sábado, 12 de dezembro de 2015

Velho Chico

Velho Chico

Velho Chico

Perto de mim sua nascente onde começa tudo.Onde foi usado para inventar obra.
Graças à prisão de quatro executivos de empresas que andaram pescando quilos de dinheiro às margens do São Francisco, a milagrosa transposição das águas acaba de transferir-se do cartório onde jaz o Brasil Maravilha para o noticiário político-policial. Agonizante desde os trabalhos de parto, o que deveria ser a obra do século é hoje o mais recente esqueleto do acervo acumulado pelo escândalo do milênio. A extravagância fluvial nem precisou ser inaugurada para transformar-se num portentoso símbolo da Era da Mediocridade. E numa prova de que, num momento infeliz da nossa história, o povo brasileiro desempenhou aplicadamente o papel de otário.

Musica Rio São Francisco montagen de Renata Cruz



Música Rio São Francisco






segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Passos e seu apostilamento e 84% de aumento para alguns - Fórum - e-Democracia

Passos e seu apostilamento e 84% de aumento para algunsPassos e seu apostilamento e 84% de aumento para 100 servidores


 - Fórum - e-Democracia

á pensou o município de Passos Minas Gerais a pedido do chefe do executivo enviou um projeto de lei para aumentar uma categoria de servidor em número de 106 servidores com um aumento de 84%?Os demais 2.500 não sentou para negociar.
Sem contar que entre eles tem a esposa de um vereador?
Hoje mais uma vez o projeto de lei não entrou em votação,quando eu e mais duas servidores pedimos ao presidente da casa.
Sem contar que havia acabado com o apostilamento e agora retornou ferindo a ADIN.

Um Projeto de Lei da Prefeitura de Passos apostilamento de servidores tem causa polêmica. Fere demais servidores uma vez que tem que ser filiado em um determinado partido.
Espero que o MPMG acolhe uma vez determinado funcionário sem nenhuma técnica o coloca naquele cargo paga um outro para fazer seu serviço e depois o apostila com um salario de diretor e outros.Por isso falei com esse vereador que pau que bate em chico tem que bater em francisco.

Passos e seu apostilamento e 84% de aumento para alguns - Fórum - e-Democracia

Passos e seu apostilamento e 84% de aumento para alguns - Fórum - e-Democracia

sábado, 5 de dezembro de 2015

RIO DOCE - ZÉ GERALDO

Marília Pera

Morre Marília Pera

Entre os trabalhos favoritos na TV, no entanto, fico com Os Maias” (2001), em que interpretou Maria Monforte.  E da minissérie “JK", fez a ex-primeira dama do Brasil Sarah Kubitschek.foto :http://extra.globo.com/tv-e-lazer/marilia-pera-morre-aos-72-anos-18228310.html

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Rumores sobre fraude em sorteio da Mega-Sena ganham força na rede | Congresso em Foco

Rumores sobre fraude em sorteio da Mega-Sena ganham força na rede | Congresso em Foco

Rumores sobre fraude em sorteio da Mega-Sena ganham força na rede

O assunto tem dominado as redes sociais desde a última quarta-feira (25), quando saiu o mais recente resultado da Mega-Sena. E, para muitos internautas, trata-se de fraude a aposta, mais uma vez contemplando um bilhete comprado no Distrito Federal, que acertou as seis dezenas da mais disputada loteria do país. Em questão, a bolada de R$ 205 milhões destinada a um único jogo – recorde histórico – e a credibilidade de uma instituição como a Caixa Econômica Federal, responsável pela realização do certame.
Um vídeo que circula no aplicativo de mensagens Whatsapp coloca em suspeição inclusive os proprietários da lotérica (Wands Loterias Ltda.) que vendeu o bilhete premiado – pago a R$ 3,50, o preço da aposta simples. No filmete, um internauta não identificado faz uma busca no site da Receita Federal e, ao chegar à Consulta de Sócios e Administradores (QSA), descobre que entre os donos da loja, localizada em um dos bairros mais valorizados Brasília, há um com o sobrenome Youssef – o mesmo do doleiro Alberto Youssef, um dos principais artífices do esquema de corrupção descoberto pela Operação Lava Jato na Petrobras. Mas, apesar do nome, o vídeo não apresenta evidências sobre parentesco.
“Olha só o quadro societário, direto da Receita Federal, na consulta QSA…”, pausa o internauta, focalizando a página institucional e ironizando a descoberta. “Olha só o Youssef aqui! Que legal! Estão observando? É isso aí, pessoal. A casa caiu”, diz o autor do vídeo de cerca de um minuto.
No perfil do Congresso em Foco no Facebook, outro internauta vai direto ao assunto ao afirmar que os sorteios de loteria são alvos constantes de fraude. “Loterias são comprovadamente utilizadas para lavagem de dinheiro. Existem pessoas ‘de sorte’, como um apostador que ganhou 550 vezes na loteria, outro que ganhou 327 vezes, ou – o mais incrível de todos – um cidadão agraciado com 107 prêmios da loteria, em sete modalidades diferentes, em vários estados da Federação e no mesmo dia…”, diz o leitor do site.
Lenda urbana ou prática real de crime, o fato é que os sorteios de loterias no Brasil há muito têm sido alvo de especulações sobre a transparência dos seus  procedimentos. Há cerca de dois meses, a Polícia Federal desarticulou uma quadrilha que fraudava bilhetes, em parceria com gerentes da Caixa, para receber premiações. Nesse caso, suscitou-se a possibilidade de que o setor de tecnologia da instituição poderia facilmente desenvolver, depois do anúncio do resultado, uma espécie de bilhete premiado.
Mas já chegou a haver também a desconfiança, por parte da Polícia Federal, de que o próprio instrumento de sorteio, as bolinhas numeradas, eram “batizadas” com pesos diferentes que permitiam a detecção e, consequentemente, a separação das demais pelos operadores do certame. Tal indício de manipulação levou a PF a iniciar uma investigação sigilosa – tanto esta quanto aquela suspeita não chegaram a comprovar qualquer fraude. A mera divulgação dos fatos, no entanto, alimenta o imaginário popular.
Ofício
Os materiais divulgados nas redes são emblemáticos das reações, em nível nacional, sobre os rumores de que os sorteios são manipulados. A grita geral ganhou força diante do fato de que apostadores de Brasília têm sido recorrentemente contemplados com prêmios acumulados, quando valores aumentam significativamente em relação ao número originalmente anunciado. Diante dos protestos virtuais e das mensagens que diz ter sido enviadas ao seu gabinete em Brasília, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) encaminhou ofício, nesta segunda-feira (30), à presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, em busca de esclarecimentos.
“Não é um assunto novo. Em 2004 e em 2005 denunciei desta tribuna, com base em informações sigilosas fornecidas pelo Coaf [Controle de Atividades Financeiras], que cidadãos brasileiros com muita sorte ganhavam muitas vezes na loteria. Denunciamos que um deles chegou a ganhar 525 vezes; outro, mais de 300 vezes; outro, mais de 200; um deles, mais de 100, com vários prêmios no mesmo dia, em sete loterias diferentes de vários estados brasileiros – prêmios sacados no mesmo dia. É claro que isso consubstanciava claramente a existência da lavagem de dinheiro sujo com sorteios das várias loterias administradas pela Caixa Econômica Federal”, reclamou o senador tucano, em discurso feito na tribuna do plenário.
Em e-mail encaminhado ao Congresso em Foco, a Caixa Econômica negou qualquer irregularidade nos procedimentos de sorteio e na divulgação de resultados. Entre outros pontos, a Caixa rebate a acusação de que existe algo errado no fato de que, em um primeiro momento, o site da Mega-Sena veiculou a informação de que o prêmio havia acumulado, para em seguida anunciar o vencedor.
“Exclusivamente na tela inicial das Loterias no site, houve atraso na atualização dos dados, o que manteve a palavra ‘acumulou’ referente ao sorteio anterior. No entanto, desde o primeiro momento, as informações sobre o referido concurso foram atualizadas normalmente na página específica da modalidade Mega-Sena e no aplicativo da Caixa para celular”, registra a instituição financeira.
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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Operação SOS Saúde


Operação SOS Saúde




20/10/2015 12h03 - Atualizado em 20/10/2015 20h29

Quatro são presos em operação da Polícia Civil e MP em Passos, MG

Ex e atual secretários de Saúde, ex-diretor da UPA e assessor foram detidos.MP suspeita que eles operavam um esquema de desvio de verbas.

Quatro pessoas foram presas temporariamente durante a operação 'SOS Saúde', realizada pelo Ministério Público em conjunto com a Polícia Civil nesta terça-feira (20) emPassos (MG). São investigados crimes de corrupção passiva, peculato, falsidade ideológica, e organização criminosa praticados por servidores públicos da gestão de saúde do município. Segundo o MP, a operação é resultado de 14 meses de investigações.
Segundo Paulo Queiroz, delegado regional da Polícia Civil, entre os detidos estão o atual secretário de Administração e ex-secretário de Saúde da prefeitura, Gilberto Lopes Cançado, o atual secretário de saúde, Dickson de Castro, o ex-diretor da Unidade de Pronto Atendimento, Ildelfonso Pereira Medeiros Filho, e o ex-delegado da Polícia Civil e atual assessor especial da prefeitura, Wagner Caldeira.
A suspeita do MP, é de que eles operavam um esquema de desvio de verbas, que pode chegar a R$ 790 mil, através do pagamento de horas extras indevidas. São analisadas mais de 800 horas de trabalho contabilizadas entre setembro de 2013 e agosto de 2014, quando começaram as investigações.Conforme o MP, o pagamento das escalas dos plantões médicos da Unidade de Pronto Atendimento de Passos era superfaturado. A Promotoria acredita que o valor pago a mais ficava com os suspeitos, que podem ter recebido apoio de médicos para falsificar os pontos e de funcionários, que tiveram contato com as escalas originais. Nos últimos meses, 20 pessoas entre suspeitos, funcionários da Upa e médicos foram ouvidos.
A Justiça também determinou o afastamento do cargo de outros dois servidores públicos da UPA de Passos. Além disso, foram executados também oito mandados de busca e apreensão. Durante a operação, foram apreendidos documentos e aproximadamente 2 mil dólares e 2 mil euros.
A prisão temporária dos suspeitos é válida por cinco dias, podendo ser prorrogada ou revertida em prisão preventiva. Três dos detidos foram levados para o Presídio de Passos. Já o ex-delegado será levado para um presídio na Região Metropolitana de BH.
De acordo com o promotor Paulo Frank, o prefeito da cidade, Ataíde Vilela (PSDB), não está sendo investigado.A assessoria da Prefeitura de Passos informou que está acompanhando as investigações através da Procuradoria-Geral do Municipal, mas que os acusados são representados por seus advogados particulares. A prefeitura ainda negou que tenha havido coação de médicos e disse estar colaborando com as investigações do Ministério Público.
Veja a nota na íntegra:
O Ministério Público solicitou do Poder Judiciário a busca e apreensão de documentos nas secretarias municipais de Administração e Saúde e na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e no posto de combustíveis de propriedade do secretário municipal de Administração.
O MP pediu e o Judiciário deferiu as prisões temporárias dos secretários Dickson Helinton de Castro (Saúde), Gilberto Lopes Cançado (Administração), do ex-diretor da UPA Ildefonso Medeiros Filho e do assessor Wagner Diniz Caldeira e determinou o afastamento do diretor e da secretária administrativa da UPA.
O MP alega que médicos da UPA, durante investigação sobre pagamento por plantões não trabalhados, disseram ter sidos coagidos a fazer acordo para devolução dos pagamentos dos plantões não cumpridos.
A Prefeitura Municipal de Passos informa que está acompanhando o caso, através da Procuradoria-Geral do Municipal, mas que os acusados são representados por seus advogados particulares.
A Prefeitura nega que tenha havido coação de médicos e afirma que alguns dos envolvidos assinaram o acordo espontaneamente. O acordo para a devolução do dinheiro dos plantões foi proposto após investigação das secretarias municipais de Administração e Saúde sobre as suspeitas de pagamentos indevidos de plantões para médicos. Grande parte do que foi apurado pela Prefeitura foi enviada para o Ministério Público, para contribuir nas apurações desse órgão.

Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Passosoperação sos saúde



Operação Cambio Negro

1/12/2015 12h26 - Atualizado em 01/12/2015 12h41

Operação 'Câmbio Negro' da Polícia Civil prende 5 suspeitos em Passos

Quadrilha estaria envolvida em explosões de caixas e lavagem de dinheiro.
Grupo já vinha sendo investigado desde o começo de 2014.

Do G1 Sul de Minas
A Polícia Civil prendeu, na manhã desta terça-feira (1º), em Passos (MG), cinco pessoas suspeitas de integrar uma quadrilha envolvida em explosões de caixas eletrônicos e lavagem de dinheiro.  O grupo vinha sendo investigado desde o começo de 2014. Ao todo, 30 policiais de toda a região foram chamados para integrar a operação chamada de Câmbio Negro.
A ação começou às 6h, quando as equipes foram cumprir os mandados de prisão. Em uma casa da cidade, foi preso um dos chefes da quadrilha e foram apreendidas uma arma e dois veículos do suspeito.  Os outros quatro suspeitos foram presos também na parte da manhã.
Desde o ano passado, a polícia já investigando a quadrilha. A primeira parte da operação, chamada ‘Firebox’, apurava explosões de caixas eletrônicos na região. Quando a quadrilha se envolveu com outras pessoas da cidade para tentar roubar R$ 6 milhões de uma empresa transportadora de veículos, teve início a operação ‘Câmbio Negro’.
Segundo a Polícia Civil, mesmo com a falha do plano de roubo, o chefe da quadrilha teria conseguido furtar cerca de R$ 600 mil da empresa. Ainda segundo as investigações da policia, junto com o pai, o suspeito teria lavado o dinheiro roubado comprando bens.

"Todos dos presos e investigados permanecerão no presídio de Passos, com exceção de um, que será encaminhado para a cidade de Belo Horizonte. [Eles] têm envolvimento com os crimes de organização criminosa, furto qualificado, explosão de caixa eletrônico e lavagem de dinheiro", explica Thiago Gomes Ribeiro, delegado da Polícia Civil.