quinta-feira, 21 de junho de 2018
quarta-feira, 20 de junho de 2018
domingo, 10 de junho de 2018
é de casa
é de casa
É de
Casa,são apresentadores que eu não
consigo acompanhá-los,respiração acelerada ansiosos.
Totalmente,sem
conexão com o meio ambiente atropelam os convidados,a Poeta não consegue ficar
com a boca calada.
O
Zeca parece que se perdeu volta para o jornalismo sua respiração está
ofegante,parece que há uma competição entre sim,
A
outra que somente gritos e ás artérias do pescoço para fora.
segunda-feira, 14 de maio de 2018
corpo fala
Pela linguagem do corpo; dizemos muitas coisas aos outros. Antes de tudo, nosso corpo é um centro de informações para nós mesmos. É uma linguagem que não mente. A grande maioria das pessoas ignora a existência da linguagem do corpo quando se relacionam. Gestos, olhares, posições do corpo, etc. comunicam normalmente à verdade que as palavras não conseguem dizer. A estrutura do nosso corpo é demonstrada nas páginas desse livro, que nos dará uma nova dimensão na comunicação pessoal.
A comunicação é fundamental nas relações pessoais, empresarias e educacionais. Pode ser feita de várias maneiras, entretanto, só existe realmente quando a mensagem é recebida com o mesmo sentido com o qual ela foi transmitida. O importante na observação e aplicação da linguagem não verbal é que ela esteja em concordância com a linguagem verbal, de forma que a comunicação seja um processo completo e coerente.
O corpo fala e fala mesmo. Aponta as mentiras, expõe verdades inconscientes, reforça as idéias, dá ênfase à comunicação. Devemos estar atentos para o fato que muitas vezes transmitimos sem perceber uma mensagem verbal diferente da mensagem corporal. As duas formas devem contribuir para o fortalecimento uma da outra, aumentando a credibilidade nas informações transmitidas. Por mais clara e assertiva que seja uma mensagem, sempre vai envolver subjetividade, pois este processo envolve relações humanas, envolve vários fatores na emissão, recepção e percepção da mensagem.
O livro “O Corpo Fala”, de Pierre Weil e Roland Tompakow, procura mostrar a linguagem manifestada pelo corpo, nos diversos tipos de relacionamentos humanos que temos ao longo de nossas vidas.
Por se tratar de um livro que explica os aspectos do comportamento humano, o conteúdo não é somente transmitido por meras palavras, e sim por ilustrações que facilita o nosso entendimento, formando uma unidade de comunicação intensa, clara, simples e divertida.
No primeiro capítulo do livro recebemos um convite para folhear um pouco o livro para o despertar da curiosidade.Conheceremos três animais que vão fazer parte de todo o vocabulário do livro. O tópico traz uma introdução de como analisar as atitudes corporais como base na forma que aprendemos o alfabeto. Informa-nos que falamos através de cada gesto feito como andar, sorrir, virar a mão para cima ou para baixo, o olhar, a fala e vários outros movimentos pode- se mostrar a linguagem do corpo. Todo o processo desde o nascimento, mostramos a linguagem corporal, aprender a andar, a falar, a raiva, o medo, ou seja, as vontades e desejos do homem e durante a sua vida.
A partir do segundo capítulo do livro, compara o corpo humano a esfinge que é dividida em três partes (boi, leão e águia) o boi que equivale ao abdômen da esfinge significa vida instintiva e vegetativa, desta forma o homem mostra seus desejos, a apetites, ou a seus próprios instintos do dia a dia como comer, dormir, portanto seus desejos e outras vontades que se localizam no abdômen. O leão mostra o emocional do ser,( o coração) o centro de toda emoção do homem, são todos os nosso sentimento como medo, amor, ódio,raiva , susto, timidez, ser submisso ou retraído, mostra o equilíbrio e outras emoções que vem de dentro para fora.
Estendendo se para os demais capítulos, o assunto será sobre símbolos e as explicações sobre eles, vendo que um símbolo antigo nos dará a estrutura psicossomática do homem e da linguagem do corpo. Desde os tempos imemoriais, usam - se símbolos – mensagens sintéticas de significado convencional. Usando um símbolo, pode - se comparar o corpo humano a uma esfinge; àquela esfinge dos egípcios ou dos assírios. A esfinge era composta por quatro partes: corpo de boi, tórax de leão, asas de águia; e cabeça de homem.
Existe uma tradição muito antiga, que cada uma destas partes representa uma parte do físico do homem e também na sua correspondência psicológica. Sendo:
Boi – abdômen: vida instintiva e vegetativa;
Leão – tórax: vida emocional;
Águia – cabeça: vida mental (intelectual e espiritual);
Homem – conjunto: consciência e domínio dos três inconscientes anteriores.
Este esquema pode ser aplicado à expressão corporal:
O Boi, em evidência na nossa expressão corporal, tende a traduzir por uma acentuação do abdômen. A pessoa avança o abdômen; isto se encontra em pessoas que gostam de boas refeições, que se senta à vontade diante de uma farta mesa de jantar.
O Leão se evidência pelo tórax onde reside o coração; é o centro da emoção. Os especialistas em expressão corporal, sobretudo os coreógrafos, o consideram como o centro do EU.
Assim, quando há uma postura de preponderância do tórax, estamos em presença de uma preponderância do EU. São pessoas vaidosas, egocêntricas e extremamente narcisistas; ou naquele momento querem se impor. Ao contrário, quando o tórax está encolhido, estamos em presença de uma pessoa cujo EU está diminuído; são pessoas tímidas, submissas ou que naquele momento se sentem dominadas pela situação.
Um tórax em postura normal significa um EU equilibrado.
Pode - se observar o estado emocional da pessoa, olhando atentamente para o seu tórax:
- Aumento da respiração significa tensão e forte emoção.
- Suspiros são indicadores de ansiedade e angustia.
A Águia, representada pela cabeça, nos indica o estado de controle do corpo pela mente:
- Cabeça erguida significa hipertrofia do controle mental.
- A cabeça, em posição normal indica um controle normal da mente.
Nós, ocidentais, estamos infinitamente mais habituados a observar expressões na cabeça do que no restante do corpo das pessoas.
Na própria cabeça temos representados os três animais:
- O boi, representando pela boca por onde entram os alimentos.
- O leão, representado pelo nariz onde entra o oxigênio para os pulmões.
- A águia, representada pelos olhos que são o espelho da mente.
Há um número imenso de ações – reações programadas no nosso sistema nervoso – que é ele próprio, nosso sistema de percepção. Muitas percepções são inconscientes, anteriores até a própria espécie, como, por exemplo, os que governam os nossos movimentos intestinais.
Como por exemplo, quando tem mensagens visuais demais; competindo entre si para clamar pela nossa atenção. Vemos tudo, mas só registramos conscientemente o que nos interessa.
O rosto e as mãos emitem seus “balões-legenda”, embora não tenham boca para falar.
Por exemplo, o rosto expressa sentimentos que podemos chamar de encanto, enlevo, entre outros.
A inclinação do corpo fala sempre, se a inclinação do corpo de uma pessoa está para trás; pode significar que está simplesmente relaxando, confortavelmente descansado. Mas se está com os músculos tensos, pode significar resistência ou rejeição.
Se a pessoa está interessada em alguém ou algo, a inclinação do seu corpo tende a mostrar naturalmente esta sua inclinação emocional.
O corpo fala o que a mente contém, por exemplo, uma pessoa que te encara com firmeza mostra interesse amável em você e o olhar que te evita com o sorriso que não chega a firmar - se mostra a fraqueza.
Muitas vezes acontece que, numa conversa, não podemos ou não queremos exprimir nossos sentimentos. Isto também é expresso pelo corpo.
É comum um homem fazer um gesto inconsciente de proteção qualquer à sua companheira, quando algum possível rival se aproxima.
O que amamos?
A Águia ama o raciocínio, o saber, a satisfação da sua curiosidade. É realista, foge da ilusão; procura enxergar o longe. Quer o “certo”, “usa a cabeça”...
O Leão ama o sentimento, música, cores, poesia e forma. Distingue entre as lágrimas e o riso. Não raciocina, é impulsivo. Quer o “belo”, o “bondoso”...
O Boi ama os prazeres simples, aqueles que são importantes para a sobrevivência do ser humano: respirar o bom ar, beber e comer bem, dormir comodamente, etc.
No reino animal, a territorialidade apresenta muitas funções vitais, desde os reflexos necessários para se esconder do inimigo até surpreender a presa, comunicar ou reproduzir a espécie.
No décimo capítulo em diante, o autor vem mostrar toda a parte de energia que o corpo humano transmite de forma exploratória, que mais uma vez através da esfinge ele vem a mostrar tanto a forma consciente e instintiva como o domínio e emoção que desperdiça energia o corpo mostra todas as informações necessárias do que está acontecendo no momento. Vindo a armazenar idéias e sentimentos como a fome, medo, desejo sexual, o autor mostra freqüentemente mostra exemplos de atitudes corporais e o que o corpo transmite como suas atitudes de direção e intensidade de fluxo de energia do corpo a seguir mostra as modificações de comportamentos interpessoais como contemplação cruzamento de braços, medo, raiva, expressão do rosto, inclinação do corpo, mãos frouxas, dedos estirados e entreabertos, enfim várias formas de mostrar-se dentro do território dando continuidade de o corpo expressar componentes de energia do estudo, ou seja, cada parte de nosso corpo nos mostra de certa forma a percepção do emocional dentro da expectativa humana através de varias atitudes como comunicação verbal do corpo humano, acima foi citado o medo, alegria, tristeza, um olhar, ódio, mutismo e outras formas de expressão.
Alguns gestos e seus significados que aprendemos com o livro:
1. O cumprimento com a mão num forte aperto é sinal de que não há restrições. A mão frouxa é sinal de que a pessoa tem medo de ser envolvida.
2. Sentando com a pasta ou a bolsa sobre o colo, "protegendo o boi". Significa que você não está à vontade.
3. Pés em direção a pessoa indicam que você se interessa por ela. Se eles estiverem voltados para a porta, é a direção em que o corpo quer ir.
4. Com braços cruzados no peito, você não quer mudar a opinião e nem aceitar o que estão lhe falando.
5. Puxar os cabelos significa que você busca uma grande idéia. Cotovelos apoiados fazem a delimitação de espaço quando a pessoa sente-se invadida, intimidada.
6. Morder a caneta e mexer no queixo mostram que a pessoa está estimando a situação proposta.
7.As mãos na frente da boca geralmente significam que a pessoa deseja falar algo, mas não tem a oportunidade ou não sabe ao certo o quê.
8. As mãos cruzadas para trás é um sinal que não se concorda muito com o alvo da discussão.
9. As mãos fechadas mostram insegurança, como se agarrasse algo para não cair.
10. Com as mãos abertas significa que concorda com a situação.
11.Se a estufa o tórax, ela quer se impor e se afirmar diante dos outros. O contrário mostra pessoas reprimidas, tímidas ou dominadas pela situação naquele momento.
12. Aumento da respiração significa tensão e emoções fortes.
13.Roer unhas e estas com as mãos que sempre mexem em tudo, é sinal de tensão.
14. Cabeça encolhida entre os ombros significa agressividade.
15. Queixo apoiado nas mãos mostra uma espera paciente.
O importante na observação e aplicação da linguagem não verbal é que ela esteja em concordância com a linguagem verbal, de forma que a comunicação seja um processo completo e coerente.
Devemos estar atentos para o fato que muitas vezes transmitimos sem perceber uma mensagem verbal diferente da mensagem corporal. As duas formas devem contribuir para o fortalecimento uma da outra, aumentando a credibilidade nas informações transmitidas.
Por mais clara e assertiva que seja uma mensagem, sempre vai envolver subjetividade, pois este processo envolve relações humanas, envolve vários fatores na emissão, recepção e percepção da mensagem.
O importante é ter a sensibilidade de colocar-se no lugar do outro, perceber o seu momento. Quando aprendemos a prestar atenção em nossa linguagem corporal e a interpretar corretamente a dos outros, passamos a ter maior controle sobre as situações. Passamos a identificar sinais de abertura, de tédio, de atração ou de rivalidade e agir de forma adequada para a condução de todos à escolha da melhor opção naquele momento. Aplica-se tanto na vida pessoal quanto no mundo corporativo.
Lendo esse livro daremos a devida importância a linguagem corporal, por que realmente: O CORPO FALA!!!!
Lendo esse livro daremos a devida importância a linguagem corporal, por que realmente: O CORPO FALA!!!!
http://rafaela1988.blogspot.com.br/2011/05/resumo-do-livro-o-corpo-fala-de-pierre.htmlcorpo fala
Mombaça
Chega
Mombaçachega/mombaça
Não
Não te quero mais
Agora eu que decido aonde vou
Não, não
Não suporto mais
Prefiro andar sozinho como sou
Andar de madrugada
Feito traça
Feito barata
Feito cupim
Dizer pra mim que eu gosto mais de mim
Que eu sou assim
E não tem jeito
Amor incerto, pesticida
Não quero mais
Seus falsos beijos inseticidas
Não quero mais
Não te quero mais
Agora eu que decido aonde vou
Não, não
Não suporto mais
Prefiro andar sozinho como sou
Andar de madrugada
Feito traça
Feito barata
Feito cupim
Dizer pra mim que eu gosto mais de mim
Que eu sou assim
E não tem jeito
Amor incerto, pesticida
Não quero mais
Seus falsos beijos inseticidas
Não quero mais
Pra entrar na minha vida
Você vai ter que mudar
Da minha casa
De atitude
Chega
Ainda mais agora que eu vou viajar
E me livrar de você
Não quero mais ser seu amigo
Nem inimigo
Chega
Você vai ter que mudar
Da minha casa
De atitude
Chega
Ainda mais agora que eu vou viajar
E me livrar de você
Não quero mais ser seu amigo
Nem inimigo
Chega
sábado, 7 de abril de 2018
heróis onde estão
| .....Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve, e a vida é MUITO para ser insignificante.Augusto Branco. Ainda,dar para ir á luta onde nossos heróis estão mergulhados numa em melados ao ter seu chegados ao poder. Estamos cansados em procurar novos heróis,que comprometem com ás pessoas. Sinto vazios até pelos anos e então é❤ heróis onde estão? |
Quase nada
Quase nada
Marina Peralta
Vem cá
Onde é que foi parar aquele nosso álbum?
Onde está o registro do primeiro olhar?
Cadê aquela nossa foto carinhosa?
Da declaração
Onde é que foi parar aquele nosso álbum?
Onde está o registro do primeiro olhar?
Cadê aquela nossa foto carinhosa?
Da declaração
Sei lá, roubaram os registros de todo esse tempo
Não vejo quase nada do que havia antes
Eu só vejo a sujeira da politicagem
Disfarçada pelo o que o povo acha que é amor
Não vejo quase nada do que havia antes
Eu só vejo a sujeira da politicagem
Disfarçada pelo o que o povo acha que é amor
Marina Peralta
Qual é? Você só pode ter guardado à sete chaves
Lá tinha até o tempo em que eu dançava Janis
O mesmo tempo em que havia simplicidade
Woodstock
Lá tinha até o tempo em que eu dançava Janis
O mesmo tempo em que havia simplicidade
Woodstock
Sei lá, roubaram os registros de todo esse tempo
Não vejo quase nada do que havia antes
Eu só vejo a sujeira da politicagem
Disfarçada pelo o que o povo acha que é amor
Não vejo quase nada do que havia antes
Eu só vejo a sujeira da politicagem
Disfarçada pelo o que o povo acha que é amor
A chuva leva o que o vento não traz
Meus dias de sol, não os deixei pra trás
Aproveite esse instante, cada dia mais
Contemple a vida, o amor e a paz
Meus dias de sol, não os deixei pra trás
Aproveite esse instante, cada dia mais
Contemple a vida, o amor e a paz
Mas o amor te faz voar
O amor te faz voar
E começa em você se amar
E começa em você se amar
O amor, o amor
O amor te faz voar
E começa em você se amar
E começa em você se amar
O amor, o amor
domingo, 1 de abril de 2018
vida de cachorro
Adorei essa resenha da vida de cachorro,o blog que tem seu endereço ao link abaixo sua busca e seguir por twitter que para mim é triste devido que tenho somente blog por opção.
VIDA DE CACHORRO (1918)
Fonte:Filmes em Geral #15https://cinemaedebate.com/2010/10/18/o-garoto-1921/
Dirigido por Charles Chaplin.
Elenco: Charles
Chaplin, Edna Purviance, Syd Chaplin, Henry Bergman, Charles Reisner, Albert
Austin e Tom Wilson.
Roteiro: Charles Chaplin.
Produção: Charles Chaplin.
Charles Chaplin já
demonstrava seu incrível talento neste “Vida de Cachorro”, curta metragem que
aborda superficialmente temas que ainda seriam melhor explorados pelo genial
diretor em seus próximos filmes. Ainda assim, é possível se divertir e se
emocionar nos 40 minutos desta pequena jóia estrelada pelo tradicional
vagabundo.
Um vagabundo
(Chaplin) salva a vida de um cachorro na rua quando este é atacado por outros
cães. Com o pobre cão escondido nas calças, ele entra num salão de baile, onde
uma cantora desafinada é explorada pelo dono do estabelecimento. É então que
dois ladrões roubam a carteira de um milionário bêbado e escondem justamente no
local onde dorme o vagabundo, que encontraria ali a chance de mudar
definitivamente de vida.
O curta “Vida de
Cachorro” tem toda a cara do cinema mudo que traria fama e glória para Chaplin
futuramente, com trilha sonora presente durante todo o tempo, letreiros brancos
com fundo negro mostrando os diálogos e todo o talento do talentoso ator e
diretor para expressar sentimentos e provocar o riso. As inúmeras gagsvisuais já demonstravam o talento do ator para a
comédia, como na seqüência em que ele foge de um policial passando por baixo da
cerca, a clássica seqüência em que ele rouba comida e a sensacional fuga de
dentro do bar Lanterna Verde com os bandidos correndo atrás dele. Chaplin,
aliás, tem como sempre um desempenho fenomenal, provocando o riso e as lágrimas
sem necessitar de palavras, simplesmente através de expressões corporais. Vale
destacar, entre tantos momentos, a sensacional seqüência em que ele se faz
passar por um dos bandidos, que se encontrava desacordado, somente através dos
gestos de suas mãos. Edna Purviance, que interpreta a cantora desafinada do
salão, também se sai bem, fazendo um belo par com Carlitos.
A dificuldade de se
adaptar ao capitalismo, tema costumeiro nos filmes de Chaplin, aparece aqui na
cena em que o vagabundo tenta arrumar emprego sem sucesso e é reforçada pela
seqüência do assalto cometido por dois homens, evidenciando as conseqüências da
desigualdade social. A importância do dinheiro neste sistema também é abordada
pelo roteiro de Chaplin, quando o dono do bar expulsa o vagabundo simplesmente
pelo fato dele não ter dinheiro para pedir uma bebida, e fica ainda mais
evidente quando Carlitos diz para a cantora que “agora poderemos ficar no
país”, após encontrar a carteira de um homem rico. O final do curta mostra o
casal feliz, curtindo sua fazenda, graças ao dinheiro que encontraram na
carteira, o que não deixa de ser uma irônica crítica, pois eles só conseguiram
encontrar a felicidade desta maneira, já que não foram dadas oportunidades para
o crescimento de outra forma. E Chaplin, mais uma vez, mostra sua preferência
pela vida do campo em detrimento da loucura das grandes cidades.
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terça-feira, 20 de março de 2018
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