domingo, 31 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
doença mental
adoença mentalOs ensinamentos da doença mental
É inexorável que qualquer situação da vida nos ensina algo, não seria diferente com a doença mental, esta nos ensina muito sobre o ser humano, sobre o ser e estar no contexto humanístico.
A partir da doença mental estabelecida e compreendida no contexto do Ser acometida por ela, nem sempre necessariamente diagnosticada, podemos iniciar uma série de ações e comportamentos que nos levam a um crescimento intelectual e de inter-relação pessoal.
Ao ser detectado um comportamento dito procedente de um transtorno mental, muitas vezes começamos a justificar todos os demais comportamentos da pessoa como sendo da doença, e mesmo que seja, atrás de cada comportamento há alguma situação que o desencadeia, que não é apenas da doença, e independente de doença, temos um Ser Humano, e isto significa dizer que independente da presença ou não de transtorno mental, devemos considerar primariamente o indivíduo.
A maior dificuldade hoje tanto enquanto familiar, sociedade, profissional da saúde e o próprio acometido pela doença, se insere justamente nesse patamar, considerar o ser independente de qualquer doença, transtorno. O conhecer a si mesmo e aos outros.
Atualmente há uma preocupação em entender a doença, os sintomas, os tratamentos, as drogas utilizadas para cada transtorno, uma tentativa de padronização. Que na verdade é necessária, porém apenas para fins burocráticos, por exemplo, epidemiológicos.
Porém se pensarmos um Ser com transtorno mental, apenas como um ser com comportamentos fora dos padrões que desejamos ele ter, aprendemos a reconhecer e a lidar melhor com as diferenças, aprendemos a criar alternativas de compatibilidade, o chamado meio termo para se viver bem. Começamos a perceber que para viver não é necessário seguirmos padrões do senso comum, apenas sermos nós mesmos, a única preocupação é seguirmos as leis, atos lícitos.
A doença mental ensina que ninguém se torna incapaz ou inválido por perder faculdades mentais, ou estar em um estágio de desequilíbrio emocional. E vou mais além, mostra a vulnerabilidade da mente humana, a incapacidade de suprirmos nossas próprias necessidades.
Isto que mais assunta na doença mental, não se trata da incapacidade, ou da periculosidade que o ser pode ter, mas da vulnerabilidade de não sabermos lidar, de não aceitarmos as diferenças, exacerba claramente nosso próprio egoísmo, pois se doar ao outro, tentar compreender um comportamento, ou tentar ajudar o outro a se encontrar, ou apenas estar ao lado dele quando precisa, transcende o limite de pensarmos apenas o que é bom para nós mesmos, e não para o outro.
Abrir mão de si pelo outro, nem que seja por minutos, horas ou dias, é muito. É abrir mão de si mesmo. Será? Absolutamente, a partir do momento que você busca a compreensão do outro, e ajuda-o a lidar melhor com as circunstâncias que ele vive, você acaba refletindo em si mesmo, até que ponto está sendo egoísta, até que ponto o seu comportamento não atinge/aflige o outro?
Enquanto para quem é acometido pelo transtorno aprende a viver com a adversidade, conhece melhor a si mesmo, tem condições de perceber com quem pode realmente contar ou não, consegue enxergar onde há o egoísmo, aprende a não mãos apenas ver o mundo, mas interpretar de forma a não ferir a si mesmo e ao outro.
Sem dúvida a doença mental em todas as suas esferas ensina, basta que quem se interesse pelo assunto, ou participe dessa dinâmica, esteja aberto para o aprendizado e não para si mesmo(lilian)
É inexorável que qualquer situação da vida nos ensina algo, não seria diferente com a doença mental, esta nos ensina muito sobre o ser humano, sobre o ser e estar no contexto humanístico.
A partir da doença mental estabelecida e compreendida no contexto do Ser acometida por ela, nem sempre necessariamente diagnosticada, podemos iniciar uma série de ações e comportamentos que nos levam a um crescimento intelectual e de inter-relação pessoal.
Ao ser detectado um comportamento dito procedente de um transtorno mental, muitas vezes começamos a justificar todos os demais comportamentos da pessoa como sendo da doença, e mesmo que seja, atrás de cada comportamento há alguma situação que o desencadeia, que não é apenas da doença, e independente de doença, temos um Ser Humano, e isto significa dizer que independente da presença ou não de transtorno mental, devemos considerar primariamente o indivíduo.
A maior dificuldade hoje tanto enquanto familiar, sociedade, profissional da saúde e o próprio acometido pela doença, se insere justamente nesse patamar, considerar o ser independente de qualquer doença, transtorno. O conhecer a si mesmo e aos outros.
Atualmente há uma preocupação em entender a doença, os sintomas, os tratamentos, as drogas utilizadas para cada transtorno, uma tentativa de padronização. Que na verdade é necessária, porém apenas para fins burocráticos, por exemplo, epidemiológicos.
Porém se pensarmos um Ser com transtorno mental, apenas como um ser com comportamentos fora dos padrões que desejamos ele ter, aprendemos a reconhecer e a lidar melhor com as diferenças, aprendemos a criar alternativas de compatibilidade, o chamado meio termo para se viver bem. Começamos a perceber que para viver não é necessário seguirmos padrões do senso comum, apenas sermos nós mesmos, a única preocupação é seguirmos as leis, atos lícitos.
A doença mental ensina que ninguém se torna incapaz ou inválido por perder faculdades mentais, ou estar em um estágio de desequilíbrio emocional. E vou mais além, mostra a vulnerabilidade da mente humana, a incapacidade de suprirmos nossas próprias necessidades.
Isto que mais assunta na doença mental, não se trata da incapacidade, ou da periculosidade que o ser pode ter, mas da vulnerabilidade de não sabermos lidar, de não aceitarmos as diferenças, exacerba claramente nosso próprio egoísmo, pois se doar ao outro, tentar compreender um comportamento, ou tentar ajudar o outro a se encontrar, ou apenas estar ao lado dele quando precisa, transcende o limite de pensarmos apenas o que é bom para nós mesmos, e não para o outro.
Abrir mão de si pelo outro, nem que seja por minutos, horas ou dias, é muito. É abrir mão de si mesmo. Será? Absolutamente, a partir do momento que você busca a compreensão do outro, e ajuda-o a lidar melhor com as circunstâncias que ele vive, você acaba refletindo em si mesmo, até que ponto está sendo egoísta, até que ponto o seu comportamento não atinge/aflige o outro?
Enquanto para quem é acometido pelo transtorno aprende a viver com a adversidade, conhece melhor a si mesmo, tem condições de perceber com quem pode realmente contar ou não, consegue enxergar onde há o egoísmo, aprende a não mãos apenas ver o mundo, mas interpretar de forma a não ferir a si mesmo e ao outro.
Sem dúvida a doença mental em todas as suas esferas ensina, basta que quem se interesse pelo assunto, ou participe dessa dinâmica, esteja aberto para o aprendizado e não para si mesmo(lilian)
professor
professorCaro Professor, antes de mais nada, parabéns pelo novo sucesso do Vôo da Águia!
Nossa equipe do Valores Humanos está totalmente empenhada em conseguir que o CNE insira também Valores Humanos nos currículos escolares, mas isso só será possivel se houver mais mobilização, com uma forte argumentação, porque eles insistem em que é suficiente ensinar Direitos Humanos. Parece que não percebem, ou não querem perceber, as gritantes diferenças entre um e outro.
Sensibilizar os membros do CNE e demais pessoas que estão participando desse debate é fundamental, porque tomamos conhecimento de que inserir nova disciplina não é mais da pertinencia da Câmara, mas dos órgãos da Educação. Mas há políticos que podem influenciar o CNE.
Bem, peço que, se entender pertinente, divulgue o seguinte no grupo do CMCP.
Forte abraço e muito grata pela atenção.
Saara Nousiainen
O que queremos para nosso futuro?
Quando perguntamos a alguém sobre o que se pode fazer para começar a mudar esse quadro de violência, corrupção, desamor e injustiças que assola o país, tornando a vida melhor para todos, a resposta, com raras exceções, é “vamos cuidar de nos melhorar para que o resultado se reflita nos outros”.
Sinceramente, você acredita mesmo que essa resposta é correta? Que isso é suficiente? Não estará ela refletindo o natural comodismo do ser humano?
Será que nada podemos fazer além de procurar melhorar a nós mesmos?
Um sábio disse: “A omissão não leva a Deus. O que nos leva a ele é a atitude, o ato”.
Então, se queremos um mundo melhor, devemos fazer o que esteja ao nosso alcance e além do nosso mundinho íntimo.
Por exemplo, qual é hoje a grande angústia dos brasileiros, além das dificuldades naturais? Não é a violência, a corrupção que engole as riquezas da nação, a falta de respeito pela vida, pela natureza, etc.?
Será que podemos fazer algo prático, para ir mudando essa situação?
Pense na seguinte realidade:
Se a maioria da sociedade não recebe ensinamentos sobre honestidade, não violência, ética, bom convívio, afetividade, respeito pela vida, pelos outros, pela natureza, etc., na infância e na adolescência... Como podemos pretender que tais pessoas vivam de acordo com esses padrões?
O Conselho Nacional de Educação – CNE está promovendo um grande debate em nível nacional visando incluir a disciplina Direitos Humanos nos currículos escolares, do ensino básico e superior.
Ante esse fato, o grupo informal de pedagogos, voluntários, responsável pelo Projeto Sócio-Educativo, gratuito, Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola (www.cincominutos.org), vem sugerir aos que estão participando desse debate, assim como a todas as pessoas que de alguma forma possam influir, a inclusão também de VALORES humanos nos currículos escolares, posto que será de imenso proveito para a sociedade e para a nação, pelas seguintes razões:
O ensino de Direitos Humanos é muito importante, mas isoladamente não alcança a essência das necessidades educativas do ser humano. Informa, mas não forma o caráter, pois conhecer o conteúdo de uma lei não significa que ela será obedecida pela maioria. Se assim fosse, a criminalidade seria mínima no país.
O conhecimento de uma lei (no caso, Direitos Humanos) é uma informação que se adquire. Já, o aprendizado de Valores Humanos gera transformações interiores, criando alicerces mais sólidos a se refletirem nas atitudes. É recurso único para formar cidadãos que poderão vir a realizar as tão necessárias transformações éticas e morais em nossa sociedade.
Quem aprende desde criança a ser mais afetuoso e a respeitar os direitos dos outros, passa a vivenciar também os Direitos Humanos, mesmo sem conhecê-los pelas vias dos artigos de uma lei, porque nas aulas de Valores Humanos são ensinados, dentre outros, o respeito em toda a sua amplitude, não apenas pelos considerados diferentes, mas por todas as pessoas, assim como, também, por si mesmo, pela natureza, pelo meio ambiente, pelas leis, pela vida, por tudo.
Portanto, o ensino de Valores Humanos contempla também os Direitos Humanos, ampliando-se mais ainda para ensinamentos e vivências sobre honestidade, afetividade, bom convívio, ética, responsabilidade, justiça, verdade, não violência, olhar o outro com um olhar de acolhimento, de solidariedade, que são os fundamentos da não violência. Além disso, os alunos aprendem também a admirar e a amar a natureza e a vida, em todas as suas expressões.
Ensinar Valores Humanos é formar o caráter do cidadão.
O que queremos para nosso futuro: pessoas bem informadas, ou pessoas de caráter bem formado?
Se muitas pessoas se engajarem nessa campanha, acreditamos que o CNE irá incluir também Valores Humanos nos currículos escolares. Assim, as crianças e jovens brasileiros passarão a receber diariamente ensinamentos sobre honestidade, solidariedade, ética, não violência, justiça, verdade, fraternidade, etc.
Pense na importância disso...
Então, vai se engajar nesse movimento?
Fraternalmente,
Saara Nousiainen
Coordenadora do Projeto Sócio-Educativo Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola.
(85) 3249-6812
caminhos2008@gmail.com
www.cincominutos.org
Nossa equipe do Valores Humanos está totalmente empenhada em conseguir que o CNE insira também Valores Humanos nos currículos escolares, mas isso só será possivel se houver mais mobilização, com uma forte argumentação, porque eles insistem em que é suficiente ensinar Direitos Humanos. Parece que não percebem, ou não querem perceber, as gritantes diferenças entre um e outro.
Sensibilizar os membros do CNE e demais pessoas que estão participando desse debate é fundamental, porque tomamos conhecimento de que inserir nova disciplina não é mais da pertinencia da Câmara, mas dos órgãos da Educação. Mas há políticos que podem influenciar o CNE.
Bem, peço que, se entender pertinente, divulgue o seguinte no grupo do CMCP.
Forte abraço e muito grata pela atenção.
Saara Nousiainen
O que queremos para nosso futuro?
Quando perguntamos a alguém sobre o que se pode fazer para começar a mudar esse quadro de violência, corrupção, desamor e injustiças que assola o país, tornando a vida melhor para todos, a resposta, com raras exceções, é “vamos cuidar de nos melhorar para que o resultado se reflita nos outros”.
Sinceramente, você acredita mesmo que essa resposta é correta? Que isso é suficiente? Não estará ela refletindo o natural comodismo do ser humano?
Será que nada podemos fazer além de procurar melhorar a nós mesmos?
Um sábio disse: “A omissão não leva a Deus. O que nos leva a ele é a atitude, o ato”.
Então, se queremos um mundo melhor, devemos fazer o que esteja ao nosso alcance e além do nosso mundinho íntimo.
Por exemplo, qual é hoje a grande angústia dos brasileiros, além das dificuldades naturais? Não é a violência, a corrupção que engole as riquezas da nação, a falta de respeito pela vida, pela natureza, etc.?
Será que podemos fazer algo prático, para ir mudando essa situação?
Pense na seguinte realidade:
Se a maioria da sociedade não recebe ensinamentos sobre honestidade, não violência, ética, bom convívio, afetividade, respeito pela vida, pelos outros, pela natureza, etc., na infância e na adolescência... Como podemos pretender que tais pessoas vivam de acordo com esses padrões?
O Conselho Nacional de Educação – CNE está promovendo um grande debate em nível nacional visando incluir a disciplina Direitos Humanos nos currículos escolares, do ensino básico e superior.
Ante esse fato, o grupo informal de pedagogos, voluntários, responsável pelo Projeto Sócio-Educativo, gratuito, Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola (www.cincominutos.org), vem sugerir aos que estão participando desse debate, assim como a todas as pessoas que de alguma forma possam influir, a inclusão também de VALORES humanos nos currículos escolares, posto que será de imenso proveito para a sociedade e para a nação, pelas seguintes razões:
O ensino de Direitos Humanos é muito importante, mas isoladamente não alcança a essência das necessidades educativas do ser humano. Informa, mas não forma o caráter, pois conhecer o conteúdo de uma lei não significa que ela será obedecida pela maioria. Se assim fosse, a criminalidade seria mínima no país.
O conhecimento de uma lei (no caso, Direitos Humanos) é uma informação que se adquire. Já, o aprendizado de Valores Humanos gera transformações interiores, criando alicerces mais sólidos a se refletirem nas atitudes. É recurso único para formar cidadãos que poderão vir a realizar as tão necessárias transformações éticas e morais em nossa sociedade.
Quem aprende desde criança a ser mais afetuoso e a respeitar os direitos dos outros, passa a vivenciar também os Direitos Humanos, mesmo sem conhecê-los pelas vias dos artigos de uma lei, porque nas aulas de Valores Humanos são ensinados, dentre outros, o respeito em toda a sua amplitude, não apenas pelos considerados diferentes, mas por todas as pessoas, assim como, também, por si mesmo, pela natureza, pelo meio ambiente, pelas leis, pela vida, por tudo.
Portanto, o ensino de Valores Humanos contempla também os Direitos Humanos, ampliando-se mais ainda para ensinamentos e vivências sobre honestidade, afetividade, bom convívio, ética, responsabilidade, justiça, verdade, não violência, olhar o outro com um olhar de acolhimento, de solidariedade, que são os fundamentos da não violência. Além disso, os alunos aprendem também a admirar e a amar a natureza e a vida, em todas as suas expressões.
Ensinar Valores Humanos é formar o caráter do cidadão.
O que queremos para nosso futuro: pessoas bem informadas, ou pessoas de caráter bem formado?
Se muitas pessoas se engajarem nessa campanha, acreditamos que o CNE irá incluir também Valores Humanos nos currículos escolares. Assim, as crianças e jovens brasileiros passarão a receber diariamente ensinamentos sobre honestidade, solidariedade, ética, não violência, justiça, verdade, fraternidade, etc.
Pense na importância disso...
Então, vai se engajar nesse movimento?
Fraternalmente,
Saara Nousiainen
Coordenadora do Projeto Sócio-Educativo Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola.
(85) 3249-6812
caminhos2008@gmail.com
www.cincominutos.org
sábado, 9 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
cartão do sus
Cartão Nacional de Saúde
É um cartão que vai identificar nacionalmente todos os usuários do SUS.
Neste momento, ele é necessário para a informação, por parte da unidade de saúde prestadora de serviços ao SUS, de alguns procedimentos em saúde, como: tomografia computadorizada, ressonância magnética, tratamento de câncer e insuficiência renal, realização de exames para a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS), fornecimento de medicamentos excepcionais etc.
Ele possui três apresentações com cores diferentes no município do Rio de Janeiro:
- cor cinza: é um cartão provisório distribuído pelas unidades de saúde prestadoras de serviços ao SUS (hospitais, clínicas que realizam tratamento de insuficiência renal, laboratórios que realizam exames para AIDS, farmácia de medicamentos excepcionais, clínicas que realizam tomografia e ressonância magnética etc.);
- cor laranja: também é um cartão provisório, feito em PVC, que em distribuição pelos Postos de Saúde, algumas Maternidades e alguns hospitais da Secretaria Municipal de Saúde;
- cores verde e amarelo: são os cartões definitivos, que serão enviados pelo Ministério da Saúde futuramente.
Tenha seu cartão SUS em mãos, ele poderá ser útil no seu próximo atendimento em uma unidade de saúde do SUS.
ATENÇÃO: os três modelos podem ser utilizados
Cartão SUS: ele é importante para você e para o SUS.
cartão do sus
Ministério da Saúde exige cartão em atendimentos
| 05-Jul-2011 | |
| No início desta semana o Cartão Nacional do SUS – CNS - passou a ser exigência do Ministério de Saúde em todos os atendimentos de saúde realizados, tanto na rede básica e especializada dos municípios, quanto nos planos de saúde. Em Passos, os usuários da rede municipal e dos planos de saúde que ainda não fizeram seu CNS devem procurar a Central de Regulação na Rua dos Piantinos, 633, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h e de 13 às 16h30. O cartão SUS é pessoal e intransferível e cada pessoa da família deve ter o seu. Para efetuar o cadastramento e receber o Cartão SUS é necessário apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência. Para os menores, devem ser apresentados o documento de identidade do responsável e a certidão de nascimento. |
terça-feira, 5 de julho de 2011
busca do éden selvagem
busca do éden selvagem
Momento fatídico, irreversível, quando a realidade mostra as garras afiadas e afugenta a última nevoa de ilusão. O estado de pânico chega ao ponto Maximo: todos os músculos estão tensos; a pulsação cresce ainda mais; o ritmo respiratório cresce, com as narinas inflando em excesso para absorver mais ar; os olhos dilatam em busca de outros estímulos; do abdômen os gases descem, suscitando fezes e urina. O organismo saturado diante da morte anunciada.
No começo era apenas o medo…
Eles chegam no campo resolutos, com os mesmos agulhões, e o identificam. Está marcado para a Viagem. Tenta fugir, acuado, mas leva várias estocadas elétricas. A carne arde e se retesa. Uma complexa reação química começa no cérebro, atingindo todas as células e fibras . E a resposta do corpo à violação do corpo. Debate-se em vão, ataca, em vão. E amarrado, fortemente, é conduzido para o interior do grande carro. Há outros como ele, um em cada compartimento. Estão atordoados, sem entender por que foram expulsos dali. O trajeto é sinuoso, cheio de solavancos, vibrações irritantes, paisagens estranhas. De vez em quando uma nova parada. Mais um embarcado, ofegante, perplexo.
A chegada é violenta, então o medo aumenta. Recebe novas estocadas por todo o corpo, enquanto é conduzido por um angustiante labirinto de corredores e rampas. Para não ser torturado ainda mais, caminha, trôpego, por onde querem que caminhe.
Dezenas de seres iguais a ele gritam, aterrorizados. Como eles passam por vários banhos químicos, que irritam a pele e os olhos.
Não há como fugir. Impossível romper as paredes de concreto e ferro. As fezes, incontidas, escorrem pelas pernas, a urina escorre. Então uma figura familiar lhe aparece na frente, sendo levada pelos homens. Reconhece-a pelo cheiro, pelas imagens de outros tempos, afagos pueris. Os dois olham-se por alguns breves segundos. Ela está calma, resignada, e transmite a ele essa paz incomum. Os algozes não percebem, mas dos olhos dele vertem grossas lágrimas, que se misturam ao sangue escorregadio do chão. Então o pânico recua, os nervos ganham elasticidade, o coração bate compassado, a respiração sossega. Sente-se tranqüilo, estranhamente tranqüilo diante do destino que lhe reservaram. Busca na memória os acontecimentos bons que lhe marcaram a vida; ignora os momentos difíceis da sua condição. Lembra dos espaços abertos, águas e gramíneas, seres iguais em volta. O coração sorri.
Está pronto. É hora de ser conduzido ao último corredor do abatedouro. Depois do derradeiro choque elétrico vai se transformar, para eles, num monte de carne diferenciada, fonte de proteína para todos os paladares. Mas sabe, porque recebeu a Anunciação, que depois do golpe fatal, quando o sangue começar a jorrar por todos os cortes industrializados, romperá concreto e ferro, paredes, numa fuga desenfreada em busca do Éden selvagem.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
fazendas
fazendas
As grandes fazendas cedendo para os loteamentos. São fazendas antigas com muitas árvores chegando afirmar que a maiorias tem matas fechadas.
Com as vendas cedem lugares para os loteamentos a motosserra já dar para escutar ceifando as árvores antigas ora frutíferas. Ai começa o grande dilema. Sem dó aos gritos pássaros, micos, tucanos e muitos outros animais migram para as cidades, morrendo nos asfaltos quentes principalmente os micos. Como estou vivenciando isso a maioria migram para as chácara famintos os micos. O pior a maioria dos lotes como diz nós mineiros são de engorda, acumulando sujeiras, dengue, servindo de abrigo para marginais. Esperando que o valor aumento para as vendas.E u ainda consigo obrigar os micos devido que vieram para a mata verde do fundo da chácara estão famintos.
domingo, 3 de julho de 2011
Megabit
02/07/2011 - 12h17 - Última atualização: 02/07/2011 - 12h19
Agência
Karla Mendes
Karla Mendes
A velocidade de conexão do serviço ofertado pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) terá de ser quintuplicada nos próximos três anos. A partir do início de outubro, as empresas terão de oferecer aos clientes um serviço com velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps). Gradativamente, esse valor terá de subir, até chegar a 5 Mbps em 2014, quando o governo espera que o serviço de banda larga popular esteja disponível em todos os municípios do País.
Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, cerca de 70% dos domicílios que não têm acesso à internet devem aderir ao plano lançado, oficialmente, anteontem. Atualmente, o serviço só está presente em 27% dos lares brasileiros.
O ministro disse que a oferta de banda larga para o PNBL não terá injeção de dinheiro público. Bernardo anunciou, no entanto, que a Eletrobras poderá se associar à Telebrás para ofertar banda larga em todo o País no atacado.
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