes, pelo superintendente de Atenção Primária à Saúde da SES/MG, Wagner Fulgêncio Elias, e pelo presidente do Cosems-MG, Mauro Guimarães Junqueira.
Por Lorena Melo         

SES-MG E ESP-MG LANÇAM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COMUNICAÇÃO E SAÚDE

SES-MG E ESP-MG LANÇAM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COMUNICAÇÃO E SAÚDE

edital do curso gratuito de pós-graduação, em nível de especialização, voltado para a área de Comunicação e Saúde. O curso será ministrado pela ESP-MG e é fruto de uma parceria entre a Escola de Saúde Pública de Minas Gerais e a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

A pós tem como objetivo especializar profissionais que atuam ou desejam atuar em áreas de interface da Comunicação e Saúde, e é voltada para profissionais de comunicação de mídias impressas, rádio, televisão ou internet; em assessorias de comunicação e/ou imprensa; conselhos profissionais de classe da área de saúde ou recém-graduados. São 35 vagas distribuídas por áreas de atuação do profissional. A carga horária é de 360 horas.  As aulas acontecerão de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, com periodicidade quinzenal, na Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais.

De acordo com o secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Antônio Jorge de Souza Marques, o curso vai se somar a todos os esforços já empreendidos até agora e atrairá para dentro do sistema os profissionais de comunicação que têm interesse em uma discussão do contexto histórico e dos princípios que regem a organização, sobre o financiamento, sobre a regulação e a gestão do SUS.

“Essa pós também abrirá espaço para o desenvolvimento da capacidade de análise crítica em relação às políticas, métodos, técnicas e tecnologias de comunicação relacionados à saúde. Tudo isso, virá contribuir, certamente, para que, por meio das ações no campo da Comunicação e Saúde, seja possível fomentar as políticas do SUS, contribuindo de fato para a evolução do sistema, com maior entendimento, tanto pelos usuários, quanto pela sociedade. Hoje, temos jornalistas especialistas em economia, moda e por que não temos especialistas em saúde pública? O SUS é da nação brasileira”, completou.

O diretor da ESP-MG, Damião Mendonça, ressaltou que a comunicação é percebida como componente importante dessa interface na consolidação da política de saúde. “Vamos abranger duas áreas importantes para a população, buscando assim construir oportunidade para aproximação da imprensa com o SUS”, disse.

25 anos do SUS
O Sistema Único de Saúde (SUS) completou 25 anos de existência em 2013 e está presente nas pautas da maioria dos profissionais de jornalismo. Conhecer como funciona e quais são as principais dificuldades deste sistema é um dos grandes desafios destes profissionais.

Para o secretário de Saúde, o SUS tem se notabilizado, nos últimos anos, por importantes avanços. “As estratégias desenvolvidas por Minas Gerais se situam na linha do ‘Estado aberto e em rede’, que busca uma gestão voltada para o fortalecimento da cidadania, com vistas à participação e à inclusão social,” concluiu.

Foto: Henrique Chendes (SES-MG)
 
Tags: comunicação, comunicação e saúde, escola de saúde pública, esp, especialização, minas gerais, pós, pós-graduação, saúde, ses, ses-mg, sus
 
Estado/Cidade: Minas Gerais/Passos

domingo, 8 de setembro de 2013

MESA MILITANTE DA REFORMA PSIQUIÁTRICA NO I FÓRUM DE DIREITOS HUMANOS E SAÚDE MENTAL/SP

MESA MILITANTE DA REFORMA PSIQUIÁTRICA NO I FÓRUM DE DIREITOS HUMANOS E SAÚDE MENTAL/SP

Fala iluminada de Lancetti no Fórum de Direitos Humanos e Saúde Mental! 

"As pessoas podem sofrer pelas condições de trabalho,
mas não só por isso, sobretudo, pela falta de paixões em revolucionar!"

Ligia Bahia, também com fala militante !!
Diz: "Precisamos endurecer e não dizer que está tudo bem." 
“Olha que maravilha, tanto faz se é OS ou não? Eu quero um SUS para chamar de meu! Nós queremos e podemos construir. O SUS está vivo. Nós somos a força viva do SUS.”

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Tem Concerto?

Tem Concerto?


Hoje ,mais de perto percebo que não é para concertar,se concertar;veremos os erros e não é para deixar vê os erros.
Sinto,triste que fidelidade não tem nada haver com carater,formação seja familiares ou profissionais.
Chego aos 30 anos como profissional de saúde, sem nenhuma crença hoje das minhas lutas aos serviços públicos,quem sabe posso repensar e retornar acreditar de novo.
Ou eles me fazerem acreditar peço desculpe que pensei que poderia trabalhar melhor,mais não é para trabalhar é para não trabalhar.Assim,vamos esperando a aposentadoria que um dia virá.